Brasil cria 35.457 empregos formais em agosto - 163.417 vagas no ano (no PODER360)

Publicado em 22/09/2017 09:51
Saldo é positivo pelo 5º mês consecutivo; Ganho salarial acima da inflação foi de 11,58% em 1 ano;

O mercado de trabalho brasileiro abriu 35.457 empregos formais em agosto deste ano. O saldo é positivo pelo 5º mês seguido.

O Ministério do Trabalho divulgou os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) nesta 5ª feira (21.set). Em julho, foram criadas 35.900 vagas com carteira assinada.

A alta de agosto se deve a 1.254.951 admissões e 1.219.494 desligamentos. Nos 8 primeiros meses do ano, foram criados 163.417 empregos. Em igual período em 2016, o país havia fechado 651.288 postos de trabalho.

O salário médio de admissão subiu para R$ 1.495,07 em agosto de 2017. No mesmo mês do ano passado, a remuneração inicial era de R$ 1.409,96. O ganho salarial real (acima da inflaçã0) no período foi de 11,58%.

O coordenador de Estatísticas do Ministério do Trabalho, Mário Magalhães, afirma que o mercado de trabalho costuma fechar cerca de 200.000 vagas em dezembro. Até agosto, o saldo é positivo em 163.417 postos de trabalho. “Queremos chegar até o fim do ano e superar essa sazonalidade negativa. Quem tiver uma vela, pode acender. Quem tiver uma ave maria, pode rezar.”

ALTA NAS 5 REGIÕES

É a 1ª vez no ano que todas as regiões apresentaram crescimento no nível de emprego em agosto. A alta foi mais acentuada no Nordeste (0,32%), com 19.964 postos de trabalho. A melhoria mais lenta se observou no Sudeste, com 1.628 vagas a mais, o que representa alta de 0,01%.

“Há 1 movimento de generalização da abertura de empregos. A melhora não está concentrada em uma região ou em 1 setor. Mas o volume de pessoas que procura emprego ainda está bastante elevado”, afirmou o coordenador de Estatísticas do Ministério do Trabalho, Mário Magalhães.

O Estado que mais abriu vagas com carteira assinada em agosto foi São Paulo, com 17.320. Já Minas Gerais fechou 9.445 postos de trabalho. Ambos fazem parte da região Sudeste.

5 DE 8 SETORES MELHORAM

Dos 8 principais setores da economia, 5 tiveram saldo positivo em agosto. O de serviços se destacou com 23.299 novos postos de trabalho, aumento de 0,14% em relação ao mês anterior. A indústria de transformação abriu 12.873 vagas (alta de 0,18%) e o comércio, 10.721 (alta de 0,12%). Também se expandiram a construção civil (1.017 postos de trabalho) e a administração pública (528).

A agropecuária teve o saldo mais negativo. As demissões superaram as contratações em 12.412 postos de trabalho no setor, uma queda de 0,75% na comparação com o mês anterior. A pasta atribui a queda ao fim do ciclo do café em Minas Gerais.

Por outro lado, o setor é o único que apresenta saldo positivo (1,07%) em 12 meses. Nesta base de comparação, a maior queda (9,44%) ocorreu na construção civil.

O setor de serviços industriais de utilidade pública fechou 434 vagas e a indústria extrativa mineral, 135. O coordenador de Estatísticas do Ministério do Trabalho, Mário Magalhães. classifica ambos como “pouco expressivos”.

Fora da UTI, a economia enfrenta o risco político, por ROLF KUNTZ, no ESTADÃO

Devagar, o País volta a se mover com o mundo, mas há o perigo dos populistas e salvadores

Depois de afundar 7,2% em dois anos, na pior recessão registrada nas contas nacionais, o Brasil, ainda em convalescença, poderá avançar 0,7% em 2017 e 2,2% em 2018, segundo as novas projeções do Banco Central (BC), apresentadas em seu relatório trimestral de inflação. Bom augúrio, nesta altura, é qualquer estimativa acima de 0,5%, expectativa anunciada no relatório anterior, em junho. Na onda de otimismo, com previsões de 0,6% para 2017 e 1,6% para o período seguinte, entrou também o pessoal da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Esses números podem justificar a queima de alguns foguetes: se validados pelos fatos, confirmarão a saída do País da UTI.

