O PIB americano e Trump, EDITORIAL DO ESTADÃO

Publicado em 28/01/2017 09:41
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Na edição deste sábado em O ESTADO DE S. PAULO // Trump: louco, mas rasga dinheiro? (por VINICIUS TORRES FREIRE, na FOLHA) // Sabe a vergonha que sentimos por nos considerarem ladrões só por sermos brasileiros? (por JUAN ÁRIAS, no EL PAÍS)

O presidente Donald Trump acaba de assumir o governo de um país em crescimento econômico há oito anos, um dos mais longos períodos de expansão depois da 2.ª Guerra Mundial. A economia americana cresceu 1,6% em 2016, segundo um cálculo provisório. A conta inclui a primeira estimativa do quarto trimestre: 1,9% de expansão em termos anualizados. A estimativa final tem sido frequentemente superior à inicial. De toda forma, o resultado definitivo, embora satisfatório nas atuais condições mundiais, será provavelmente menor que o prometido pelo novo presidente. Segundo seu compromisso, o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos aumentará em média 4% ao ano em seu mandato. Falta explicar melhor como isso será conseguido e se esse ritmo será sustentável. 

O atual ciclo de crescimento americano começou em 2009, com o país ainda sob o choque inicial da crise financeira de 2007-2008. A economia dos Estados Unidos foi uma das primeiras a entrar em recuperação. O governo combinou medidas de apoio ao setor privado, de duração limitada, com ações de ajuste das finanças públicas. O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) manteve os juros básicos durante anos na faixa de zero a 0,25%, facilitando a expansão do crédito. As famílias voltaram gradualmente ao consumo, os negócios ganharam impulso e o setor privado retomou o investimento produtivo. 

Inovação e reorganização foram importantes nesse período. Com isso, parte dos trabalhadores ficou para trás, perdendo padrão de vida. Mas a abertura de vagas logo foi retomada e o emprego cresceu, até o segundo semestre de 2016, por 75 meses consecutivos. O desemprego nos Estados Unidos, inferior a 5% da força de trabalho, é um dos mais baixos do mundo, mas esse dado nunca foi considerado de forma adequada no discurso de Trump. Ele se concentrou em responder às frustrações de quem ficou para trás nas mudanças do sistema produtivo. 

O PIB americano cresceu 2,6% em 2015 e perdeu vigor em 2016. Mas, ainda assim, o crescimento foi suficiente para sustentar a expansão do emprego e dar ao dirigentes do Fed segurança para continuar o aumento de juros básicos. A taxa está hoje na faixa de 0,25% a 0,50% ao ano e esperam-se novos aumentos, talvez três, até o fim de 2017. 

Apesar dos aumentos, a política monetária continua bastante frouxa para permitir a expansão dos negócios e, talvez, maior oferta de empregos. O que ocorrerá se o novo governo pisar no acelerador do crescimento? Pelas informações até agora disponíveis, a política expansionista do presidente Trump deverá basear-se, inicialmente, em maiores gastos federais, alguns incentivos tributários e medidas protecionistas, dirigidas, em boa parte, à manutenção e à restauração de setores industriais mais afetados pela competição internacional – ou pouco eficientes e de baixa competitividade, para lembrar fatos escamoteados, de modo geral, pela propaganda trumpista. 

Tudo isso poderá resultar em mais investimentos e, talvez, em maiores contratações. O governo terá alguns feitos para exibir durante algum tempo. Mas essa política também levará à menor produtividade, a custos maiores e preços mais altos para o consumidor. A piora das perspectivas de inflação deverá apressar a elevação de juros pelo Fed, com efeitos nas condições de financiamento, alterações no câmbio e problemas para outros países, especialmente os emergentes.

