Lula mantém liderança em cenário como candidato; sem petista, Bolsonaro lidera, aponta CNT/MDA

Publicado em 14/05/2018 11:19 e atualizado em 14/05/2018 23:57
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BRASÍLIA (Reuters) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve a primeira colocação em pesquisa de intenção de voto CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira no cenário em que aparece como candidato, enquanto o deputado Jair Bolsonaro (PSL) segue na liderança nos cenários sem o petista.

Lula manteve os mesmos 33,4 por cento das intenções de voto que tinha em pesquisa de março, à frente de Bolsonaro (PSL), com 16,7 por cento, e Marina Silva, da Rede, com 7,6 por cento. Na pesquisa anterior, Bolsonaro tinha 16,8 por cento e Marina aparecia com 7,8 por cento.

No cenário sem Lula, Bolsonaro aparece no levantamento deste mês em primeiro lugar com 18,3 por cento, à frente de Marina, com 11,2 por cento, e com Ciro Gomes, do PDT, em terceiro, com 9,0 por cento. No levantamento de março, Bolsonaro tinha 20,0 por cento no cenário sem Lula, enquanto Marina aparecia com 12,8 por cento e Ciro tinha 8,1 por cento.

HONESTIDADE COMO CRITÉRIO DE ESCOLHA

Para 65,6% dos entrevistados, a honestidade do candidato a presidente da República será o principal fator levado em consideração; 47,7% considerarão novas propostas para o Brasil; 26,4%, a trajetória de vida; 12,1% considerarão se o candidato é novo no meio político; 5,9% o partido político ao qual o candidato pertence; 3,4% se ele é do meio empresarial.

A pesquisa entrevistou 2.002 pessoas em 137 municípios, entre os dias 9 e 12 de maio. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

Espremidos os dados, pesquisa acena para Ciro; dificuldades de nomes pró-mercado decorrem das lava-jatices. A especulação está em festa! (por REINALDO AZEVEDO)

O dólar fechou ontem a R$ 3,62, o maior valor desde 7 de abril de 2016, quando caiu então, momentaneamente, a esperança de que Dilma Rousseff fosse ser deposta. A que se deve o movimento? Bem, quando os nervos estão crispados, um mosquito é um boi. Bastou a pesquisa CNT/MDA vir a público, e a reação do mercado foi de pessimismo. A Bolsa andou de lado, com uma oscilação positiva de 0,01%. E só não foi negativa em razão da alta do petróleo e do minério de ferro no mercado internacional, o que sustentou as ações da Petrobras e da Vale. E olhem que eu teria alguns reparos técnicos a fazer ao levantamento. Mas que importa? No essencial, os motivos para preocupação estão lá. E eu ousaria dizer que ele seria a tradução de uma população esquizofrênica não fosse o fato de que o país se tornou refém de uma anomalia, que é o Partido da Polícia (PAPOL) ter tomado o lugar de boa parte dos partidos da política. Por que digo isso? Vamos ver.

O prestígio eleitoral de Lula segue inabalado. No cenário em que aparece seu nome, tem 32,4% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro, do PSL (16,7%); Marina Silva, da Rede (7,6%), Ciro Gomes, do PDT (5,4%) e Geraldo Alckmin , do PSDB (4%). Sem o ex-presidente, Bolsonaro assume a liderança, mas crescendo muito pouco — entre 18,3% e 20,7% —, seguido por Marina (de 11,2% a 16,4%), que está, no entanto, tecnicamente empatada com Ciro (entre 9% e 12%). O tucano Geraldo Alckmin vem em seguida com 4% a 8,1%.

A pesquisa testou ainda 16 cenários de segundo turno. Eu os reproduzo abaixo. Poucas hipóteses fazem sentido. E as que fazem não são nada alvissareiras. Lula continuaria a vencer seus opositores com os pés nas costas, como se diz. Bateria Alckmin por 44,9% a 19,6%; Bolsonaro, por 45,7% a 25,9%, e Marina, por 44,4% a 21%. Já nesses casos, os índices de branco e nulos são enormes, variando de 23,3% a 29,3%. Estes chegariam a ser explosivos sem o petista na disputa. Querem ver? Bolsonaro ficaria tecnicamente empatado com Ciro: 28,2% a 24,2%, mas os votos inválidos chegariam a 37,8%. Poderiam saltar para 42,5% se o candidato do PSL enfrentasse Alckmin, que perderia por 20,2% a 27,8%. Marina e o militar reformado empatariam em rigorosos 27,2%, mas a montanha de brancos e nulos somaria 37,8%

PÉ NO FREIO

Os investidores botaram o pé no freio, e o cenário começa a ficar perfeito para especuladores. Olhando-se os dados acima, nota-se que os candidatos considerados mais afinados com um estado menos intervencionista não decolaram ainda. O mercado sabe que Lula não será candidato. Na realidade dada, vê Alckmin estagnado e Ciro encostando em Marina, mesmo sem um acordo com o PT.

