A tentativa de golpear o governo Temer está mais evidenciada do que nunca (REINALDO AZEVEDO)

Publicado em 11/09/2017 09:27 e atualizado em 12/09/2017 08:57
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Não faz o menor sentido pedir e decretar prisão temporária. A única medida razoável é a prisão preventiva. Procurador-geral e ministro do STF dão truque nos brasileiros

Ah, deixem-me ver qual escândalo, entre os fabricados pela Força Tarefa, consegue mobilizar mais os nossos ódios, ainda que depois não venham as provas. Ah, que tal a conclusão do inquérito do quadrilhão do PMDB? Olhem, querem implicar o presidente Michel Temer naquele rolo. Quem está surpreso? Ou, então, vamos nos indignar com a denúncia de Rodrigo Janot — contra Temer,  é claro! —, feita com base nas acusações de Lúcio Funaro… O bandido diz que nunca falou com o presidente, mas que Eduardo Cunha fazia acusações contra o chefe do Executivo… E assim seguimos.

Janot, ainda procurador-geral da República, é um fanfarrão como nunca houve na história da República. Lembram-se de quando ele pediu nada menos do que a prisão dos senadores Romero Jucá (PMDb-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL) e do ex-presidente José Sarney? Qual a acusação? Bem, gravados por Sérgio Machado, o primeiro “Joesley Batista” da carreira de Marcelo Miller, o trio era acusado de ter tentado obstruir a Lava Jato.

E o que havia de concreto contra eles? Resposta: nada! Janot apenas interpretava conversas. Numa delas, Machado diz que é preciso fazer alguma coisa sobre a crise política. E Jucá dá uma resposta genérica: “É preciso estancar essa sangria”.

Muito bem! Isso custou o cargo a Jucá, então ministro do Planejamento.  Bem, afirmei aqui à época que não havia como ele ficar — a questão era política —, mas que a fala, em si, não trazia crime nenhum.

Pois bem: a Polícia Federal investigou. Não encontrou sinal de que os três tenham tentando obstruir investigação nenhuma. E o próprio Janot pediu ao ministro Edson Fachin que o caso seja simplesmente arquivado.

A explicação do procurador-geral ao pedir o arquivamento é realmente insólita. Prestem atenção:
“A vinda à tona da gravação e dos depoimentos de Sérgio Machado revelou publicamente toda a estratégia então planejada. Em decorrência dele, sabe-se que os eventuais projetos de lei apresentados por vezes sob a roupagem de aperfeiçoamento da legislação terão verdadeiramente por fim interromper as investigações de atos praticados por organização criminosa. Certamente, se năo fosse a revelação, os investigados tentariam levar adiante seu plano”.

É um absurdo completo!

Janot, que já usa a prisão preventiva como lhe dá na telha, agora inventou a denúncia preventiva. Consiste no seguinte: acuse alguém de um crime que a pessoa ainda não cometeu porque, assim, assustada pela acusação, ela deixará de cometê-lo, entendem?

Isso dá conta da loucura que tomou conta da Procuradoria-Geral da República nestes dias. Quando, à época, afirmei que se tratava de uma acusação sem fundamento, tomei pancada de todo lado. E, no entanto, a coisa está aí.

E o que é mais fabuloso nisso tudo? Essa acusação compunha, vamos dizer assim, a menina dos olhos da “delação premiada” de Sérgio Machado. Como se nota, a dita-cuja não se comprovou. Ao contrário: feita a investigação, aquilo que o mais premiado dos delatores, depois de Joesley, denunciou simplesmente não havia acontecido nem aconteceu depois.

Mais: se fizesse sentido o que diz Janot, então ele teria celebrado com Sérgio Machado um acordo de delação premiada sobre crimes que poderiam vir a acontecer. Estamos diante de um caso flagrante de falta de vergonha na cara mesmo.

Eis um caso em que fica patente, sim, senhores!, o abuso de autoridade. E só por isso Janot não quer mudar a lei que pune tais abusos, que é velha, de 1965.

