Irmãos Batista compraram US$ 1 bi dias antes da divulgação das delações

Publicado em 19/05/2017 08:14 e atualizado em 22/05/2017 04:17
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A denúncia sobre os negócios com câmbio e ações da JBS feitos pelos irmãos Joesley e Wesley Batista dias antes da divulgação de suas delações envolvendo o presidente Michel Temer chegou à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e as investigaões podem concretizar mais um escândalo no Brasil. 

Segundo apurações do jornal Valor Econômico, a CVM teria tomado conhecimento de uma movimentação do grupo de empresas dos irmãos da aquisição de uma posição de mais de US$ 1 bilhão no mercado local, com a operação feita, a pedido da JBS, com vários corretores.

Ao mesmo tempo, o portal Brazil Journal revelou ainda que, em abril, um mês após as gravações que comprometem Temer e mais políticos terem sido feitas, os Batista teriam vendido quase 32 milhões de ações de sua companhia em um negócio de R$ 328 milhões. E neste caso, os maiores compradores destas ações foram acionistas da própria JBS, incluindo o BNDES. 

Segundo especialistas, a situação é bem grave e o importante agora é que as investigações aconteçam efetivamente para que se comprovem as irregularidades. Confirmadas, podem ser configurados crime contra o mercado financeiro, manipulação de informações, e os irmãos poderiam até mesmo ser presos.   

As operações afinal, teriam sido realizadas com informações privilegiadas, uma vez que ocorreram logo na sequência das ações coordenadas de Joesley e Wesley com a Polícia Federal e a Justiça em um acordo de delação premiada, que resultou nas gravações apresentadas pelo jornal O Globo nesta quarta (17). Os áudios foram divulgados nesta quinta-feira (18). 

Leia ainda:

>> JBS admite que atuou no câmbio nos últimos dias e disse que prática visava a 'proteção financeira'

Para Jason Vieira, economista chefe da Infinity Asset, as informações ainda estão no campo da especulação e é, portanto, necessário esperar a evolução das investigações. "Temos que aguardar os próximos passos de todas as autoridades, além da CVM", explica. Enquanto isso, o mercado segue observando os demais desdobramentos dos áudios e das medidas que serão tomadas pelo próprio presidente - que já disse que não renuncia em um pronunciamento feito nesta quinta - e da justiça diante dessas informações. 

Os efeitos colaterais, ao menos por enquanto, são limitados, como explica Roberto Troster, economista da Integral Trust. "Tudo terá que ser investigado e provado, o processo pode virar criminal", diz. Até lá, porém, os impactos na economia nacional deverão ser fracos ou nem ocorrer. Inclusive, para o economista, a reação do mercado nesta quinta - com a maior alta do dólar frente ao real em mais de 18 anos e a despencada do Ibovespa - teria sido "exagerada", acima do real abalo que essas informações podem trazer ao governo federal daqui em diante. 

Nesta sexta-feira, 19 de maio, o mercado já começa a corrigir esses efeitos, com uma alta de mais de 2% no Ibovespa - o qual volta a atuar acima dos 63 mil pontos - ao mesmo tempo em que se observa uma queda do dólar de mais de 2%, com a moeda americana voltando a testar patamares abaixo dos R$ 3,30. Entre as commodities, que caminham ao contrário do dólar e que ontem despencaram nas bolsas americanas, o dia também é de retomada. 

Perto de 12h (horário  de Brasília), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago subiam mais de 9 pontos - recuperando-se das mais de 20 no pregão anterior - e o café, em Nova York, quase 300 pontos, depois de terminar a quinta com um recuo de quase 500.

No Estadão:

CVM abre processo para investigar notícias sobre JBS após delações

ATENÇÃO: A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu processo para investigar o frigorífico JBS, pivô das delações envolvendo o presidente Michel Temer, que vieram à tona na noite da última quarta-feira, 17. Ontem, após a divulgação das delações, foram publicadas notícias na imprensa de que o frigorífico teria se beneficiado por saber previamente que o escândalo estouraria e que teria reflexos nas ações da empresa e no câmbio.

No site da CVM, consta apenas a informação de abertura de dois processos nos últimos dois dias - um na quarta-feira, 17, e outro ontem, 18. A autarquia não informa o motivo da abertura dos processos. Por meio da sua assessoria de imprensa, comunicou apenas que divulgará detalhes das investigações em breve, em nota oficial.

Ao todo, a CVM abriu seis processos em nome da JBS neste ano, dois deles nesta semana. (Fernanda Nunes, do Rio de Janeiro)
Com a compra de dólares antes da divulgação das denúncias contra Temer, a empresa ganhou mais do que o suficiente para pagar as multas pelo envolvimento em ações de corrupção, como revelou ontem o Broadcast.

