Ministro assina protocolo para exportação de milho para a China

Publicado em 07/11/2013 07:17 e atualizado em 07/11/2013 11:24 1010 exibições

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Antônio Andrade, assinou dois acordos na China nesta quarta-feira, 6 de novembro, durante a reunião da Comissão Sino-Brasiliera de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), em Pequim, na China. O primeiro trata de exportação de milho brasileiro ao país asiático e, o outro, de biotecnologia.

O protocolo assinado entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena da República Popular da China (Aqsiq) permite a exportação de milho brasileiro para a China.

Com base nas garantias fitossanitárias negociadas, o Mapa emitirá um Certificado Fitossanitário que irá amparar as exportações a serem realizadas.
Nos últimos anos, a China vem importando volumes crescentes do cereal, e o Brasil, como grande produtor do grão, tem perspectivas de se tornar um dos maiores fornecedores de milho para a China. No ano passado, as exportações brasileiras do produto foram de 19,8 milhões de toneladas.

Grupo de trabalho: o memorando de entendimento assinado entre o Ministério da Agricultura (Mapa) e o Ministério da Agricultura da China cria um grupo de trabalho para tratar de biotecnologia agrícola e biosegurança, o que facilita os entendimentos entre o Mapa e as autoridades chinesas nas questões envolvendo produtos geneticamente modificados.

Os dois acordos foram negociados na semana passada em Pequim durante reuniões técnicas da Subcomissão de Supervisão da Qualidade, Inspeção e Quarentena e da Subcomissão de Agricultura, no âmbito da Cosban.

No Globo Rural: Produtores e exportadores elogiam acordo com a China

Produtores e exportadores elogiaram a assinatura de um protocolo entre os governos do Brasil e da China que possibilita a abertura do mercado do país asiático para o milho brasileiro. Para eles, é uma oportunidade para escoar a produção do cereal que, na safra 2012/2013, chegou a superar a de soja. 

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), Carlos Fávaro, lembrou que, até alguns anos, a China não era importadora e o Brasil não era exportador de milho. “Agora as duas coisas se unem. É importantíssimo. É uma grande oportunidade”, avalia. 

Leia a notícia na íntegra no site do Globo Rural.

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Mapa

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5 comentários

  • Liones Severo Porto Alegre - RS

    Caro Dalzir, parte do meu comentário de hoje no site diz : ´O mercado é com um RIO, quanto mais água (produto) mais forte será a correnteza (fluxo de produto). O estimulo do aumento do consumo resulta do potencial do crescimento da oferta. Essa realidade confronta as opiniões que quanto mais produto, menor será o preço. Se diminui o volume da água (produto) reduz o potencial do aumento do consumo no médio/longo prazo`. Evidente que existe a necessidade de dimensionar os mercados, mas principalmente aproveitar as oportunidades de gestão do desempenho temporal dos preços para este mesmo produto. Por volta dos anos de 1.400, a China era varrida por enchentes e alagamentos, então o Imperador a época chamou o povo e disse ´os deuses não estão contentes com o que estamos fazendo, vamos fazer barreiras para administrar o fluxo dessas águas`. O resultado foi um grande número de represas que não somente resolveu o problema das enchentes como trouxe grandes benefícios para a agricultura e o povo. Em nosso caso, me parece evidente que surgirá a solução para resolver os problemas logísticos que enfrentamos, mas como não temos solução inteligente for falta de gestão e atitude de nossos governantes, vamos para as soluções mais pragmáticas que a historia nos ensinou: primeiro cria-se a necessidade.... grande abraço

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  • Liones Severo Porto Alegre - RS

    A demanda por milho também aumentou consideravelmente e os Estados Unidos já venderam 22,215 milhões de tons para o total da exportação estimada em 31,120 milhões de tons. Ademais, a China aprovou a importação de milho brasileiro, a primeira vez na história e, ao mesmo tempo anunciou que irá adquirir cerca de 10 milhões de toneladas, além dos 8.5 milhões de toneladas já adquiridas no mercado internacional.(fonte Sim Consult)

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  • Liones Severo Porto Alegre - RS

    O milho argentino é oferecido ao um premio de +110 e o brasileiro para janeiro ao premio de +90, ambos acima dos preços dos futuros da Bolsa de Chicago. Tenho repetido que a remuneração das produtos agrícolas estão subvalorizados na Bolsa de Chicago, ou não ?

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  • Liones Severo Porto Alegre - RS

    Parabéns as autoridades Fitossanitárias do MAPA. Quem me acompanha sabe das minhas demonstrações que o milho brasileiro será o novo elo de expansão da agricultura brasileira. A China não prega prego sem estopa, não foi gratuito que aprovaram o nosso milho. Juntam passado, presente e futuro, assim como: amanhã será hoje, hoje foi amanhã e ontem já foi hoje, assim adotam a mais concreta e pura realidade existente no valor presente. Não brincam em serviço. Não ficaram satisfeitos com a poucas cargas que compraram da Argentina pela aflatoxina. Desde já, o Brasil, o 2º. maior exportador mundial de milho, terá caminho auspicioso na expansão da produção do milho. Quem viver, verá....

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  • Liones Severo Porto Alegre - RS

    Continuem plantando milho. Quem viver verá !!!

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