A sequência deve ser outra história, ainda obscurecida tanto pela fragilidade estrutural da economia brasileira, depois de muitos anos de erros e desmandos, quanto pela incerteza associada a fatores políticos. A recuperação do País parece quase nada quando se leva em conta o desempenho da maior parte do mundo. A economia global deve crescer 3,5% neste ano e 3,7% no próximo, segundo a OCDE. Para os Estados Unidos, os cálculos apontam 2,1% e 2,4% nestes dois anos. Para a zona do euro, 2,2% e 2,1%. Para a China, em reestruturação, 6,8% e 6,6%. Para a Índia, atualmente o mais dinâmico dos emergentes, 6,7% e 7,2%. Para a Rússia, recém-saída de uma recessão, 2% e 2,1%.

Nesse quadro de recuperação sincronizada, o Brasil aparece como patinho feio, mas menos feio que nos anos anteriores. Há mais de uma razão para essa melhora. A inflação em surpreendente padrão de Primeiro Mundo – 2,5% nos 12 meses até agosto – é uma delas. Se nenhuma grande surpresa acontecer, os preços deverão subir um pouco mais velozmente entre 2018 e 2020, de acordo com as estimativas do mercado e do próprio BC. Mas o ritmo será pouco superior a 4%, bem menos intenso que o observado entre 2010 e 2016.

De toda forma, nem a comparação com os latino-americanos parece animadora, quando se trata de dinamismo. Para 2017 e 2018, os economistas da OCDE projetam crescimento de 2,5% e 3,1% para a Argentina, 1,6% e 2,8% para o Chile, 2,2% e 3% para a Colômbia e 1,9% e 2% para o México. Há pouca novidade nesse quadro. A economia brasileira tem crescido menos que a de outros latinos, incluídos Paraguai e Peru, há muitos anos.

Foi assim durante todo o período da presidente Dilma Rousseff. A Venezuela, hoje sem condições até de aproveitar seu enorme potencial de produção de petróleo, continua a desmilinguir-se. Não se vê, ainda, um ponto de virada na trajetória da recessão e da inflação. A Argentina mudou de rumo, com a saída dos Kirchners, mas até há pouco tempo era um dos párias da região. Há dois anos, numa entrevista coletiva em Lima, um diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), comentando a melhora dos indicadores econômicos do Paraguai, apontou a vizinhança como um dos principais fatores de risco para o país. Os vizinhos inconvenientes, é claro, eram as duas maiores economias do Mercosul.

Essas duas economias haviam sido arrasadas por uma quase inimaginável coleção de erros e desmandos. A aliança do petismo com o kirchnerismo emperrou os planos de integração global do Mercosul, aumentou o protecionismo externo, criou barreiras comerciais intrabloco, favoreceu a acomodação de setores pouco empenhados em competir e apoiou, na região, os governos mais propensos ao populismo e ao autoritarismo. Internamente, os participantes dessa aliança desataram a irresponsabilidade fiscal, devastaram as finanças públicas, travaram a modernização produtiva e fabricaram inflação e estagnação.

Na Argentina, as estatísticas oficiais foram simplesmente deformadas e falsificadas. No Brasil, o governo tentou intervir diretamente nos preços, de forma voluntarista, para disfarçar as pressões de alta. Prejuízos de muitos bilhões para a Petrobrás e enorme desarranjo financeiro para empresas do setor elétrico foram algumas das consequências. Esses erros também produziram efeitos fiscais. O Tesouro brasileiro acabou envolvido no socorro bilionário às elétricas. No fim, o remédio foi mesmo corrigir as tarifas. A liberação dos aumentos, depois da longa repressão, produziu enorme impacto inflacionário.

