Terça-feira começa negativa para os futuros de milho nas Bolsas

Publicado em 19/07/2022 09:23
Cotações perdem força na B3 e na CBOT

A terça-feira (19) começa com os preços futuros do milho recuando na Bolsa Brasileira (B3) e devolvendo parte dos ganhos obtidos ontem. As principais cotações operavam em campo negativo e flutuavam na faixa entre R$ 86,82 e R$ 91,54 por volta das 09h21 (horário de Brasília). 

O vencimento setembro/22 era cotado à R$ 86,82 com queda de 1,51%, o novembro/22 valia R$ 88,36 com desvalorização de 1,77%, o janeiro/23 era negociado por R$ 90,25 com baixa de 1,58% e o março/23 tinha valor de R$ 91,54 com perda de 1,09%. 

Mercado Externo 

A Bolsa de Chicago (CBOT) também iniciou o segundo dia da semana contabilizando movimentações baixistas para os preços internacionais do milho futuro por volta das 09h07 (horário de Brasília). 

O vencimento setembro/22 era cotado à US$ 5,96 com queda de 15,50 pontos, o dezembro/22 valia US$ 5,94 com valorização de 16,50 pontos, o março/23 era negociado por US$ 6,00 com perda de 16,50 pontos e o maio/23 tinha valor de US$ 6,03 com baixa de 16,50 pontos. 

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de grãos de Chicago perderam terreno nesta terça-feira na esperança de que um acordo seja encontrado para exportar mais grãos da Ucrânia, já que o presidente russo, Vladimir Putin, está deverá encontrar-se com o presidente turco no Irã para discutir o assunto.

Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira: 

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Milho: Mercado fecha 5ª feira com estabilidade na Bolsa de Chicago e na B3
Milho fecha em alta em Chicago, enquanto B3 termina o dia em campo misto nesta 3ª
Preços do milho sobem em Chicago nesta 3ª feira, enquanto B3 caminha de lado
Milho sente pressão do petróleo e fecha segunda-feira caindo até 1,2% em Chicago
Brasil exportou 14% mais milho por dia em março/26 do que o registrado em março/25
Cotações do milho em Chicago recuam nesta segunda-feira após adiamento dos ataques dos EUA no Irã