Veja mais informações no site do Estadão

Ganho da JBS com compra de dólares é mais que suficiente para pagar multa

O ganho da JBS com a compra de dólares na última quarta-feira, 17, no mercado é mais que suficiente para a companhia quitar a multa fechada no âmbito do acordo de leniência. Se a cifra foi de US$ 750 milhões e há quem diga que chegou a US$ 1 bilhão somente ontem, o resultado foi de US$ 170 milhões, considerando a alta da moeda americana nesta quinta-feira, 18.

Leia a íntegra da Coluna do Broad no site do Estadão

CVM investiga operações de câmbio e ações de executivos da JBS, diz Valor

LOGO REUTERS

SÃO PAULO (Reuters) - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu uma investigação sobre os negócios de câmbio e ações feitos por executivos da JBS após a divulgação de conversa gravada com o presidente Michel Temer como parte de um acordo de delação premiada, segundo o jornal Valor Econômico na quinta-feira.

Os depoimentos dos irmãos Joesley e Wesley Batista, que são presidente do conselho e presidente-executivo da JBS, puxaram a bolsa brasileira e o real para baixo na quinta-feira, em meio a temores de que as revelações poderiam derrubar Temer.

O presidente negou irregularidades e se recusou a renunciar em pronunciamento.

Sem identificar as fontes, o Valor disse que a CVM tomou conhecimento de que o grupo de empresas dos irmãos Batista teria adquirido uma posição superior a 1 bilhão de dólares no mercado local de câmbio horas antes do vazamento da notícia sobre o acordo de delação.

A operação teria sido feita através de vários corretores, a pedido da JBS, de acordo com o jornal.

CVM e JBS não responderam a pedidos de comentário da Reuters fora do horário comercial.

Na quinta-feira, o dólar subiu 8,15 por cento ante o real e encostou na marca de 3,40 reais, registrando a maior alta desde o início de 1999.

A CVM ainda investiga a venda de ações da companhia por parte dos acionistas controladores, segundo a reportagem.

A Reuters noticiou que o grupo de controle da JBS vendeu 329 milhões de reais em ações da empresa em abril, depois que os irmãos Batista começaram a negociar secretamente um acordo de delação premiada.

(Por Tatiana Bautzer)

Leia ainda:

>> Antes da hecatombe, Batistas venderam ações da JBS

JBS diz que comprou dólares como política de 'proteção'; CVM investiga

(na FOLHA DE S. PAULO) 

  Danilo Verpa - 13.fev.2017/Folhapress  
JBS diz que comprou dólares como política de 'proteção financeira

A JBS afirmou nesta sexta-feira (19) que as compras de dólares realizadas nos últimos dias tiveram como objetivo minimizar os riscos cambiais e de commodities provenientes da dívida da empresa, dos recebíveis que possui em dólar e de suas operações. A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) investiga a atuação da companhia no mercado de capitais.

O comunicado foi divulgado após surgirem informações de que a empresa teria comprado dólares antes da divulgação da delação do empresário Joesley Batista, presidente da JBS, lucrando com a valorização da moeda americana no dia seguinte —o dólar disparou 8%.

Em nota, a empresa afirmou que "gerencia de forma minuciosa e diária a sua exposição cambial e de commodities".

"Tendo em vista a natureza de suas operações, a JBS tem como politica e prática a utilização de instrumentos de proteção financeira visando, exclusivamente, minimizar os seus riscos cambiais e de commodities provenientes de sua dívida, recebíveis em dólar e de suas operações", diz no comunicado.

Na nota, a JBS cita como a variação do dólar entre 31 de março e 18 de maio -a moeda passou de R$ 3,16 para R$ 3,40- impactaria suas operações, provocando um prejuízo superior a R$ 1 bilhão.

"Reiteramos assim que as movimentações realizadas pela Companhia nos últimos dias seguem alinhadas à sua política de gestão de riscos e proteção financeira", ressalta

CVM

Na noite desta sexta-feira, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) soltou comunicado informando que investiga a JBS por operações com dólar e ações. São cinco os processos instaurados.

No primeiro, aberto na quinta-feira, a CVM pediu esclarecimentos sobre "notícias e especulações envolvendo delação de acionistas controladores da JBS".

Os outros quatro processos foram abertos nesta sexta-feira. Em um deles, a autarquia apura indícios de insider trading ao Ministério Público Federal, detectados em "operações realizadas no mercado de dólar futuro e em negócios com ações de emissão da JBS realizados no mercado à vista".

Outro processo analisa a atuação da empresa no mercado de dólar futuro. O terceiro apura a atuação do Banco Original, controlada pela J&F Participações Ltda., no mercado de derivativos. E o quarto analisa negociações do acionista controlador da JBS S.A. (a FB Participações S.A.) com ações de emissão da companhia.

