Milho trabalha estável em Chicago nesta 4ª e mercado acompanha clima no Corn Belt

Publicado em 14/07/2021 08:43 e atualizado em 14/07/2021 09:29

Nesta quarta-feira (14), os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago começam o dia com leves baixas. As posições mais negociadas perdiam entre 2,50 e 3,50 pontos, por volta de 8h30 (horário de Brasília), levando o contrato setembro a US$ 5,47 e o dezembro a US$ 5,38 por bushel. 

O foco segue sobre o clima norte-americano e as previsões para os próximos dias. No entanto, os mapas mostrados pelo NOAA, o serviço oficial de clima dos EUA, mostram chuvas abaixo da média para boa parte do Corn Belt, em especial os estados mais a noroeste do país, e temperaturas acima na mesma região. 

Assim, os traders monitoram a confirmação ou não das previsões, bem como o comportamento das lavouras, uma vez que julho é o mês mais importante para a cultura do milho nos Estados Unidos. 

Como explica o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, apesar da leve melhora de um ponto percentual nas lavouras em boas ou excelentes condições pelo último relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), "a safra segue perdendo potencial produtivo e tem o clima pela frente que pode
trazer tempo seco e quente e derrubar ainda mais a qualidade nos próximos dias".

Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:

Tags:

Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Milho mais novo ainda pode se recuperar após geada no RS, enquanto áreas mais adiantadas já inspiram mais preocupação
Milho ganha peso no planejamento da soja em MT e produtor busca antecipar plantio para preservar janela da safrinha
Cotações do milho recuam em Chicago na manhã desta quarta-feira, mas cenário segue indicando altas
Exportações de milho da Argentina devem bater recorde com guerra na Ucrânia e onda de calor na Europa
Em dia de correções, milho recua em Chicago nesta terça-feira, mas cenário segue com fatores de sustentação
Exportações de milho começam setembro ainda abaixo de 2025, mas ritmo reage após agosto fraco