Milho: B3 segue em baixa acompanhando o dólar nesta segunda-feira

Publicado em 10/08/2020 11:56 e atualizado em 10/08/2020 16:37
Chicago sobe na espera do USDA

Os preços futuros do milho seguem caindo na Bolsa Brasileira (B3) nesta segunda-feira (10). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,54% e 1,07% por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 54,21 com baixa de 0,99%, o novembro/20 valia R$ 54,80 com perda de 0,54%, o janeiro/21 era negociado por R$ 55,35 com desvalorização de 0,63% e o março/21 tinha valor de R$ 54,50 com queda de 1,07%.

Os contratos do cereal seguem no mesmo caminho do dólar, que por volta das 11h46 (horário de Brasília) caia 0,80% e era cotado à R$ 5,39.

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) registrava ganhos para os preços internacionais do milho futuro neste primeiro dia da semana. As principais cotações contabilizavam movimentações positivas entre 1,00 e 3,25 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à US$ 3,11 com valorização de 3,50 pontos, o dezembro/20 valia US$ 3,23 com alta de 2,50 pontos, o março/21 era negociado por US$ 3,34 com elevação de 1,75 pontos e o maio/21 tinha valor de US$ 3,42 com ganho e 1,00 ponto.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços futuros do milho se movimentam nesta segunda-feira de olho no desenvolvimento das lavouras norte-americanas e aguardando o novo reporte do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

“Antes dos relatórios WASDE e de produção de safra desta semana, as estimativas de rendimento preliminares continuam projetando previsões de produção acima da média”, destaca a analista Jacqueline Holland.

“As estimativas médias para a produção de milho totalizam 181,2 alqueires por acre (bpa), o que resulta em uma safra de milho de 15,2 bilhões de alqueires”, relata o analista da Farm Futures Bryce Knorr.

A publicação ainda aponta que, as chuvas no meio-oeste da semana passada trouxeram um leve alívio para as planícies e o cinturão do milho oriental, embora Iowa, o maior estado produtor de milho do país, tenha visto um aumento na severidade da seca, de acordo com o Monitor de Secas da Universidade de Nebraska.

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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