Cotações do milho abrem a quinta-feira recuando em Chicago ainda sob pressão do USDA

Publicado em 14/08/2025 10:11
B3 acompanha e também começa o pregão no negativo

A quinta-feira (14) começa com os preços futuros do milho operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 64,55 e R$ 72,60 por volta das 10h00 (horário de Brasília). 

O vencimento setembro/25 era cotado a R$ 64,55 com desvalorização de 0,45%, o novembro/25 valia R$ 66,68 com baixa de 0,40%, o janeiro/26 era negociado por R$ 69,80 com queda de 0,21% e o março/26 tinha valor de R$ 72,60 com perda de 0,41%. 

Mercado Externo 

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro também abriram as atividades desta quinta-feira com flutuações no campo negativo, registrando recuos por volta das 09h44 (horário de Brasília). 

O vencimento setembro/25 era cotado a US$ 3,70 com queda de 3,75 pontos, o dezembro/25 valia US$ 3,93 com desvalorização de 4,25 pontos, o março/26 era negociado por US$ 4,11 com perda de 4 pontos e o maio/26 tinha valor de US$ 4,21 com baixa de 4,25 pontos. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho continuam pressionados pelos dados pessimistas do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgados na terça-feira, que incluíram aumentos inesperados na área plantada e na produtividade.  

“O USDA elevou sua estimativa de produtividade nos EUA para a máxima histórica de 188,8 bushels por acre, um aumento de 4,3% em relação à previsão anterior da agência, e projetou uma safra recorde de 16,74 bilhões de bushels”, destaca Bruce Blythe, analista da Farm Futures. 

Por outro lado, “a forte demanda contínua por exportação pode ajudar a conter a queda dos preços. Os dados de vendas de exportação do USDA divulgados hoje, referentes à semana encerrada em 7 de agosto, devem refletir a demanda robusta e contínua por milho da nova safra”, pondera Blythe. 

Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira (13):

+ Demanda interna aquecida traz certa sustentação para preços do milho no Brasil

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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