Eis aí, meus caros! Nem o terror francês inventou a acusação falsa como remédio preventivo para o cometimento de crimes.

A coisa mais próxima de que se tem notícia são os Processos de Moscou, a série de ações judiciais movidos pelo Estado Soviético, sob o comando de Stálin, entre 1936 e 1938. Os acusados tinham duas alternativas: admitir a conspiração e morrer; não admitir e… morrer. O Brasil ainda é uma democracia, e o nosso Stálin que visita espeluncas e se esgueira atrás de caixas de cerveja vai encontrando o seu ocaso.

Janot foi o pior flagelo que sofreu o Estado de Direito no país desde a redemocratização.

Golpe! Delator da JBS confirma conversas com a PGR de Janot antes de Joesley gravar Temer

Francisco de Assis e Silva confirma encontro com Eduardo Pelella, o faz-tudo do procurador-geral, antes de açougueiro de casaca e má gramática gravar o presidente

Escrevi ontem aqui um post cujo titulo era este: “Miller avisou: não cai sozinho; se for para a cadeia, dá-se como certo que Janot vira um alvo”. Pois é…

O que se comenta em Brasília é que, ao negar a decretação da prisão temporária de Marcelo Miller —ؙ o que é, em si, uma humilhação para um procurador que era braço-direito do chefão do MPF —, Edson Fachin, ministro do Supremo, estava apenas prestando um favor a Rodrigo Janot. Aliás, seria um favor também a si mesmo. Mas isso ficará para outro post.

Por quê? Porque Miller estaria disposto a dar com a língua nos dentes e a contar tudo o que sabe. Vale dizer: iria confirmar que Janot sempre soube de tudo e que toda a operação que resultou na gravação da conversa do presidente foi armada com o conhecimento da cúpula da PGR, muito especialmente… Janot!

Verdade ou mentira? A ver. O fato é que as razões para a prisão de Miller estavam mais do que dadas — e prisão preventiva, não a temporária —, mas Fachin a evitou, não é?

Ocorre que nem foi preciso que Miller contasse o que sabe. Um dos delatores da JBS, Francisco de Assis e Silva, afirmou que esteve com ninguém menos do que Eduardo Pelella, este , sim, uma verdadeira sombra de Janot. Se Miller era o seu homem de confiança nos assuntos ligados ao MPF, Pelella, o chefe de gabinete, está na conta do assessor pessoal, do Sombra, do carregador de malas. Janot é seu guia espiritual. É seu ídolo. É o seu Don Giovanni do direito achado no arbítrio. Assim como aquele tinha o seu faz tudo, o Leporello, Janot tem o seu “Lepelella”.

Sim, Assis e Silva diz ter estado com o Sombra de Janot cinco dias antes daquele 7 de março, quando Joesley gravou a conversa com o presidente da República. Mais de uma vez, Janot negou que o MPF tivesse participado da armação. Na verdade, Assis e Silva disse ter tido mais de três encontros com o Leporello de Don Janot… O homem da JBS diz ter ouvido do promotor Sérgio Bruno, também da Força Tarefa, que “uma coisa era ter a gravação de um deputado, e outra, do presidente”.

Entenderam?

Pois é… Na conhecida conversa safada entre Joesley e Saud, este pergunta àquele se era Miller quem contara a coisa toda a Janot, já que o dono da JBS insistia que o procurador-geral sempre soubera de tudo. E Joesley deu a seguinte resposta:
“Nós falamos pro Anselmo. O Anselmo que falou pro Pelella, que falou pra não sei quem lá, que falou pro Janot. O Janot está sabendo. Aí o Janot, espertão, o que o Janot falou? Bota pra foder. Bota pra foder. Põe pressão neles para eles entregam tudo”.

Já disse neste post quem é Pelella. “Anselmo” é o procurador Anselmo Lopes, da Operação Greenfield.

