Bolsonaro e Ana Amélia lideram com folga no Rio Grande do Sul (O Antagonista)

Publicado em 12/06/2018 19:18 e atualizado em 15/06/2018 04:31
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Bolsonaro lidera pesquisa presidencial no RS

O Paraná Pesquisas divulgou hoje sua mais recente pesquisa presidencial no Rio Grande do Sul.

Ela dá Jair Bolsonaro na liderança, com 29,4% das intenções de voto, no cenário sem o hóspede ilustre da carceragem da PF em Curitiba. Os segundos colocados, Ciro Gomes e Marina Silva, vêm bem atrás, com 9,9%; perdem para o candidato “Nenhum”, com 19,3%.

O instituto fez também um cenário com Lula. Nesse caso, Bolsonaro ainda lidera, com 28,1%. O presidiário, impedido de concorrer segundo a Lei da Ficha Limpa, alcançaria 20,5%.

Exclusivo: Os principais pontos do programa econômico de Bolsonaro

O programa econômico de Jair Bolsonaro, coordenado pelo economista Paulo Guedes, começa a tomar forma.

Entre os principais pontos do plano, destacam-se:

1) a recuperação do equilíbrio fiscal;

2) a aceleração do crescimento e a geração de empregos;

3) a promoção de novo pacto federativo, com descentralização de recursos para Estados e municípios;

4) a redução de dívida pública, com privatizações, concessões e desimobilizações, para viabilizar o corte de juros e de gastos com a rolagem da dívida e os investimentos privados em projetos de infraestrutura;

5) a redução e a simplificação de impostos;

6) a adoção do regime de capitalização na Previdência;

7) a desregulamentação da economia; e

8) a abertura da economia. / José Fucs.

Exclusivo: os 30 ‘apóstolos’ de Paulo Guedes

A equipe de Paulo Guedes, conselheiro econômico de Jair Bolsonaro e coordenador de seu programa de governo na área, reúne cerca de 30 economistas.

Fazem parte do grupo o ex-deputado federal Marcos Cintra,  atual presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); Roberto Castelo Branco, ex-diretor do Banco Central; Rubem Novaes e Carlos Costa, ex-diretores do BNDES; os irmãos Abraham e Arthur Weintraub, da Unifesp; Adolfo Sachsida, do Ipea; Paulo Coutinho, da UNB, uma das maiores autoridades em regulação; Luciano Irineu, da Universidade de Iowa, especialista na área de energia; e Carlos Von Doellinger, ex-secretário do Tesouro. / José Fucs.

As colaborações de empresários para Bolsonaro

Um dos integrantes da campanha de Bolsonaro, com bom trânsito no mundo dos negócios, diz que tem sido procurado por um número crescente de empresários interessados em dar apoio financeiro ao pré-candidato do PSL.

Bolsonaro, porém, segundo a fonte, tem rejeitado contribuições em dinheiro, para não ser acusado depois de ter caixa 2 e arranhar a sua reputação de passado limpo na política. O “capitão”, como é chamado por alguns de seus colaboradores mais próximos, prefere que o apoio venha na forma da organização de eventos pelo País afora, para aproximá-lo de seus eleitores. / José Fucs.

Bolsonaro resistirá ao bombardeio?

Jair Bolsonaro será bombardeado com uma série de filmetes que o mostram dizendo enormidades.

Será que a sua candidatura resistirá ao bombardeio, visto que ele não terá tempo televisivo para responder aos ataques adversários?

Será que, quanto mais baterem em Bolsonaro, mais ele crescerá, porque muita gente parece apreciar a sua falta de freios?

Sartori lidera disputa no RS, mas seu governo é reprovado por 56%

José Ivo Sartori lidera a disputa para governador do Rio Grande do Sul, como registramos, mas 55,8% dos entrevistados pelo Instituto Paraná desaprovam seu governo, enquanto 39,6% o aprovam e 4,5% não sabem ou não opinaram.