O pedetista está perto de fechar um acordo com o PSB, o que lhe garantirá mais tempo na televisão do que terão Marina e Bolsonaro. Notem que ele aparece em empate técnico com Bolsonaro no segundo turno. Não há a simulação contra Marina Silva, mas tenho pra mim que não seria difícil ao pedetista bater a candidata da Rede.

Tudo somando e subtraído, a pesquisa está a apontar que, com Lula fora do páreo, e ele está, é Ciro quem está em ascensão, o que torna ainda mais incompreensível a tática adotada pelo PT. Mais um pouco nessa toada, e vai ficar tarde tanto para Lula tentar transferir votos a alguém como para fechar uma coligação com Ciro em condições altivas.

Imprevisibilidade
O que deixa o mercado em polvorosa? A imprevisibilidade, por enquanto, só aumenta. Querem ver? Segundo a pesquisa CNT/MDA, “para 65,6% dos entrevistados, a honestidade do candidato (…) será o principal fator levado em consideração; 47,7% considerarão novas propostas para o Brasil; 26,4%, a trajetória de vida; 12,1%, se o candidato é novo no meio político; 5,9%, o partido político ao qual o candidato pertence, e 3,4%, se ele é do meio empresarial.”

Certo!

Durma-se com um barulho destes: 65,6% dizem que levarão em conta a honestidade, mas entre 44,4% e 49% poderiam votar em Lula no segundo turno. A equação não fecha porque nada fecha quando o país está submetido a um contínuo processo de descrédito da política e das instituições.

Resultado: o crescimento já entrou em marcha-a-ré, as expectativas se deterioram, e cresce a incerteza. Não é por acaso que os especuladores são hoje os maiores entusiastas do lava-jatismo, que é coisa distinta do combate à corrupção. Quanto mais bagunça, melhor. Mais eles ganham com a especulação. (REINALDO AZEVEDO)

Sem Lula, Bolsonaro empata com Marina e vence demais no 2º turno, diz CNT/MDA (no Poder360)

Lidera isolado no 1º turno sem Lula; Ciro e Marina empatam em 2º; Alckmin e Haddad patinam; Lula teria 33,2% dos votos

O pré-candidato do PSL, Jair Bolsonaro, lidera todos os cenários de 2º turno da corrida presidencial que não consideram o ex-presidente Lula, preso desde 7 de abril, e empata com a pré-candidata da Rede, Marina Silva. A disputa com Ciro Gomes (PDT) também é considerada empate na margem de erro, apesar da distância de 4% nas intenções de voto.

O ex-presidente Lula (PT) lidera em todos os cenários de 2ª turno testados com seu nome, mas tem chances mínimas de ter sua candidatura autorizada pela Justiça Eleitoral.

A pesquisa da CNT/MDA foi divulgada nesta 2ª feira (14.mai.2018). Leia a íntegra do relatório.

Eis os 16 cenários de 2º turno testados:

Jair Bolsonaro (PSL) 27,2% x 27,2% Marina Silva (Rede)

Jair Bolsonaro (PSL) 28,2% x 24,2% Ciro Gomes (PDT)

Jair Bolsonaro (PSL) 27,8% x 20,2% Geraldo Alckmin (PSDB)

Jair Bolsonaro (PSL) 31,5% x 14,0% Fernando Haddad (PT)

Jair Bolsonaro (PSL) 30,8% x 11,7% Henrique Meirelles (MDB)

Jair Bolsonaro (PSL) 34,7% x 5,3% Michel Temer (MDB)

Ciro Gomes (PDT) 20,9% x 20,4% Geraldo Alckmin (PSDB)

Geraldo Alckmin (PSDB) 25,0% x 10,0% Fernando Haddad (PT)

Marina Silva (Rede) 26,6% x 18,9% Geraldo Alckmin (PSDB)

Ciro Gomes (PDT) 25,7% x 9,0% Henrique Meirelles (MDB)

