Dólar forte nos EUA pesa e milho segue recuando em Chicago nesta 4ªfeira

Publicado em 13/11/2024 13:36
B3 também opera no campo negativo

Os preços futuros do milho continuam operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta quarta-feira (13). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 74,14 e R$ 76,50 por volta das 13h28 (horário de Brasília). 

O vencimento novembro/24 era cotado à R$ 74,14 com queda de 0,15%, o janeiro/25 valia R$ 76,07 com perda de 0,90% e o março/25 era negociado por R$ 76,50 com baixa de 0,39%. 

Mercado Externo 

Na Bolsa de Chicago (CBOT), as movimentações negativas também se mantiveram presentes para os preços internacionais do milho futuro, que recuavam por volta das 13h20 (horário de Brasília). 

O vencimento dezembro/24 era cotado à US$ 4,26 com baixa de 2,25 pontos, o março/25 valia US$ 4,37 com queda de 3,00 pontos, o maio/25 era negociado por US$ 4,44 com queda de 3,25 pontos e o julho/25 tinha valor de US$ 4,47 com desvalorização de 3,50 pontos. 

Segundo informações reportadas pelo site internacional Successful Farming, Naomi Blohm, consultora sênior de mercado da Total Farm Marketing, disse que espera que os grãos sejam negociados lateralmente ou mais baixos no curto prazo.  

“Ela também observou que o dólar americano mais alto está pesando nos preços dos grãos e criando temores de menor demanda de exportação”, destaca a publicação.   

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Colheita de milho do Brasil tem avanço para 84,4%, diz Pátria AgroNegócios
Futuros do milho voltam a subir na B3, saltam 1% nesta quinta-feira e março/27 passa dos R$ 81,00
Dezembro/26 acima dos US$ 5,00: Futuros do milho seguem em alta na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira
Datagro vê salto no déficit do mercado de milho no Brasil em 26/27 com demanda do setor de etanol
Ainda de olho no Pro Farmer, Chicago começa a quinta-feira com valorizações para o milho
Futuros do milho em Chicago saltaram 2% nesta quarta-feira diante de Pro Farmer mostrando perdas de produtividade