No Estadão: Candidatos e assessores divergem na questão fiscal

Publicado em 12/10/2018 08:36
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A incoerência e a superficialidade nas propostas de política fiscal dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) estão entre as principais fontes de inquietude dos economistas e empresários. Segundo eles, é natural que os candidatos evitem temas espinhosos, como um ajuste fiscal, às vésperas da eleição, mas, neste ano, o debate político está ainda mais incongruente: “Não se sabe qual é a plataforma dos dois”, diz a economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif.

Do lado do candidato de direita, o projeto de vender estatais para íntequilibrar as contas públicas – que já era questionado por especialistas – perdeu ainda mais credibilidade após Bolsonaro criticar a privatização da Eletrobrás. Do lado do candidato de esquerda, não há definição sobre a disponibilidade ou não de realizar uma reforma da Previdência nem em relação ao modelo que seria adotado.

Leia a notícia na íntegra no site do Estadão.

Fonte: Estadão

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