Quando a pergunta é se a administração de Sartori está sendo ótima, boa, regular, ruim ou péssima, o resultado é este:

“De novo, né?”

Um cardeal brasileiro, ao comentar com O Antagonista a mentira inventada pelo PT sobre o rosário do papa a Lula, disse:

“De novo, né? Não é a primeira vez que eles fazem isso. Sabemos também que aquela ligação [do papa] para a mãe da vereadora Marielle [Franco] nunca ocorreu.”

O cardeal acrescentou que o Vaticano já se pronunciou sobre a farsa do rosário e que não há nada mais a ser dito.

O erramos do erramos do erramos do PT

O PT apagou do Twitter o ‘erramos’ publicado mais cedo no qual insistia em chamar Juan Grobois de “emissário do Vaticano”. Agora ele virou “um consultor do Vaticano”.

O PT é um erro.

O ato final de Lula e FHC

Lula e FHC saem de cena.

José Nêumanne comentou o ato final da dupla de farsantes:

“O tucano depôs ao juiz Sérgio Moro em defesa do petista. Em benefício do réu e de si próprio, a testemunha contou que presidentes da República têm por obrigação, ao contrário de executivos privados, receber gente de toda espécie, de banqueiros a sindicalistas, o que é, por suposto, muito diferente de receber propinas, de que o sucessor da testemunha na Presidência é acusado pelo Ministério Público Federal para fazer reformas no sítio Santa Bárbara, em Atibaia.

O depoimento foi tomado logo depois de ter sido divulgado que o próprio FHC teria sido pilhado num e-mail encontrado no computador de Odebrecht pedindo-lhe dinheiro para o PSDB.”

Ana Amélia lidera com folga disputa pelo Senado no RS, diz pesquisa

Em busca de reeleição, Ana Amélia (PP) lidera com folga a disputa pelas duas vagas do Rio Grande do Sul no Senado Federal, de acordo com levantamento do Instituto Paraná divulgado nesta terça-feira.

O senador petista Paulo Paim está em segundo lugar, seguido de Germano Rigotto, do MDB.

Eis os números:

Ana Amélia (PP): 44,5%

Paulo Paim (PT): 28,7%

Germano Rigotto (MDB): 22,3%

Alceu Collares (PDT): 11,3%

Beto Albuquerque (PSB): 10,5%

Sérgio Wais (Partido NOVO): 3,0%

Nenhum: 14,9%

Não sabe: 5,8%

Lula, o PT e as mentiras sobre o papa (2)

Além das farsas do rosário e da ligação para a mãe de Marielle Franco, Lula e o PT também mentiram quando viralizaram nas redes sociais uma declaração atribuída ao papa Francisco em apoio a Lula.

O pontífice nunca fez tal declaração.

Felix Fischer nega novo recurso de Lula

O ministro Felix Fischer, do STJ, negou novo pedido de Lula para que fosse atribuído efeito suspensivo ao recurso especial contra sua condenação no caso do tríplex.

Com o efeito suspensivo, a defesa pretendia que o presidiário pudesse deixar a Superintendência da PF em Curitiba para participar da campanha eleitoral – pelo menos até o julgamento do recurso especial pela Quinta Turma do STJ.

Fischer salvou o Brasil de Lula mais uma vez. (Leia abaixo a nota da Reuters):

STJ rejeita liberdade de Lula para participar de campanha

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou nesta terça-feira um pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para permitir que o petista deixasse a prisão -- na qual se encontra desde o dia 7 de abril -- e pudesse participar da campanha eleitoral pelo menos até que ocorresse o julgamento do mérito de um recurso que contesta a condenação dele no processo do tríplex do Guarujá (SP).

Em sua decisão, Fischer argumentou que esse tipo de recurso, que tem natureza extraordinária, não possui efeito suspensivo, dependendo para sua atribuição decisão judicial expressa nesse sentido.