As primeiras medidas do novo governo, incluídas a decisão de construir o muro na fronteira com o México e a ameaça de imposição de altas tarifas à importação de produtos mexicanos, são prenúncios assustadores. A nova política poderá resultar em algum crescimento, por algum tempo, mas o desprezo a regras comerciais e a tratados – como o Nafta – porá em risco a ordem econômica internacional e produzirá novos conflitos. Depois de oito anos de crescimento seguro e ordenado, os Estados Unidos podem ser jogados numa aventura comandada pelo voluntarismo de um líder populista sem noção aparente de limites. O custo poderá ser muito alto para todo o mundo.

Trump: louco, mas rasga dinheiro? (por VINICIUS TORRES FREIRE, na FOLHA)

Em uma parte do universo, Donald Trump não parece um envelhecido Damien Thorn. Sim, Damien, o menino do filme "A Profecia", o filho da chacal, o Anticristo.

Teriam apenas nomes com as mesmas iniciais (DT), embora talvez nunca se venha a saber se está gravado o número da besta, 666, debaixo daquele toldo laranja-palha que cobre a cabeça de Trump.

Sem brincadeira, nessa parte central do universo vivem muitos donos do dinheiro grosso americano e não poucos economistas reputados, não importa se de direita. Lá, Trump merece mais do que o benefício da dúvida: seria capaz de fazer a economia decolar para mais do que um voo de galinha inflacionário.

Não é surpresa que os maiores lobbies das empresas americanas sejam simpáticos a um presidente amigo do dinheiro e que, enfim, mal começou a governar –não se arruma encrenca de graça com o poder político mesmo nos Estados Unidos. Mas convém registrar a alegria das corporações e argumentos de que o plano Trump não seria necessariamente lunático, apesar de o presidente ser o que é, com risco de ser pior (além de doido, incompetente).

"Os americanos podem apenas ganhar se modernizarmos nosso sistema tributário, tivermos uma abordagem mais inteligente da regulação e investirmos em infraestrutura", escreveu Jamie Dimon em nota para saudar a posse de Trump.

Dimon é presidente-executivo do JPMorgan e preside o conselho do BRT (Business Roundtable), uma das duas organizações empresariais mais influentes dos EUA (a outra, ainda maior, é a Câmara de Comércio). Fez mais que média com o novo presidente. Fez o elogio explícito de pontos centrais do programa "pró-crescimento" de Trump. Houve mais.

Houve alegria com a decisão de autorizar oleodutos imensos, bloqueados sob Barack Obama. Quando Trump jogou no lixo o acordo de livre-comércio do Pacífico, o BRT pediu diplomaticamente apenas que Trump fizesse outros tratados na região e disse que o Nafta, o acordo com Canadá e México, precisa ser mesmo revisto.

As ideias beócias de Trump sobre comércio de fato assustam os donos do dinheiro, sejam a favor ou contra o presidente. Quanto às demais, por ora é só riso e alegria.

Desmontar a regulação ambiental ampliada e os pequenos avanços de Obama em leis do trabalho pode elevar a rentabilidade das empresas, mesmo ao custo de esfolar os americanos mais pobres, aliás minoritários.

Baixar impostos sobre empresas é um incentivo real para investimentos. Aumentar a dívida do governo para investir em infraestrutura é mais estímulo, aliás defendido desde a crise de 2008 por economistas reputados de esquerda.

Há quem diga que tal programa vai dar em um voo de galinha, crescimento acelerado por dois ou três anos, seguido de pouso forçado por juros altos.

Baixar imposto e elevar gasto aumentariam ainda mais o deficit federal. Além do mais, a economia estaria próxima do pleno emprego (demandar mais trabalho elevaria os salários além da conta: inflação).

Deficit e inflação dão em alta de juros forte, ainda mais numa economia em que a produtividade cresce no ritmo mais baixo em um século.

Para dez dias de governo, a discussão é especulativa. Mas importa notar que há muito crente de peso no sucesso da profecia de Trump. 

 

Sabe a vergonha que sentimos por nos considerarem ladrões só por sermos brasileiros? (por JUAN ÁRIAS, no EL PAÍS)

Sandra, vizinha e amiga da família, me contava ao voltar de uma recente viagem aos Estados Unidos, onde tinha ido visitar os netos, que estava triste por constatar a imagem que os brasileiros têm em algumas cidades daquele país.

