Na VEJA: Economia da Itália entra em recessão pela terceira vez em seis anos

Publicado em 06/08/2014 11:58 168 exibições

A Itália entrou em recessão pela terceira vez desde 2008 com o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, destacando a fraqueza crônica da terceira maior economia da zona do euro. Dados divulgados nesta quarta-feira pela agência de estatísticas Istat mostraram que o PIB recuou 0,2% entre abril e junho em relação aos três meses anteriores. Pesquisa junto a economistas apontava expectativa de crescimento de 0,2%. Como a economia italiana também encolheu 0,1% entre janeiro e março, o país entrou na chamada recessão técnica, quando tem dois trimestres seguidos de contração do PIB. 

Antes da divulgação dos dados, o ministro da Economia, Pier Carlo Padoan, afirmou que, apesar de indicações de que o crescimento ficará aquém das projeções nas quais o orçamento público de 2014 se baseou, a Itália não precisará de ajuda financeira emergencial. Ele afirmou ao jornal Il Sole 24 Ore que a Itália vai divulgar um déficit orçamentário (receitas menos despesas) dentro do teto da União Europeia de 3% do PIB.

As projeções oficiais do governo para 2014 são de crescimento de 0,8% e déficit de 2,6% do PIB, mas tanto Padoan quanto o primeiro-ministro Matteo Renzi disseram que as condições estão piores do que o esperado. Isso tem alimentado crescentes especulações de que medidas extras podem ser necessárias para atender às metas orçamentárias da UE.

Rússia reúne tropas na fronteira com Ucrânia, segundo a Otan

A Rússia reuniu cerca de 20.000 homens na fronteira leste da Ucrânia e pode usar a desculpa de uma missão humanitária ou de manutenção da paz para enviá-los ao território ucraniano, informou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), nesta quarta-feira. "Nós não vamos adivinhar a intenção da Rússia", disse a porta-voz da Otan, Oana Lungescu em comunicado. "A recente atividade militar russa aumenta ainda mais a tensão e prejudica os esforços em busca de uma solução diplomática para a crise. Essa é uma situação perigosa." A Otan também confirmou que não vai agir, mas vai acompanhar “atentamente” a movimentação das tropas russas próximas à fronteira com a Ucrânia. Desde o início dos distúrbios no leste ucraniano, no início do ano, a Otan monitora a região com satélites militares.

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Fonte:
Veja

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