Ciro Gomes (PDT) 30,4% x 5,6% Michel Temer (MDB)

Lula (PT) 44,9% x 19,6% Geraldo Alckmin (PSDB)

Lula (PT) 45,7% x 25,9% Jair Bolsonaro (PSL)

Lula (PT) 47,1% x 13,3% Henrique Meirelles (MDB)

Lula (PT) 44,4% x 21,0% Marina Silva (Rede)

Lula (PT) 49,0% x 8,3% Michel Temer (MDB)

A pesquisa –contratada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) e realizada pela MDA– ouviu 2.002 pessoas entre os dias 9 e 12 de maio, em 137 cidades de 25 unidades federativas, nas 5 regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O código de registro do levantamento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-09430/2018.

CENÁRIOS DO 1º TURNO

Bolsonaro lidera o principal cenário da pesquisa com 19,7% das intenções de voto –só com os 5 principais candidatos. Em seguida estão Marina Silva (15,1%) e Ciro Gomes (11,1%), empatados na margem de erro (2,2 p.p.). Geraldo Alckmin só tem 8,1% da preferência do eleitorado. O único candidato do PT testado além de Lula, Fernando Haddad, registra só 3,8% das intenções de voto.

Neste cenário não foi testado o nome de Alvaro Dias (Podemos), que reduz o percentual de Alckmin nos outros cenários.

No cenário com a maioria dos pré-candidatos nanicos, Bolsonaro tem 18,3% das intenções de voto. Marina Silva (Rede) vem em 2º com 11,2% –empatada com Ciro Gomes(9,0%), do PDT, na margem de erro. Em cenário semelhante medido em março, Bolsonaro tinha 20% contra 12,8% de Marina.

Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu 5,3% das intenções, seguido por Alvaro Dias (Podemos), com 3,0%. O candidato do PT testado, Fernando Haddad, registra 2,3%.

Esse levantamento também não considerou o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (PSB), que anunciou na última semana que não concorrerá à Presidência.

Foram testados 4 cenários. Eis o cenário 2:

No cenário em que Lula é testado, o ex-presidente lidera com 32,4% dos votos. Bolsonaro registra 16,7% e Marina Silva, 7,6%.

Mais uma vez se destaca o número de indecisos e de votos não válidos. Considerando-se os 4 cenários testados, a soma máxima desses votos chega a 45,7% –quase metade dos eleitores entrevistados.

‘Os eleitores estão sem perspectiva de melhora’ (ESTADÃO)

Marcia Cavallari, do Ibope, diz que há um sentimento de angústia e desesperança entre o eleitorado, que não vê uma ‘luz no fim do túnel’

Marcia Cavallari, diretora executiva do Ibope Inteligência, ficou recentemente sensibilizada ao acompanhar os depoimentos de entrevistados em uma pesquisa qualitativa promovida por seu instituto. Reunidos em volta de uma mesa e convidados a falar sobre suas expectativas em relação ao futuro, grupos de eleitores de perfis diversos só manifestaram desesperança e angústia. “Foi uma tristeza”, disse ela, em entrevista ao Estado.

Marcia CavallariMarcia Cavallari, do Ibope, afirma que eleitores querem o ‘novo’ na política, mas preferem candidatos com experiência Foto: GABRIELA BILÓ/ESTADÃO

Segundo Marcia, os levantamentos do Ibope mostram um eleitorado “sem perspectiva de melhora”. Existe uma abertura para candidatos que representem o “novo”, mas, ao mesmo tempo, um temor de uma pessoa sem muita bagagem política possa piorar a situação do País. Leia a seguir os principais pontos da entrevista:

Os pré-candidatos mais conhecidos têm taxas muito altas de rejeição, até maiores que seus porcentuais de intenção de voto. Qual será o impacto disso?

Uma questão que a gente vê nas pesquisas é que os eleitores estão sem perspectiva de melhora. Não conseguem ver como sair desse lugar em que estamos, não conseguem enxergar uma luz no fim do túnel. Os eleitores não conseguem identificar, nesses candidatos todos, qual conseguiria tirar o País da situação em que está. Pode ser que, quando começar a campanha, as coisas fiquem mais claras e possam identificar uma perspectiva. Há uma desconfiança também porque os eleitores estão mais atentos para não se deixar levar por promessas mirabolantes, por ideias que são inexequíveis. Essa questão da desesperança, de não conseguir enxergar uma solução, é um sentimento muito sofrido, muito mesmo. Nós percebemos isso em pesquisas qualitativas. São pessoas de classes mais altas, de classes mais baixas, todo mundo batalhando e as coisas não andam, está tudo amarrado.