A autarquia indicou ainda que monitora impactos das ações da JBS na indústria de fundos, pela exposição a ativos afetados pelas movimentações de mercado.

Além disso, ressaltou que pode haver outras apurações, investigações e processos envolvendo a empresa tramitando em sigilo.

MPF dá ultimato a JBS: só aceita leniência com multa de R$ 11 bi

Procuradoria informa que a companhia tem até às 23h59 de hoje para concordar com o valor, senão o acordo será desfeito

Na VEJA.com:

O Ministério Público Federal informou nesta sexta-feira que só aceitará fechar um acordo de leniência com o grupo J&F, dono do frigorífico JBS, se ele concordar em pagar 11,1 bilhões de reais em multa pelos esquemas de corrupção nos quais se envolveu nos últimos anos. Os pagamentos seriam parcelados em até dez anos. Em tom de ultimato, a procuradoria divulgou uma nota, dizendo que a companhia tem até às 23h59 de hoje para se pronunciar, senão o acordo será desfeito.

Segundo o Ministério Público Federal, o grupo J&F quer fechar a leniência em 1 bilhão de reais. Procuradores se reuniram nesta sexta-feira com dirigentes da área jurídica da empresa em São Paulo, mas não chegaram a um consenso. A assessoria da JBS informou que não irá comentar o assunto.

O acordo de leniência é uma uma espécie de delação premiada firmada com pessoas jurídicas. O acerto prevê o abrandamento de punições no âmbito civil em troca da confissão de irregularidades e da promessa de indenizar o erário. Na prática, serve para manter a empresa idônea — ou seja, habilitada para contratar com o poder público.

Se for aprovado nestes termos, o acordo superará o que a procuradoria fechou com a Odebrecht, que se comprometeu a pagar 6,7 bilhões de reais de multa em 20 anos — o maior do mundo até agora em valores monetários.

O acordo de leniência com a JBS começou a ser negociado com a procuradoria no fim de fevereiro de modo simultâneo à delação premiada, cujo teor foi divulgado nesta semana com relatos, gravações e vídeos que implicam figurões da política nacional, como o presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves, os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, entre outros.

O MPF baseia o valor de 11,1 bilhões no porcentual de 5,8% do faturamento do grupo J&F em 2016 — a proposta da empresa, por outro, equivale a 0,51% do seu faturamento no mesmo ano. A Lei Anticorrupção estipula como parâmetro um porcentual que varia de 0,1% a 20%.

 

Na Época: JBS mantinha conta na Suíça com R$ 300 milhões em propina do PT

A JBS depositou cerca de R$ 300 milhões em propina devida ao PT numa conta secreta controlada por Joesley Batista na Suíça, cuja empresa de fachada, titular oficial da conta, era sediada no Panamá. O saldo dessa conta de propina era gerado aos poucos, em razão de vantagens ilegais obtidas pela JBS junto ao BNDES, sempre na gestão do PT – especialmente nos anos em que Luciano Coutinho presidia o banco. Era uma conta-corrente de propina dividida, nas planilhas da JBS, entre os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. As informações foram encaminhadas por Joesley à Procuradoria-Geral da República.

Segundo disse Joesley, o dinheiro era sacado, no Brasil, em nome de Lula e por ordem de Lula, às vezes por meio de Guido Mantega – e também em campanhas do PT em 2010 e 2014. Os recursos eram entregues em espécie, depositados em contas de laranjas indicados pelo partido e pelo ex-presidente e, também, transferidos oficialmente para contas oficiais de campanhas. Parte expressiva desse bolo foi usada para comprar o apoio de partidos pequenos na campanha de Dilma em 2014.

Veja mais informações no site da Época.

Por: Carla Mendes e André Bitencourt Lopes
Fonte: Notícias Agrícolas + Reuters

2 comentários

  • JOÃO FERREIRA DE FREITAS FILHO CURITIBA - PR

    Às vezes, sou favorável à pena de morte...

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    • CARLOS ALBERTO MASTRASCOSOSERTANOPOLIS - PR

      Por tantos que ja morreram e os desmpregos causados desde que essa organizaçao entrou em açao, prisao perpetua e mais 100 anos de cadeia kkkk

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  • joão Lunardi SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS - MT

    No áudio da delação foi citado a CVM como corrompida. Então vai ficar assim ... a CVM finge que investiga e a gente finge que acredita... e amanhã será sábado, assim como depois de amanhã, domingo.

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    • LEANDRO CARLOS AMARALITAMBÉ - PR

      De tanto a classe política fazer cu doce , o povo brasileiro Vai acabar morrendo de Diabete. ....

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    • RODRIGO POLO PIRESBALNEÁRIO CAMBORIÚ - SC

      Isso aí mesmo Sr. João Lunardi, a sensação é essa mesmo, de que tudo é apodrecido. Não podemos mais tolerar isso, já passou do razoável à muito tempo.

