Milho segue com ganhos em Chicago e na B3 no final da manhã desta terça-feira (23)

Publicado em 23/12/2020 11:57
Demanda pelo cereal americano e clima na América do Sul puxam ganhos na CBOT

No final da manhã desta quarta-feira (23) a Bolsa Brasileira (B3) registrava cotações com leves altas. Por volta das 11h42 (horário de Brasília), o contrato Janeiro/21 estava valendo R$ 79,96 a saca de 60 quilos, alta de 0,77%, o Março/21 estava cotado em R$ 80,88/sc, com aumento de 0,60%, o Maio/21 valia R$ 75,42/sc, valorizado em 0,47%, e o Julho/21 com preço de R$ 68,60/sc, aumentando 0,87% 

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, há poucas negociações no mercado de milho brasileiro, no entanto, os produtores se afastam do mercado e solicitam valores maiores ao da referência para fechar negócios. A atenção dos participantes do mercado agora se volta para a colheita da 1ª safra e semeadura da 2ª safra de milho.

Em Chicago, os principais vencimentos do milho na CBOT tinham alta por volta das 11h49 (horário de Brasília). O contrato Março/21 era cotado em US$ 4,47, aumento de 4,00 pontos, o Maio/21 subia 3,75 pontos, com preço de US$ 4,48, o vencimento Julho/21 tinha valor de US$ 4,47, avançando 3,25 pontos, e o Setembro/21 valorizava 2,00 pontos, valendo US$ 4,28. 

Conforme reporte da Agrifatto Consultoria, a firmeza do mercado norte-americano acima dos US$ 4,30 e motivada, em parte, à falta de “vontade” dos agricultores dos Estados Unidos em negociar suas produções. Um ponto destacado pelo site Successful Farming é a questão do clima no Brasil, que pode ter tempo mais seco na região Sul em fevereiro, atrapalhando o desenvolvimento da soja tardia e do milho da primeira safra. Além disso, analistas americanos já olham também para o clima braisleiro em abril e maio, que pode colocar em risco a produtividade da segunda safra.

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Por: Letícia Guimarães
Fonte: Notícias Agrícolas

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