Conab indica colheita da safrinha de milho passando dos 13% e destaca bons rendimentos em GO e MT

Publicado em 18/06/2024 10:05
Por outro lado, relatório aponta problemas com a seca no Paraná e Mato Grosso do Sul; Colheita da primeira safra chega aos 85,2%

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou seu acompanhamento semanal das lavouras brasileiras e atualizou o estágio de desenvolvimento das lavouras de milho da safra de verão 2023/24 e da segunda safra de 2024 no Brasil.                                     

A segunda safra de milho segue sendo colhida, subindo dos 7,5% da semana passada para 13,1% do total cultivado no país, este índice é maior do que os 5,3% do mesmo período de 2023.     

Os estados que já iniciaram as atividades são Mato Grosso (18,1%), Paraná (13%), Mato Grosso do Sul e Tocantins (10%), São Paulo (5%), Goiás (4%) e Minas Gerais (3%).   

Enquanto isso, as lavouras que seguem em desenvolvimento, se dividem entre 0,7% ainda em floração, 23,8% em enchimento de grãos e 62,4% já em maturação.    

Detalhando o desenvolvimento em cada estado, os técnicos da Conab apontam que a colheita avança com bons rendimentos no Mato Grosso, no sul de Goiás e nas primeiras áreas de Minas Gerais. 

Já no Paraná, o tempo seco favoreceu a colheita, mas afetou as lavouras em fase final de enchimento de grão, assim como no Mato Grosso do Sul. 

Ao mesmo tempo, a colheita da primeira safra 23/24 também segue avançando no Brasil, saindo dos 85,2% da semana passada e indo para 88,1% do total previsto, percentual maior do que os 87,1% do mesmo período da safra passada.          

Os estados mais avançados na colheita são São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Goiás (100%), Minas Gerais (99,5%), Rio Grande do Sul (97%), Bahia (82%), Piauí (60%) e Maranhão (40%).    

As lavouras de milho primeira safra ainda em campo estão todas em fase de maturação (11,9%).   

Os técnicos da Conab destacam que, a colheita avança no extremo oeste da Bahia com rendimentos inferiores aos esperados e no centro-sul do estado baiano com baixa produtividade e qualidade. 

As atividades também estão chegando ao fim no Piauí e Minas Gerais.  

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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