Milho opera com leves altas em Chicago e oscila entre perdas e ganhos na B3 nesta quinta-feira
Os preços futuros do milho apresentam pequenas valorizações na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira (15), após as quedas registradas na sessão anterior. No Brasil, os contratos negociados na Bolsa Brasileira (B3) oscilam entre perdas e ganhos, em um pregão de variações moderadas.
Por volta das 12h59 (horário de Brasília), o vencimento dezembro/26 era negociado a US$ 4,8150 por bushel, com alta de 0,75 ponto. O março/27 também avançava 0,75 ponto, cotado a US$ 4,9500, enquanto o maio/27 permanecia estável, valendo US$ 5,0175.
O mercado internacional continua acompanhando os efeitos do relatório de oferta e demanda divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na última sexta-feira, que elevou as estimativas de produção e estoques norte-americanos.
Na quarta-feira (14), Chicago encerrou com desvalorizações próximas de 0,5%, enquanto os contratos mais próximos da B3 registraram perdas superiores a 2%.
As perspectivas de ampla oferta nos Estados Unidos permanecem no radar dos investidores. Em análise divulgada neste mês, o Itaú BBA destacou que o desempenho das exportações americanas será determinante para a trajetória das cotações, diante da possibilidade de crescimento adicional dos estoques caso a demanda externa fique abaixo das projeções.
O mercado também acompanha o andamento da colheita nos Estados Unidos. No levantamento mais recente, divulgado na terça-feira (13), o USDA apontou que 33% da área cultivada havia sido colhida, abaixo da média histórica de 39%.
B3 apresenta movimentações mistas
Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho operam entre perdas e ganhos nesta quinta-feira, após as quedas mais intensas registradas no pregão anterior.
Por volta das 13h07 (horário de Brasília), o vencimento novembro/26 era negociado a R$ 67,31 por saca, com baixa de 0,13%. O janeiro/27 recuava 0,15%, cotado a R$ 71,26.
Por outro lado, o março/27 apresentava leve alta de 0,01%, negociado a R$ 75,31, enquanto o maio/27 avançava 0,26%, valendo R$ 74,40 por saca.
O comportamento dos contratos ocorre em um mercado brasileiro que continua enfrentando baixa liquidez nas negociações físicas e maior concorrência internacional, conforme avaliações recentes da Agrinvest, Safras & Mercado e Itaú BBA.