Ela me dizia que, ao entrar em um supermercado, colocaram discretamente uma funcionária ao seu lado quando perceberam que era brasileira, para ver se “roubava alguma coisa”.

Disse-me, com um sentimento de indignação: “Sabe a vergonha que sentimos por nos considerarem ladrões só por sermos brasileiros?”

De fato, existe o perigo de que o mundo pense que todos os brasileiros são corruptos como boa parte de seus políticos. E os corruptos se interessam em consolidar a ideia de que a corrupção está no DNA dessa sociedade.

Ninguém nega que também haja, como em todas as partes do mundo, cidadãos comuns que cometem pequenas corrupções. Nada, no entanto, é comparável com o que está surgindo nos porões escuros da corrupção política.

Seria uma ofensa e um desrespeito a esses cidadãos honrados que passam a vida trabalhando, ou que sofrem com o ferrão do desemprego e nem por isso se corrompem.

E que hoje são as vítimas econômicas da grande corrupção político-empresarial.

O perigo de que a imagem do Brasil acabe deturpada pelas notícias que chegam ao exterior sobre os escândalos de corrupção política, considerada uma das maiores do mundo, é real e injusto.

Esse baile de milhões de reais subtraídos do Estado; a quantidade de figuras públicas denunciadas, julgadas, presas e condenadasdeputados, senadores, ministros e ex-ministros, prefeitos e vereadores, e junto com eles os maiores empresários do país, vai criando um caleidoscópio que acaba oferecendo uma figura deformada do que é de como vive a sociedade como um todo.

É injusto, porque o Brasil real, o que trabalha e se endivida, o que não rouba e se conforma com o que ganha, representa 98% dos mais de 200 milhões de habitantes.

Basta um dado fornecido pela ONG Transparência Brasil para constatar o abismo ético que existe entre as pessoas comuns e os políticos: 59% dos deputados (303 em 513) têm algum problema na Justiça e até já tiveram condenações em primeira instância. Por outro lado, só 2% da sociedade tem algum processo judicial pendente, segundo o presidente da OAB Subseção de Santos, Rodrigo Julião.

Entre os ex-ministros dos governos progressistas de Lula e Dilma, 18 são investigados. E nos poucos meses de vida do atual Governo de Temer, seis ministros já saíram.

Mais de 40 políticos com foro privilegiado esperam ser julgados pelo Supremo, alguns com até 12 processos em curso, sem contar os que poderão ser envolvidos no escândalo da Odebrecht, apelidado de “Delação do Fim do Mundo”. Calcula-se que mais de 100 políticos sejam acusados de corrupção.

Nos últimos 24 anos, dois presidentes da República, quatro presidentes da Câmara e três presidentes do Senado renunciaram ou tiveram de deixar seus cargos.

É uma lúgubre caravana de políticos importantes envolvidos em corrupção, que a sociedade observa incrédula e enfurecida. Essa sociedade que, sobretudo nas grandes cidades, utiliza todos os dias o transporte público para realizar seu trabalho, tantas vezes alienante, e para quem o aumento de alguns centavos na passagem do ônibus ou do metrô é motivo de angústia.

É o que dizia uma mulher trabalhadora, já idosa, que caminhava no Rio mancando e com o olhar triste e perdido.

Queixava-se a um repórter que a entrevistava que, para ela, “dois reais significavam muito dinheiro e dor”.

Ao contrário de tantos dos seus políticos que nadam no luxo com o dinheiro roubado do erário público, os brasileiros buscam seus momentos de felicidade no que de melhor e mais simples lhes oferece a vida, sabendo contentar-se com o fruto do seu trabalho.

O antigo ditado “pobre, mas honrado” não é algo fora de moda no Brasil. Continua sendo verdade para a massa de milhões de trabalhadores anônimos que tentam transmiti-lo aos seus filhos.