Ele lembrou, ainda, que a tutela de urgência, em casos assim, pressupõe a presença da probabilidade do direito alegado e o perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo. Entretanto, a atribuição de efeito suspensivo não é uma regra processual.

Lula tenta obter uma liminar para deixar a cadeia e concorrer novamente ao Palácio do Planalto -- ele é o líder das pesquisas de intenção à Presidência.

Segundo Fischer, o recurso especial, interposto perante o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) para tentar reverter a condenação do petista, ainda se encontra em meio ao prazo de 15 dias para a manifestação do Ministério Público Federal. Isso significa que ele não foi nem sequer remetido para o STJ.

O ministro do STJ ressaltou que, excepcionalmente, é possível atribuir efeito suspensivo a recurso especial ainda não admitido, se ficar demonstrada a ilegalidade da decisão anterior ou a manifesta contrariedade à orientação do STJ, aliada a um dano de difícil reparação. Ele disse que isso não se verificou no caso do ex-presidente.

Fischer justificou que o exame aprofundado dos argumentos da defesa contra a condenação do ex-presidente, neste momento processual, seria uma “verdadeira antecipação” do julgamento de mérito do recurso especial, antes mesmo da admissão de tal recurso, “subvertendo o regular compasso procedimental”.

Supremo julga senadora Gleisi na terça, 19 (Estadão)

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar na próxima terça-feira (19) uma ação penal da Operação Lava Jato que mira a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, investigados pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

+ Geraldo, o entregador de dinheiro que assombra Gleisi e Ciro Nogueira

A discussão do caso marcará o segundo julgamento de uma ação penal da Lava Jato na Segunda Turma do STF – colegiado composto por Celso de Mello (ministro revisor da Lava Jato na turma), Edson Fachin (relator da Lava Jato), Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli.

+ Geraldo, entregador de dinheiro, tem foto na portaria de marqueteiro de Gleisi

Em setembro de 2016, a Segunda Turma do STF decidiu receber por unanimidade a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Gleisi, o marido e o empresário Ernesto Kugler Rodrigues. Eles são acusados de solicitar e receber R$ 1 milhão oriundos de um esquema de corrupção instalado na diretoria de abastecimento da Petrobrás que teria favorecido a campanha de Gleisi ao Senado, em 2010.

+ Marqueteiro revela encontro com assessor de Gleisi e delator por ‘muito dinheiro’

Procurado pela reportagem, o gabinete de Gleisi Hoffmann não havia se manifestado até a publicação deste texto.

A ação penal de Gleisi e Paulo Bernardo foi liberada para julgamento pelo ministro Celso de Mello na quinta-feira passada (7).

+ PF seguiu rastro da propina da Odebrecht até marqueteiro de Gleisi

Primeiro. No mês passado, a Segunda Turma do STF condenou por unanimidade o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR) a 13 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime inicial fechado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro cometidos em esquema de desvios na Petrobrás. Meurer se tornou o primeiro parlamentar condenado pela Corte no âmbito da Operação Lava Jato. O caso chegou ao Supremo em março de 2015.

Meurer poderá recorrer da condenação em liberdade. Os ministros da Segunda Turma também decidiram que caberá à Câmara analisar se o parlamentar deve ou não perder o cargo. O deputado terá de pagar uma multa de cerca de R$ 265 mil, em valores que ainda precisam ser corrigidos pela inflação.

(comentários no Estadão):

CAYUS JUSTUS: A 2ª turma irá condenar a Crazy Hoffman et caterva a uma pena razoável, mas não haverá unanimidade. Ela entra com os embargos infringentes que diminuirá a sentença para o nível em que poderá cumprir no semiaberto ou aberto. E aí estará tudo dominado...

GETRO RUBERTH: A 2ª turma irá condenar a Crazy Hoffman et caterva a uma pena razoável, mas não haverá unanimidade. Ela entra com os embargos infringentes que diminuirá a sentença para o nível em que poderá cumprir no semiaberto ou aberto. E aí estará tudo dominado...

Fonte: O Antagonista / Estadão

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