Na Folha: Impasse no Mercosul pode atrapalhar acordos comerciais e prejudicar Brasil

Publicado em 18/08/2016 09:42
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Na coluna de Mônica Bergamo, na edição desta quinta-feira (17) da Folha de S. Paulo

O imbróglio na presidência do Mercosul tem "potencial para atrapalhar" acordos comerciais em discussão no bloco, especialmente com a União Europeia e as novas parcerias com Canadá e Índia, avaliam integrantes do governo Temer. O dia a dia de reuniões já foi afetado.

SEM CABEÇA
Nos bastidores, há críticas à postura do Itamaraty e à "excessiva politização" da discussão sobre a sucessão no grupo de países, que está sem líder há 15 dias. A situação pode ser prejudicial "justamente no momento em que o Brasil precisa de uma injeção de ânimo em sua economia". Brasil, Argentina e Paraguai se opõem à posse da Venezuela na presidência do bloco. Já o Uruguai defende o país de Nicolás Maduro.

RADIOATIVIDADE
O governo federal aguarda a conclusão das investigações da Operação Lava Jato que envolvem Angra 3 para negociar a retomada das obras da usina nuclear. O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, trabalha com a estimativa de que serão necessários de R$ 8 bilhões a R$ 9 bilhões para concluir o projeto. Os valores seriam captados com a abertura de uma parceria público-privada.

CÁLICE
O brasileiro Paulo Abrão anunciou que vai declinar da participação em qualquer ato referente ao impeachment de Dilma Rousseff na Comissão Interamericana de Direitos Humanos. O comunicado foi feito assim que assumiu o cargo de secretário-executivo da entidade, na terça (16).

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Fonte: Folha de S. Paulo

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