Líderes chineses descartam pacotes de estímulo econômico para 2013

Publicado em 31/07/2013 14:49 e atualizado em 31/07/2013 15:27
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O Comitê do Partido Comunista da China (PCCh), que reúne 25 influentes autoridades do país, acredita que a segunda economia mundial deverá manter um crescimento "estável" na segunda metade de 2013 e, por isso, descartou as medidas de estímulo financeiro e monetário que estavam sendo especuladas, informou nesta quarta-feira a imprensa oficial.

Na reunião, realizada ontem e liderada pelo secretário-geral do Partido e presidente da China, Xi Jinping, os altos cargos comunistas assinalaram que, apesar das condições "extremamente complicadas" dentro e fora do país, acreditam que a economia nacional alcançará o objetivo de crescimento anual de 7,5%.

Leia a notícia na íntegra no site do Terra.

Na Veja: China descarta novo plano de estímulo econômico em 2013

O Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista chinês descartou as medidas de estímulo financeiro e monetário que estavam sendo especuladas por analistas internacionais diante da desaceleração da economia do país, informou nesta quarta-feira a imprensa estatal. O órgão, também conhecido como Politburo, reúne 25 autoridades e tem posição intermediária na hierarquia decisória do gigante asiático, entre o Comitê Central, que possui 376 delegados, e o Comitê Permanente, cujos sete membros formam a cúpula do governo.

Segundo a mídia oficial chinesa, os líderes do país acreditam que a segunda economia mundial irá manter um crescimento "estável" na segunda metade de 2013 e alcançará a meta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) anual de 7,5%. No primeiro trimestre de 2013, o PIB da China apresentou uma expansão de 7,7% e, no segundo, 7,5%, sua taxa mais baixa em 13 anos, fato que confirmou o ritmo menor da economia chinesa registrado desde o ano passado. Esse resultado é reflexo da queda das exportações e do momento econômico ruim de seus principais parceiros, Estados Unidos e União Europeia.

Leia a notícia na íntegra no site da Veja.

Fonte: Terra+Veja

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