São eles que têm mais direito de se escandalizar com a corrupção de seus políticos e de exigir que prestem contas.

Podemos criticá-los quando aplaudem, ao ver os políticos, pela primeira vez neste país, entrando na prisão, cabisbaixos ou arrogantes?

Quem julga a sociedade pelo prisma da corrupção dos políticos ofende o Brasil.

A falsa lição de Trump, por FRNANDO DANTAS, no ESTADÃO

Em 2015, segundo dados do Banco Mundial, o Brasil, com corrente de comércio (exportações mais importações) equivalente a 20,8% do Produto Interno Bruto (PIB), era o quarto país mais fechado do mundo, entre aqueles em que foi possível obter o dado, perdendo apenas para Argentina e Nigéria, com 20%, e para o conflagrado Sudão, com 11,9%.

De 1980 até hoje, a produtividade brasileira do trabalho cresceu a uma média de apenas 0,6% ao ano. É um ritmo pior do que o da produtividade dos Estados Unidos, que significa na maior parte dos casos a fronteira da eficiência, que teoricamente um país em desenvolvimento como o Brasil quer alcançar. Quer dizer, em vez de convergir, estamos nos afastando.

Qual a relação entre as duas constatações acima, sobre a corrente de comércio e a produtividade? Para muitos economistas, as duas têm tudo a ver uma com a outra.

Um grau maior de abertura ao comércio internacional aumenta a eficiência produtiva de um país principalmente por dois canais. O primeiro é a pressão competitiva exercida tanto no mercado doméstico pelos produtos importados, como sobre as exportações que tentam ganhar fatias maiores no comércio internacional. As empresas nacionais não podem se acomodar na muralha do protecionismo, e são obrigadas a buscar formas mais baratas e inovadoras de produzir.

O segundo canal é o acesso dos fabricantes nacionais aos melhores e mais baratos insumos e bens de capital disponíveis no mercado global, que permitem que se produza com menor custo bens de maior qualidade.

Agora, porém, o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou uma estridente política protecionista, com o objetivo declarado de fortalecer a economia americana. Já se ouvem, no Brasil e em outros países em desenvolvimento com viés protecionista, comentários de que Trump, em que pese sua reprovável postura anti-imigrante e hostil a diversas minorias, tem razão em defender o “interesse nacional” no caso das medidas para fechar o mercado americano.

Essas vozes vão aumentar de tom caso, como é possível, nada de muito errado ocorra nos Estados Unidos a curto e médio prazos com o protecionismo de Trump. A economia americana está decolando e a proteção, que é inflacionária, pode até ajudar o país a sair definitivamente da zona de risco de deflação (do tipo japonês, que freia sistematicamente a atividade econômica).

Além disso, como já observado, os Estados Unidos estão na fronteira da produtividade em inúmeros setores. A proteção, como no caso brasileiro, pode no longo prazo reduzir a eficiência dos segmentos que mais dela se beneficiarão, mas é possível que esse efeito demore a fazer cócegas na fabulosa máquina produtiva americana.

No caso brasileiro, adicionar mais proteção num país emergente já muito fechado, e com políticas protecionistas como as de conteúdo nacional, é uma má ideia que terá impactos mais fortes e mais rápidos. O principal será o de provocar mais um choque de ineficiência numa indústria que está estagnada num nível de produtividade muitíssimo inferior ao das nações que se destacam no comércio global.

Adicionalmente, como observa a economista Sandra Rios, do Cindes, um “think tank” de comércio internacional, há o risco de se criar pressões inflacionárias no momento em que o Banco Central, com muito esforço, vem conseguindo trazer o IPCA para a meta de 4,5%.

Sandra reage com cautela à ideia de que o protecionismo de Trump pode abrir oportunidades ao Brasil no jogo de xadrez do comércio global.

