Conab realiza leilão de contratos de opção de milho dia 4 de junho

Publicado em 24/05/2013 11:19 e atualizado em 24/05/2013 11:56 1200 exibições

Após a definição das regras para a comercialização de Contratos de Opção de Venda (COV) para os produtores de milho, o governo federal já marcou a primeira operação. Ela será realizada no próximo dia 4 de junho, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), por meio do leilão objeto do Aviso nº 94/2013. No leilão serão  ofertados 17.780 contratos para o Mato Grosso e mais 740 para Rondônia.

O produto é da safra 2012/2013 e 2013. A operação ocorrerá às 9h, horário de Brasília e será realizada na modalidade cartela, por meio do Sistema Eletrônico de Comercialização da Conab (SEC). Ela se destina a produtores rurais que poderão participar diretamente ou por meio de suas cooperativas.

Esta operação atende às regras que foram definidas ontem por meio da Portaria Interministerial 330. O documento estabelece que o governo poderá comprar milho dos produtores para garantir o preço do grão, caso o mercado não esteja favorável a eles e, ao mesmo tempo, permite à Companhia formar estoques públicos do produto. O aporte total para todas essas operações será de até R$ 580 milhões.

Para os estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste (exceto MT) o preço máximo que o governo pagará será de R$ 19,74/60kg. Já para os Estados do Mato Grosso e Rondônia o valor será de R$ 15,12/60kg. Os leilões serão realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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Conab

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1 comentário

  • Elso Vicente Pozzobon Sorriso - MT

    Mais uma vez, o Governo se comporta como especulador diante dos produtores das regiões mais distantes dos portos e/ou consumidores.Estabelece preços menores para contratos de milho dessas regiões, onde sabe-se que o custo dos insumos e consequentemente custo de produção, é maior justamente em razão dos custos logísticos (fretes). Dessa forma, transfere aos produtores a culpabilidade pela deficiência do sistema de transporte e escoamento das safras. Ao invés de auxiliar no custo logístico, o governo se aproveita da situação e propõe aquisição a preços menores, recompondo os estoques públicos a preço vil.

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