Documento
Atenção! A armação foi de tal natureza que houve até um documento! Informa a Folha:
“Assis e Silva afirmou que no encontro do dia 2 de março, participaram, além dos dois, Sérgio Bruno, a advogada Fernanda Tórtima, que também atuava para a JBS, e mais uma pessoa da qual ele não se recorda. Foi levado para a reunião, ainda segundo o delator, um documento com 13 itens detalhados sobre o que os executivos interessados em colaborar poderiam revelar. No depoimento, ele também fala que a JBS levou para a PGR três premissas: rapidez, sigilo e continuação dos irmãos Joesley e Wesley Batista à frente da direção da empresa. De acordo com os fatos narrados por Assis e Silva, esse teria sido o segundo contato com o grupo de Janot, mas o primeiro pessoalmente.”

Eis aí!

Será que os delatores da JBS devem ser levados a sério, a ponto de se montar uma operação para derrubar o presidente da República, mas tem de ser ignorados quando evidenciam que Janot e sua turma participaram do que pode ser caracterizado como um golpe?

No dia 18, Janot entrega o cargo. Vai querer ficar lotado como subprocurador em algum lugar, talvez no STJ (Superior Tribunal de Justiça), órgão que tratou no bico da chuteira, não é? Afinal, o tribunal foi fonte permanente de suspeições, acusações e aleivosias durante o reinado de Don Janot. E por que não se aposenta logo? Porque ele vai buscar manter o foro especial, que seus rapazolas chamam de “foro privilegiado”.

E a ambição política?

Ainda voltarei a isso, mas convenham: Janot contribuiu para liquidar com a carreira de muita gente, mas ele não está melhor na fita, não. Está deixando a Procuradoria Geral da República pela porta dos fundos.

A tentativa de golpear o governo Temer está mais evidenciada do que nunca.

Você está sendo enganado! Janot e Fachin atuam para limpar a barra dos criminosos (REINALDO AZEVEDO)

É uma vergonha o que está em curso, e os brasileiros, infelizmente, estão sendo engabelados. Por quem? Por Rodrigo Janot, procurador-geral da República, e por Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo. Qual é o ponto?

Diante das evidências de que Joesley Batista, Ricardo Saud e Marcelo Miller usaram a delação premiada para esconder crimes — em vez de colaborar para a sua elucidação —, Janot tinha apenas um caminho decente: pedir a suspensão dos benefícios decorrentes da colaboração malsucedida e a prisão preventiva do trio. Em vez disso, optou pela prisão temporária.

Fachin, por sua vez, não se fez de rogado e, com rigor apenas aparente, cedeu ao pedido do procurador-geral, aquele que se encontra informalmente em boteco com o advogado de um dos criminosos. E Fachin, vejam que maravilha!, decidiu ser mais generoso do que Janot.

O ministro decretou a prisão temporária de Joesley e Saud — máximo de cinco dias, renováveis por mais cinco —, mas não viu razão para prender Miller. Por que não? Ao tentar se explicar, o ministro produziu certamente um dos momentos memoráveis da Corte. Prestem atenção a este trecho do seu despacho:
“No que diz respeito a Marcello Paranhos Miller, ainda que sejam consistentes os indícios de que pode ter praticado o delito de exploração de prestígio e até mesmo de obstrução às investigações, não há, por ora, elemento indiciário com a consistência necessária à decretação da prisão temporária, de que tenha, tal qual sustentado pelo Procurador-Geral da República, sido cooptado pela organização criminosa.”

Se você não entendeu nada, não se preocupe. Fachin também não entendeu o que redigiu. Ele precisava engrolar alguma desculpa para não prender Miller. Então afirmou haver “indícios consistentes de que pode ter praticado o delito de exploração de prestígio e até mesmo de obstrução às investigações”, mas isso não se traduz, ele sustenta, em “elemento indiciário com a consistência necessária”… Ah, entendi? Janot acaba de fundar o indício não-indiciário; é o indicio que nega a si mesmo.

Há algo mais do que mera confusão aí, segundo os bastidores sórdidos de Brasília.