++ PT tenta ‘tirar’ pré-campanha de Lula da prisão​

O desânimo em relação aos políticos tradicionais leva a uma maior abertura a novidades?

Há uma posição dúbia em relação ao novo. Eles percebem que a situação é muito complexa e que talvez um candidato que represente o totalmente novo possa piorar ainda mais o quadro. Querem mudança? Querem. No jeito de fazer política, no jeito de lidar com o serviço público, com o dinheiro público. Mas não necessariamente esperam um “novo do novo”, porque isso também geraria insegurança. Eles esperam uma certa bagagem. Há esse temor de que fique pior. 

Até agora é uma eleição sem favoritos, o que atrai muitos candidatos. Por outro lado, partidos menores têm poucos recursos e precisam investir em campanhas de deputados. A lista de presidenciáveis tende a encolher?

Deve ser a primeira eleição desde 1989 sem (o ex-presidente) Lula, que tem um peso específico, que vai além de seu partido. Um ponto importante é que, apesar da baixa preferência partidária dos brasileiros, há cerca de 30% com simpatia pelos partidos de esquerda. Sem o Lula, o que pode acontecer é uma reorganização dos partidos de esquerda, para que não percam essa fatia do eleitorado. Hoje o cenário é de muitos possíveis candidatos, com baixa intenção de voto. Os únicos com taxas significativas são Lula, Bolsonaro e Marina. O voto está muito pulverizado. Acho que deve acabar ocorrendo uma recomposição dos partidos, de maneira que não tenhamos tantos candidatos concorrendo. Será uma campanha curta, que terá emoção até o último momento. 

++ Pesquisa Ibope aponta Bolsonaro e Alckmin empatados em São Paulo

Até que ponto as redes sociais tornam o eleitorado mais volátil, mais sujeito a mudanças bruscas?

As redes têm um papel mais importante, sim, a cada ano a mais usuários. Sabemos que os eleitores citam cada vez mais as redes como fonte de informação. Mas ainda não temos como medir o quanto elas influenciam a decisão de voto. 

Como a desinformação afeta o voto?

Em relação às notícias falsas, nossas pesquisas mostram que os eleitores se preocupam muito com isso. Eles acham que o ambiente da internet é mais propício para as pessoas divulgarem e passarem notícias falsas sem checar a fonte. Sabem e declaram que não podem acreditar em tudo o que veem na internet. A credibilidade maior é dos veículos de comunicação tradicionais: jornal, rádio, TV. É onde se sentem mais seguros em relação à informação que recebem. Existe interesse maior pelas notícias políticas. É claro que isso se verifica de maneira mais forte nos grupos urbanos e de maior escolaridade, mas também vemos essa preocupação de buscar mais informação nas classes mais baixas.

Como o eleitor pode saber se uma pesquisa é confiável?

Primeiro, todas as pesquisas que são divulgadas têm de ser registradas no site do TSE. O registro dá transparência ao processo. É possível ver a maneira como a pesquisa está sendo feita, ler o questionário, saber quem é o contratante, verificar o preço que está sendo pago. Há preços lá que são inexequíveis. Impossível fazer uma pesquisa com um custo tão baixo. É claro que metodologia é uma coisa muito técnica, mas só de olhar o eleitor vai ter alguns indícios de como cada instituto está trabalhando. Uma coisa que fica nítida é a diferença de preços entre institutos tradicionais e conhecidos e os outros. Até o dia 8 de abril, havia 88 pesquisas registradas no TSE. Cerca de 40 eram de empresas não associadas à ABEP (Associação Brasileira das Empresas de Pesquisas). Ou seja, não sei quem são. Além disso, em todos esses casos, o contratante é a própria empresa de pesquisa. 

É algo inusual um instituto fazer pesquisa com recursos próprios?

Essa coisa de fazer tudo por conta própria é estranha. Nós já fizemos, mas é raro. Às vezes fazemos porque há algo importante acontecendo e nenhum cliente contrata pesquisa naquele momento. Há casos em que o cliente contratou um calendário e acontece um fato importante no intervalo de duas pesquisas. Aí fazemos uma extra e doamos para o cliente. Mas é estranho fazer várias pesquisas com recursos próprios.

Isso seria um indício de que eles estariam ocultando o contratante, alguém com interesse no resultado da pesquisa?