“Para o mundo como um todo será ruim, e para nós especificamente só terá um lado bom se agirmos efetivamente para aproveitar as oportunidades”, ela diz. A agenda é clara. Há o acordo entre o Mercosul e a União Europeia e o do Brasil com o México, país que vem sendo escorraçado por Trump. O fundamental é entender que abrir é do interesse nacional.

Trump e o jogo contra, por CELSO MING (no ESTADÃO)

Já não há quem chame a atenção para a enorme diferença entre o que foi o discurso eleitoral do candidato Trump e o que seria a política real do presidente Trump. O que ele se comprometeu a fazer está colocando em prática, não importando, neste momento, o que possa estar ou dar errado.

Saiu o decreto da construção do muro; e saiu a desistência dos Estados Unidos da Parceria Transpacífico (TPP). Trump deu substanciais demonstrações de que não gosta de tratados de livre-comércio.

Durante mais de 70 anos, os nacionalistas brasileiros sustentaram a tese de que a liberalização do comércio mundial sempre favoreceu as economias hegemônicas. Durante o primeiro mandato, o governo Lula recusou-se a negociar a proposta de criação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), porque entendia que se tratava de uma instituição cujo objetivo seria fazer o jogo dos Estados Unidos.

Importação EUA

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Agora, é o presidente norte-americano que se recusa a levar adiante as negociações quase concluídas da TPP porque entende que faria o jogo da concorrência contra sua proposta política dos Estados Unidos em primeiro lugar.

Nos próximos dias, Trump também pretende renegociar o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta, na sigla em inglês), que já tem 23 anos. Garante que o principal beneficiário do livre-comércio dentro do bloco foi o México, à custa de postos de trabalho dos americanos. Falta explicar por que, ilegais ou não, os mexicanos buscam emprego nos Estados Unidos, e não no México.

As iniciativas comerciais de Trump estão carregadas de contradições e isso sugere que os Estados Unidos ficarão para trás à medida que a escalada protecionista aumentar.

A perda de empregos nos Estados Unidos de que se queixa Trump não aconteceu em consequência dos acordos de livre-comércio, mas por duas outras razões. Primeira, porque a indústria dos Estados Unidos perdeu eficiência, como se pode conferir pela cidade fantasma em que se transformou Detroit, a capital do automóvel, e pelo montão de sucata em que jaz o resto do Cinturão da Ferrugem no Nordeste dos Estados Unidos. E, segunda razão, porque, em comparação com as bases em outros países, a mão de obra americana ficou cara demais.

Se atender às chantagens de Trump e, se uma vez modernizada, voltar a bombar em território americano, a indústria dos Estados Unidos não recontratará pessoal como antes, porque a tecnologia de última geração é altamente poupadora de mão de obra.

As negociações da TPP começaram em 2010 por iniciativa do governo dos Estados Unidos, com o objetivo estratégico de conter a escalada comercial da China. Como esse instrumento está sendo abortado, fica claro que Trump está contribuindo para escancarar novos canais para os negócios da China.

Desde Adam Smith a liberalização do comércio contribui para o aumento da produtividade e para a redução do custo de vida. Se a opção dos Estados Unidos é pelo protecionismo mercantilista, o resultado será a destruição das atuais cadeias globais de suprimento e a aceleração da inflação – e não o aumento do emprego de mão de obra. Trump estará aumentando a utilização de tecnologia de informação e de inteligência artificial e não o emprego.

CONFIRA:

Juros do rotativo

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Aí está a evolução de 24 meses dos juros cobrados pelas operações de crédito rotativo do cartão de crédito.

Sem explicação

Nem o chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Renato Baldini, tem explicação para o aumento dos juros no crédito rotativo do cartão de crédito no mês de dezembro, quando os juros básicos (Selic) caíram. De todo modo, não há justificativa para o tamanho desses juros: nada menos que 484,6% ao ano em dezembro, um aumento de 53,2% em 12 meses.

 

A verdadeira revolução que está prestes a acontecer nos mercados - e que Trump apenas acelerou - InfoMoney
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Fonte:
O Estado de S. Paulo + EL PAÍS

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