E Fachin segue dando um truque retórico em todo o mundo jurídico e, em particular, no Supremo ao afirmar o seguinte:
“O crime do art. 288 do Código Penal (associação criminosa que substituiu o delito de quadrilha ou bando), para sua configuração, exige estabilidade e permanência, elementos que, por ora, diante do que trouxe a este pedido o MPF, não se mostram presentes, para o fim de qualificar o auxílio prestado pelo então Procurador da República Marcello Miller aos colaboradores como pertinência a organização criminosa.”

Com a devida vênia, é um despacho asqueroso de Fachin, respondendo a uma petição não menos asquerosa de Janot. Ora, pedir a prisão do procurador, acusando-o de integrar organização criminosa, corresponde a uma manipulação porque é o mesmo que pedir que não seja preso. É evidente que não se trata de um caso de “organização criminosa”. Estamos falando é de obstrução da investigação. E o mesmo se diga de Joesley Batista e Ricardo Saud.

Escolher a prisão temporária, que pode se estender por, no máximo, 10 dias, corresponde a ignorar que Joesley, Saud e Miller representam, segundo o Artigo 312 do Código Processo Penal, uma ameaça à ordem pública e à instrução criminal, certo? A propósito: seus advogados agora anunciam que eles dizem dispor de novas provas. É mesmo? E as estavam omitindo, então, por quê? E, segundo se entendem, não se constrangem em chantagear o país: só as entregam se os benefícios forem mantidos.

Os demais ministros do Supremo terão de se manifestar. Alguns tiveram seus respectivos nomes jogados no chiqueiro moral em que se tramou isso tudo. Vão permitir que Fachin e Janot continuem a desafiar a lei e o bom senso?

Safadeza veio a público à revelia de Janot; que fique claro: ele não queria investigar nada! (RR)

Vamos parar de conversa mole. Se ficar evidenciado que o sr. Marcelo Miller participou da chamada “colaboração”, tem-se um vício de origem que anula toda a colaboração. E o sr. Rodrigo Janot sabe disso. Tanto sabe que o admitiu numa entrevista. Assistam ao trecho mais eloquente:

E sabem o que é espantoso? Em Brasília, todo mundo já sabia de tudo. A atuação do sr. Marcelo Miller era considerada favas contadas. E, no entanto, o sr. Rodrigo Janot jamais determinou a abertura de uma investigação.

Não nos esqueçamos de que o ministro Gilmar Mendes levou a questão a seus pares no Supremo: Vejam:

Transcrevo trecho da fala do ministro:
“O outro [caso], até agora sem resposta, é do procurador [Marcelo] Miller. Até as pedras de Brasília sabem que Sua Excelência foi o responsável pelo caso do Delcídio, pelo caso do Sérgio Machado e por este caso Joesley Batista, em que ele atuou dos dois lados, segundo a lena urbana. Nenhuma investigação aberta. Vejam: na primeira vez em que a procuradoria se envolve de uma maneira densa no combate à corrupção, dois procuradores caem”.

Ora, essa advertência de Mendes foi feita no dia 1º de agosto!

Qual foi a reação de Janot e dos procuradores da Lava Jato? Apelavam às redes sociais e a seus bate-paus na imprensa para demonizar o ministro.

Vamos ser claros? Por que é que se sabe, hoje em dia, de toda essa lambança? Porque a defesa do presidente da República fez o que a PGR se negou a fazer. Porque a defesa do presidente da República fez o que o Edson Fachin se negou a mandar fazer de moto próprio. Porque a defesa do presidente da República fez o que a esmagadora maioria da imprensa considerou irrelevante: A PERÍCIA NO GRAVADOR.

Foi essa perícia — que Janot deu como desnecessária mais de uma vez —, que indicou a existência de arquivos apagados. Quando ficou claro que a PF havia conseguido recuperá-los, Joesley, com receio de se complicar, entregou outros. E acabou enviando, por engano, a gravação-bomba.