Há que se deduzir isso. Não se sabe que interesse haveria em um instituto ficar gastando seus recursos com pesquisas. É um indício de algo esquisito. Também se deve prestar atenção nos resultados dos diferentes institutos. As pesquisas mostram uma tendência ao longo do tempo. O fenômeno que está sendo medido por todos é o mesmo, então todos devem mostrar uma tendência semelhante, mesmo que os números não sejam exatamente os mesmos. Se um instituto apresenta resultados muito díspares, é preciso procurar entender a razão. (ESTADÃO).

 

Fonte: Reuters/Estadão/Poder360

4 comentários

  • WELLISTON FRANK TEIXEIRA DOUTOR CAMARGO - PR

    É uma vergonha colocar o nome de um presidiário nas pesquisas!!!! O Brasil precisa de mudanças radicais para caminhar do forma positiva, o povo está cansado de trabalhar, pagar impostos e não ver nenhum resultado. Cada dia um novo escândalo de desvio do dinheiro público proveniente dos impostos pagos pelo trabalhador, isso tudo é fruto de péssimas administrações anteriores, o Brasil foi administrado por baderneiros descomprometidos com o povo brasileiro e com o bem comum deste, foi administrado por demagogos auxiliados por institutos que tentam de todas as formas manipular as ideias das pessoas. Colocar nas pesquisas o nome de um criminoso, condenado, que está recluso cumprindo pena, inadmissível.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

    Misturar economia com politica é coisa de socialista e comunista vagabundo, que acha bem melhor ganhar dinheiro público defendendo bandeiras, idéias ou qualquer coisa partidária. Esse mequetrefe do Reinaldo Azevedo mente de novo, aliás não sei onde é possível chegar dizendo que se porventura o Ciro Gomes chegar a presidência, será responsabilidade da "direita bruta", ou de que ele queira chamar as pessoas que apoiam a lava jato. Vou colocar o gráfico do dólar aqui prá vocês, nele vocês vão ver que desde janeiro de 2018 o real só enfraquece, e só agora com Lula na cadeia, Bolsonaro em primeiro e Ciro em segundo é que descobriram a causa. Foi a pesquisa eleitoral encomendada. https://midiaagricola.wordpress.com/

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  • Rafael Antonio Tauffer Passo Fundo - RS

    Está senhora do ibope falou q os eleitores estão sem perspectiva de mudança. Acho q mais um vez o ibope está tentando manipular as pesquisas. Eu tenho certeza q para uns 30% dos eleitores o sentimento é bem ao contrário do que ela falou. Nós estamos com muita perspectiva de mudança sim, e é bom o IBOPE sair da bolha porque só não enxerga isso quem não quer.

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  • Júlio Pedro Bertagnolli Borella Passo fundo - RS

    Sinceramente não consigo entender. Como que sem Lula, Bolsonaro lidera, e com Lula fica em segundo???? Quer dizer então que sem Lula muitos votos que seriam do presidiário vão para Bolsonaro!!?? Acho que não. Jamais um eleitor de Lula vai votar em Bolsonaro. Ta ai mais um motivo pelo qual não acredito nessas pesquisas.

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    • CARLO MELONISAO PAULO - SP

      Os votos do presidiario foram para Marina, Ciro e Boulos..., Bolsonaro passa do 2º para o 1º lugar ----Mas o bom e' nao acreditar em pesquisas que sempre tem um percentual de manipulaçao---- UMA COISA FICA BEM CLARA, POLITICOS DESONESTOS EM TODAS AS ATITUTDES NAO PODEM SER HONESTOS NAS PESQUISAS.

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    • RENATO ARCHILE MARTINICASCAVEL - PR

      Ladrão não é candidato e pesquisas deveriam ser proibidas..., se nem no BBB pode ter pesquisa de intenção de voto - pra não haver manipulação - imagine numa eleição para presidente...

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    • TIAGO GOMESGOIÂNIA - GO

      Júlio Pedro, a maioria das pessoas ainda está indecisa, as pesquisas estão mostrando isso, ainda mais com a saída de Lula do páreo. Julio, boa parte dos votos de Lula não são de militantes ou de esquerdistas, mas são sim da grande massa de brasileiros de menor faixa de renda que, de certa forma, consideram que ele melhorou suas vidas. Essa grande massa de votos do PT não tem nenhum compromisso com esquerda ou direita, tem certa preferência por candidatos populistas..., se Bolsonaro for esperto pode inclusive capitalizar os votos de boa parte dessas pessoas.

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