Aécio tem 50,3% dos votos válidos e Dilma, 49,7%, diz CNT/MDA

Publicado em 25/10/2014 13:19 e atualizado em 26/10/2014 17:02 1037 exibições
Pesquisa divulgada neste sábado mantém situação de empate técnico; na segunda-feira, petista estava numericamente à frente (O Estado de S. Paulo)

São Paulo - Pesquisa CNT/MDA divulgada na manhã deste sábado, 25, mostra o candidato à presidência do PSDB Aécio Neves numericamente à frente da candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT), mas em situação de empate técnico. De acordo com o levantamento, o tucano tem 50,3% das intenções de votos válidos contra 49,7% da petista. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Na pesquisa anterior, divulgada na segunda-feira, 20, Dilma aparecia numericamente à frente, mas também em situação de empate. Há cinco dias, a candidata petista tinha 50,5% dos votos válidos (quando são desconsiderados brancos e nulos), ante 49,5% do tucano.

A intenção de votos espontânea também mostra os candidatos empatados tecnicamente, com Aécio levando 44,4% dos votos e Dilma, 43,3%. Na pesquisa estimulada os números vão a 45,3% para o tucano e 44,7% para a candidata à reeleição.

A sondagem mostra que 43,3% dos entrevistados não votaria em Dilma de jeito nenhum enquanto no caso de Aécio, 42,8% dos consultados não votariam nele de jeito nenhum. No levantamento anterior, 41% não votariam em Aécio e 40,7% não votariam em Dilma.

A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR - 01199/2014 e realizada nos dias 23 e 24 de outubro. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 unidades da Federação.

 

Rodeado por eleitores no Rio, Aécio diz que vai ganhar a eleição

MARCIO DOLZAN - O ESTADO DE S. PAULO

Tucano mostrou otimismo ao deixar seu apartamento para se dirigir a São João Del Rei, onde visitará o túmulo do avô Tancredo Neves

RIO - Pouco mais de dez horas após o último debate à presidência da República, o candidato do PSDB, Aécio Neves, demonstrou otimismo quanto a uma vitória na eleição deste domingo. Ao deixar seu apartamento na zona sul do Rio de Janeiro na manhã deste sábado, 25, Aécio foi rodeado por eleitores e passou cinco minutos posando para fotos e distribuindo cumprimentos."É isso (apoio) que estou vendo no País inteiro. Nós vamos ganhar a eleição", afirmou o candidato.

Ele estava a caminho de São João Del Rei, em Minas Gerais, onde visitará o túmulo do avô Tancredo Neves, como costuma fazer em suas campanhas eleitorais.Sorridente, Aécio pediu o apoio e a confiança aos eleitores que se aglomeravam para fazer selfies. Torcedor do Cruzeiro, ele ainda brincou com um menino que vestia uma camiseta do Internacional. "Ih, torcedor do Inter, é?", comentou, enquanto tirava uma foto com o garoto. "Torce por mim amanhã", pediu o candidato.Fábio Motta/Estadão

A visita ao túmulo de Tancredo Neves será o último ato de campanha de Aécio. Sua participação em uma caminhada no centro de Belo Horizonte chegou a ser cogitada, mas, de acordo com sua assessoria, ele irá para a capital mineira somente no domingo, 26, onde vai votar e aguardar o resultado da eleição.

 

Cerca de mil pessoas fazem ato pró-Aécio no centro de São Paulo

RICARDO CHAPOLA - O ESTADO DE S. PAULO

 

Com gritos de 'fora, PT', a passeata foi marcada por protestos contra o partido adversárioTiago Queiroz/Estadão

Estavam presentes no ato o governador Geraldo Alckmin e sua esposa Lu Alckmin


Cerca de mil pessoas, segundo a Polícia Militar, participarem neste sábado, 25, de uma passeata organizada pela campanha do candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, no centro de São Paulo. O ato foi marcado por gritos de protestos contra o PT.

O ato contou com a participação do governador Geraldo Alckmin, do deputado federal, José Aníbal, do vereador Andrea Matarazzo, do deputado Paulinho da Força e de dirigentes do partido na capital.

Os manifestantes partiram da praça do Patriarca, passaram pela Prefeitura e encerraram a caminhada na praça da República. Alckmin foi escoltado por seguranças ao lado da primeira dama, dona Lu Alckmin. A presença do governador gerou empurra empurra ao longo do percurso. 

"Fora, PT", gritaram os militantes tucanos ao passarem em frente à Prefeitura. O prefeito de São Paulo é Fernando Haddad, do PT. Ninguém discursou no evento, em respeito à legislação eleitoral, que proíbe comícios e pedido de voto na véspera das eleições. 

"Vamos desmoralizar os institutos de pesquisa", disse o deputado Fernando Capez (PSDB), presente no ato. Ele gritava sobre um carro de som.

A manifestação tucana da manhã desse sábado ocorreu no mesmo local onde, no dia anterior, aconteceu um ato realizado pela campanha da presidente Dilma Rousseff. Cerca de 3 mil militantes petistas caminharam pelo centro, acompanhados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na tarde desse sábado, vai haver mais um ato pró-Aécio na Avenida Paulista. Ele foi organizado aos moldes da manifestação da quarta passada, no Largo da Batata: via internet.

Na FOLHA: Ato a favor de Aécio tem empurra-empurra e gritos contra o PT

Sem a presença do presidenciável Aécio Neves(PSDB), o ato de apoio à candidatura do tucano, promovido neste sábado (25) na capital paulista, foi marcado por empurra-empurra, fogos de artifício e manifestações anti-PT.

Com a participação do governador Geraldo Alckmin (PSDB), a caminhada teve início na Praça do Patriarca e se estendeu até a Praça da República, ambas na região central de São Paulo.

Os militantes e simpatizantes da candidatura do tucano carregavam bandeiras, adesivos e cópias da capa da revista "Veja". A publicação divulgou nesta semana depoimento do doleiro Alberto Youssef, segundo o qual a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabiam do esquema de corrupção na Petrobras.

  Dário Oliveira/Código19/Folhapress  
Caminhada dos aliados de Aécio Neves na praça do Patriarca ate praça da República com a presença de Geraldo Alckmin
Caminhada dos aliados de Aécio Neves na praça do Patriarca com a presença de Geraldo Alckmin

Segundo a Polícia Militar, participaram do ato cerca de mil pessoas, entre elas o ex-governador Alberto Goldman (PSDB), o deputado federal José Aníbal (PSDB), o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, entre outros.

O governador ficou apenas meia hora no evento, mas sua passagem gerou empurra-empurra e princípio de confusão. Como a legislação eleitoral proíbe pedido de voto em sistema de som às vésperas do pleito presidencial, ele não discursou. E também não falou com a imprensa.

Os militantes e simpatizantes pediram a saída do PT do governo federal e criticaram as recentes pesquisas de intenção de voto, que apontaram a vantagem da presidente sobre o tucano neste segundo turno.

"As pesquisas foram compradas. Vamos desmoralizar os institutos de pesquisa", atacou o deputado estadual Fernando Capez (PSDB).

 
Fonte:
O Estado de S. Paulo (+ fOLHA)

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