“Ah, mas Janot poderia ter simplesmente ignorado, né? Então ele foi decente…” Sapo pula por necessidade, não por boniteza. Quando aquilo entrou na PGR, o procurador-geral nada mais poderia fazer. Ainda que decidisse se omitir, a coisa chegaria a mãos competentes cedo ou tarde — e poderia ser as da própria Raquel Dodge. E o procurador-geral estaria destruído. Poderia ir para a cadeia.

Não, senhores! Janot não tinha escolha não ser tornar a questão pública. Agora, ele está envolvido numa espécie de operação para redução de danos.

Joesley só pretende entregar gravações inéditas à PGR se acordo de colaboração não for rescindido

POR PAINEL (FOLHA DE S. PAULO)

Cartas na mesa A prisão de Joesley Batista não pôs fim à tensa negociação entre a Procuradoria e o empresário. Após admitir aos investigadores que tem, sim, outras gravações ainda inéditas armazenadas no exterior, o dono da JBS avisa agora que só repassará o material à PGR se o acordo da J&F não for rescindido. Argumenta que não houve omissão de provas, já que o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, concedeu, no último dia 1º, mais 60 dias para os delatores anexarem dados ao caso.

Aí é que está Joesley trabalhava com a tese de que os delatores não eram obrigados a repassar à PGR gravações e documentos nos quais julgavam não haver indícios de crimes. Os procuradores entendem que cabe a eles dizer se e onde há problemas.

Seta no alvo A contratação de Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, é em si um ato simbólico. “Eu vou fazer a advocacia do confronto. Não terei contato institucional com a Procuradoria. Se houver rescisão, eles já têm advogado: eu.” O criminalista é um crítico do uso ostensivo de delações na Lava Jato.

Leia a íntegra no site da Folha de S. Paulo

Delatores da JBS só foram para cadeia quase 40 horas depois de decreto

Passaram-se quase 40 horas entre o momento em que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin decidiu acatar o pedido de prisão de Joesley Batista e Ricardo Saud e a detenção dos delatores, que acabaram se entregando na sede da Polícia Federal, em São Paulo.

Fachin diz em seu despacho que na noite de sexta-feira (8) o tribunal entregou o documento com o decreto das prisões e o pedido de cumprimento de diligências, estas ainda sigilosas, à polícia.

Segundo a Folha apurou, no entanto, o decreto de Fachin só foi recebido oficialmente pela PF por volta das 16h de sábado (9).

De acordo com apuração da reportagem, a Polícia Federal começou a montar a operação logo após receber a decisão de Fachin.

Leia a notícia na íntegra no site da Folha de S. Paulo

Fonte: Folha de S. Paulo/Blog RR

2 comentários

  • maria cecilia erechim rs - RS

    Temer tinha poder decisório no "quadrilhão" do PMDB e recebeu R$ 31,5 milhões, diz PF
    na turma de Temer, quem não tem foro, está preso
    Interessante....quando as Noticias e as denuncias contra o Lula e o PT, as mídias golpistas e cleptocratas espetacularizam e evidenciam as acusações, quando a outros partidos......bem não vem ao caso

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  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

    o dinheiro..o corporativismo...a ideologia..as maracutaias..dominam o pais..e o judiciario é o pior dos poderes...não tarbalha..é lento...ineficaz e posa de santo...e os bobos acreditam..

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    • MARIA CECILIAERECHIM RS - RS

      perfeito Dalzir... antigamente era evidente o que faziam, mas não tínhamos como protestar , mas tudo o que está acontecendo no Brasil nos últimos anos,mostram que o Judiciário é partidário, parcial, interesseiro blindam seu interesses e perseguem seus não tão correspondidos....... mas como eles são os "donos" das leis ..... corrompem impunemente

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    • DALZIR VITORIAUBERLÂNDIA - MG

      Maria Cecilia...sobre o judiciario temos o mesmo entendimento... sobre o LULA este é o maior ladrao do pais... devia estar preso ha muito tempo... pelos roubos e postes podres que criou..

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