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    • ANGELO MIQUELÃO FILHOAPUCARANA - PR

      Querem agora fazer que acreditemos que há inocentes nesta história! Não há, nunca houve e nunca terá... Inocentes somos nós e olhe lá! A cadeira elétrica me parece uma boa ideia, elejamos alguns para ocupa-la e outros pensarão duas vezes antes de nos passar o sabão!

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    • OVID DUNCANFORTALEZA - CE

      Produzir 142 kg de grão p/segundo e povo ter fome ! ahi tem...

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    • CARLOS ALBERTO MASTRASCOSOSERTANOPOLIS - PR

      ate quando teremos de vivenciar essa falcatrua, o brasil e os brasileiros tem de saber a verdade sobre essa empresa, que nao e uma empresa e uma organizaçao criminosa, cade os orgaos fiscalizadores pa por esse povo no seu devido lugar, pegam a o dinheiro do publico brasileiro e aplicam no exterior , mudam se pa fora do pais e tudo bem, vamos apurar sim queremos toda verdade , cadeia pa todos que estiverem envolvido, sejam eles padres, freiras , atores, politicos , juizes, procuradores , banqueiros enfim todos que fazem parte dessa organizaçao. Nao queria acreditar mais realmente as instituiçoes brasileiras estao todas contaminadas, o povo devera tomar as decisoes que dorem preciso para resgatarmos o pobre brasil, chega de palhaçada, CADE O PAIS DO FUTURO PROMETIDO NOS ANOS 60/70, CADE AQUELA MUSIQUINHA, ESSE E UM PAIS QUE VAI PRA FRENTE

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    • VICTOR ANGELO P FERREIRA VICTORVAPFNEPOMUCENO - MG

      O recorde de aplicação no Cambio e na Bolsa com ganhos esta com a JBS.e ainda deram uma aula de como fazer uma delação perfeita que alem de fazer uma pegadinha com o Presidente,destruiria o pais e o seu governo...So nao contavam com o uso desta arma pela empresa que sabendo de antemão da tremenda repercussão da notícia no mercado internacional, aplicou o que daria de ganho, até pra cobrir os prejuízos de um futuro abandono de seus bens aqui no Brasil e ainda pediram salvo conduto pra deixar o pais...Como já ganharam adoidado, e estão garantidos, nem a multa interessam mais pagar...Não é atoa que ficou na nossa memória aquele programa da TV que terminava dizendo 'Cala boca Batista',,,

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    • CARLOS ALBERTO MASTRASCOSOSERTANOPOLIS - PR

      esse povo esmagou frigorificos, curtumes e pequenos comerciante do varejo , e que infelismente no brasil lei so pa os mais fraco, cade os orgaos pagos por nos pá executar esse trabalho onde estao?

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    • DALZIR VITORIAUBERLÂNDIA - MG

      e o que é pior..o cara rouba...usa dinheiro de impostos do povo brasileiro...joga m... no ventilador e se manda numa boa..e a CONTA fica para nós brasileiros...pergunto...quem foi o BURRO...PANGÒ...que negociou a delação com os bandidos da JBS...será que são tão IDIOTAS ou foram COMPRADOS também...por isto caros produtores rurais..prestem atenção..o CANAL RURAL é do JBS...tem lá um comentarista chamado MIGUEL DAUD..este só fala o que o produtor gosta de ouvir e não a realidade..ele mete o pau em tudo...mas no caso da roubalheira do JBS e das falcatruas deste acordo ele NÂO ABRIU A BOCA..e porque será!!!!!!!ta quietinho e estufa o peito metendo pau!!! este tal DAUD ou é marionete ou é UM FROUXO...se explique DAUD...anexe aqui embaixo...

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    • DALZIR VITORIAUBERLÂNDIA - MG

      Joao Batista...avise seu amigo DAUD..e por favor solicite que me explique anexando sua posição abaixo..senão é o maior boneco fanfarão da face da terra...já imaginou um boneco daquele tamanho!!!!!!tudo bem não quer perder o emprego ou soltar a teta...mas neste espaço ele pode usar né...

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    • CARLOS ALBERTO MASTRASCOSOSERTANOPOLIS - PR

      vcs ainda perdem tempo com esse economista daud, ja nao o vejo a um bom tempo, quanto a quem comandou essa operaçao foi o sr procurador geral da republica rodrigo janot amparado pelos ministros fachin e carmen lucia, usaram dois pesos e duas medidas livrando os malandros p sairem do pais com o dinheiro publico do brasileiro, e querem incriminar os outros, tem que investigar sim pois sabemos que em brasilia nao tem santo em lugar nenhum, executivo, legislativo e judiciario tudo contaminado, mais o crime contra a sociedade brasileira isso sim foi o que fizeram

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