O retorno à mera normalidade é hoje o programa oficial no Brasil e na Argentina. Tanto pela volta ao crescimento quanto pelas políticas de ajuste, os dois países agora se aproximam dos padrões internacionais de sanidade econômica. Mas a mudança apenas começou e no Brasil os fundamentos são fracos e inseguros.

Esse dado é conhecido internacionalmente, embora menosprezado por muita gente em Brasília. O último relatório da OCDE sobre crescimento internacional enfatiza a importância dos programas de ajuste e reformas para a consolidação, no Brasil, de uma nova fase de crescimento. 

Não se trata de uma questão ideológica, mas física e aritmética. A mudança demográfica, a educação muito abaixo dos padrões internacionais e a inadequação dos investimentos – insuficientes, mal planejados, mal administrados, superfaturados e ineficientes, na área pública – são componentes indisfarçáveis desse quadro.

Retirado o País da UTI, a fase seguinte dependerá da consolidação dos fundamentos – com reformas previdenciária, tributária e orçamentária, pelo menos – e de ações para aumentar a produtividade, a competitividade e o potencial de crescimento. Sem isso esse potencial deverá ficar, segundo as estimativas correntes, na vizinhança de 2%, taxa projetada para o aumento do produto interno bruto (PIB) nos próximos anos.

O Brasil, nesse caso, terá voltado a se mover, mas continuará correndo no pelotão dos mais lentos e condenado à mediocridade. Não se pode, no entanto, descartar uma hipótese pior, se a campanha de 2018 for dominada por populistas de qualquer coloração e salvadores improvisados.

(ROLF KUNTZ, é jornalista do ESTADÃO)

Condições para crescer, editorial do ESTADÃO

O Brasil tem condições iniciais bem favoráveis à reconstrução de sua economia, nos próximos anos, se nenhum grande entrave for criado pela irresponsabilidade política.

Com inflação contida, contas externas em bom estado e sinais de firme reativação dos negócios, o Brasil tem condições iniciais bem favoráveis à reconstrução de sua economia, nos próximos anos, se nenhum grande entrave for criado pela irresponsabilidade política. Esta é a mais importante mensagem do novo Relatório de Inflação do Banco Central (BC), um amplo panorama econômico divulgado a cada três meses. A inflação próxima de 3% estimada para este ano resulta em parte de uma surpresa, a queda maior que a prevista dos preços de alimentos. Mas os números projetados para os anos seguintes, mesmo sem esse fator, continuam razoáveis. Os cenários apontam para taxas próximas de 4%, vizinhas da meta oficial, até 2020, sem expectativa, portanto, de novas pressões.

Já se especula, naturalmente, sobre uma nova redução da meta, já baixada de 4,5% para 4,25% a partir de 2019, e sobre a condução da política de juros. Mas toda elucubração sobre o assunto só tem algum sentido prático se algumas condições forem consideradas. É preciso levar em conta riscos econômicos, tanto internos como externos.

Do lado externo o cenário é favorável, neste momento, e nenhum dado aponta para grandes perigos no curto e no médio prazos. A recuperação da economia global segue em movimento sincronizado, como indicou nos últimos dias um relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e o previsível aperto das condições de financiamento, depois de anos de políticas frouxas, vem sendo gradual e sem danos colaterais.

Do lado interno, sempre podem surgir, é claro, desastres imprevistos, mas os grandes perigos são mesmo os de natureza política. No relatório o assunto é mencionado, como sempre, em linguagem moderada, mas de sentido inequívoco. O risco mais importante é o de uma “frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários”. Essa frustração “pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária”.

Essa advertência vem sendo repetida, quase como mantra, em vários documentos do Comitê de Política Monetária (Copom), órgão responsável pelas decisões mais importantes do BC. A preocupação com o andamento dos ajustes e reformas nem é mencionada na maior parte das análises coletadas no mercado financeiro. Há quem fale até de um descolamento entre economia e política, mas essa hipótese é um evidente exagero ou simplesmente um equívoco.

Os operadores do mercado continuam trabalhando com base na hipótese, normalmente implícita, de manutenção da pauta de ajustes e reformas. Quando o assunto é provocado, essa hipótese é reconhecida. A mesma aposta prevaleceu durante a maior parte do tempo, desde a revelação, em maio, do acordo de colaboração entre a Procuradoria-Geral da República e os irmãos Batista, controladores da J&F.

As projeções de inflação têm sido elaboradas, tanto no mercado como no BC, com base no pressuposto de alguma estabilidade política e de manutenção do compromisso com o reparo dos fundamentos da economia. Só isso permite montar cenários com inflação próxima de 4% e juros básicos na vizinhança de 8% em 2020.

Mas a hipótese de um esforço continuado até o fim de 2018 e, em seguida, ao longo do próximo governo permite pensar em objetivos mais ambiciosos. Com a modernização trabalhista, o mercado de empregos poderá ficar mais flexível e mais eficiente, facilitando a incorporação de mão de obra. A renovação da Previdência facilitará a gestão das contas públicas e o efetivo respeito ao teto de gastos. Se uma reforma tributária razoável for implantada, haverá melhores condições para produzir, exportar e investir. Com maior potencial produtivo, o Brasil poderá escapar da armadilha do crescimento em torno de 2% ao ano. Para ingressar com firmeza no século 21 o País precisará de outras mudanças, mas terá vencido as barreiras iniciais. A maior vitória, nesse caso, terá sido contra o populismo, a irresponsabilidade e a mediocridade política.

Bons ventos não devem esconder realidade: reformas são urgentes (por PEDRO LUIZ PASSOS)

O país tem experimentado nas últimas semanas uma sensação de conforto –que infelizmente pode ser enganosa. É verdade que existem elementos concretos para gerar certo alívio no meio empresarial e na sociedade em geral. São indicadores que se revelam consistentes e com capacidade de se reproduzirem ao longo do tempo.

Tal percepção começou a se formar com a constatação de que a retomada da economia se espalha para além do agronegócio e do setor mineral, chegando à indústria, ao varejo e, em menor escala, aos serviços.

O otimismo dos mercados financeiros daí decorrente atingiu seu ápice com a estimativa do BC de alta de 0,55% da economia em julho, superando as expectativas de consultorias e bancos. A ascensão econômica gera a perspectiva de que o emprego engate de vez a trajetória de recuperação, conforme demonstram os dados oficiais recentes.

Dois fatores reforçam a orientação positiva que se tem hoje da economia. Um deles é a trajetória da inflação, que registrou aumento anualizado de apenas 2,5%, sinalizando juros em níveis baixos para os padrões brasileiros em um futuro próximo. O outro fator encontra-se na balança comercial, cujos excelentes resultados reforçam as já robustas reservas cambiais do país, o que representa um seguro extra para eventuais crises externas.

Não podemos, de forma alguma, ignorar esses bons ventos que sopram sobre a economia. Mas não podemos também deixar que o otimismo exacerbado mascare uma realidade preocupante: as reformas não estão avançando com o senso de urgência necessário.

Como se sabe, a barreira fundamental a ser superada na economia brasileira é o desarranjo das contas públicas, cuja gravidade não pode ser menosprezada. Ela não será vencida sem aquela que se trata da reforma das reformas: a da Previdência.

Mudanças nas regras previdenciárias, cada vez mais ameaçadas pela renitente crise política, precisam ocorrer com máxima celeridade, sob o risco de que esse mesmo ajuste no futuro traga custos maiores e benefícios menores para a sociedade.

Para conquistar uma economia arejada e livre de antigas práticas viciadas, será imprescindível remover os privilégios das corporações e promover uma série de outras reformas, além de estabelecer novas políticas públicas. É hora ainda de rever os subsídios de toda a ordem abrigados sob a rubrica "gastos tributários" do Orçamento, que consomem mais de 4% do PIB.

Reside aí a condição para que a situação fiscal seja equacionada por meio de corte de despesas, e não de carga tributária maior. Só assim a atividade econômica continuará ganhando fluidez e se tornará receptiva a inovação e empreendedorismo.

Não é tarefa simples, pois exige iniciativas com elevado grau de complexidade, que vão da abertura ao exterior à maior conexão do país com a economia global; da simplificação tributária à redução da burocracia; das reformas microeconômicas à revisão das políticas industriais questionadas pela OMC.

No horizonte, surge, porém, um sinal de alerta. É possível que o atual governo, imerso num clima de instabilidade permanente, não tenha condições de conduzir as reformas antes do fim do mandato. Se assim for, caberá ao próximo assumir essa dura tarefa e recuperar o tempo perdido. Por tabela, crescerá na mesma proporção nossa responsabilidade na escolha de um nome para liderar o país nas eleições de 2018.

Após breve pausa para descanso, volto à coluna em 20 de outubro. 

SINDICATOS TENTAM IMPEDIR IDA DE TRABALHADORES DA GUARARAPES A PROTESTO CONTRA MPT E A FAVOR DA EMPRESA (por Rodrigo Constantino)

O estado, por meio do Ministério Público do Trabalho (MPT), resolve multar uma empresa “em defesa dos trabalhadores”. Mas os próprios trabalhadores saem em defesa da empresa e contra o estado. Os sindicatos, então, tomam o partido do estado, contra os trabalhadores. Pode parecer estranho para os novatos, mas é a regra quando o assunto é Brasil, com cores um tanto vermelhas de fascismo. Este, afinal, era justamente a simbiose entre estado forte e sindicatos, “em nome” dos trabalhadores.

A turma escolada no liberalismo, portanto, não ficará surpresa com a notícia. Cerca de 100 ônibus com trabalhadores da Guararapes Confecções foram para a sede do Ministério Público do Trabalho em Natal. O grupo protestou em favor da empresa e contra a recente ação civil movida por uma série de irregularidades identificadas nas facções da região Seridó que participam do Pró-Sertão.

Nesta semana, por meio de suas redes sociais, o empresário potiguar Flávio Rocha, proprietário do grupo têxtil, mobilizou a população para a realização da manifestação, às 17 horas em frente à sede do (MPT). Recentemente, o MPT multou a Guararapes Confecções em 38 milhões de reais por supostos abusos aos direitos dos trabalhadores das facções do Pró-Sertão. 

Os ônibus foram obstruídos e os sindicatos, supostamente defensores dos trabalhadores, tentaram impedir o acesso dos manifestantes. Não obstante, o ato reuniu cerca de 5 mil pessoas. Os sindicalistas, sempre uma minoria barulhenta e organizada que costuma lutar pelos próprios interesses, não os dos trabalhadores, só não foram capazes de barrar o protesto pela imensa superioridade numérica dos funcionários que queriam defender a empresa, não o MPT:

Entende-se o motivo de tanto desespero por parte dos sindicatos: não queriam que funcionários como esse abaixo falassem, por razões óbvias. São funcionários que apoiam a empresa que lhes garante emprego, que se sentem parte de um projeto comum, que querem sua lucratividade, pois entendem que somente assim ela sobreviverá e poderá não só manter seus trabalhos como eventualmente aumentar seus salários. O MBL deu destaque para a fala dele:

 

No vídeo, a seguinte legenda:

Essa sim é uma manifestação legítima de trabalhadores brasileiros: bandeiras verdes e amarelas, pessoas honestas pedindo para que o Ministério Público do Trabalho não destrua os empregos delas, porque elas querem trabalhar e sustentar suas famílias com o próprio suor. Parabéns aos nordestinos que fazem este protesto hoje! Desejamos sucesso!

Caso não saiba, o MPT-RN entrou com uma ação contra a geração de empregos terceirizados no nordeste, e, com isso, ameaça empregos de milhares de trabalhadores. Triste o país cujo Estado mais atrapalha do que ajuda.

Sim, triste o país cujo estado quase sempre só atrapalha. Esse país é certamente dominado por sindicatos poderosos, por políticos esquerdistas, por uma mentalidade marxista que trata patrão e empresário como exploradores. Esse país é o Brasil.

Rodrigo Constantino

Fonte: Poder 360 (BR) + ESTADÃO

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