Fiscais resgataram 1246 pessoas em situação análogas à escravidão

Publicado em 19/10/2018 07:13 e atualizado em 19/10/2018 07:59
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Trabalho escravo

Foto: Ministério do Trabalho

Há ‘escravos’ no Brasil que Fernando Haddad e Jair Bolsonaro disputam. Nesta-quinta, 18, o Ministério do Trabalho divulgou balanço das ações de seus auditores-fiscais, no período de janeiro aos primeiros quinze dias de outubro deste ano – foram resgatados 1.246 cidadãos em situações análogas às de escravo, contingente 93% maior do que o encontrado ao longo de todo o ano passado (645).

Minas foi o estado em que foi encontrado o maior número de trabalhadores (754) nessa situação, seguido do Pará (129) e Mato Grosso (128), informou a Assessoria de Imprensa do Ministério do Trabalho.

As três atividades que mais registraram casos de trabalho escravo foram a criação de bovinos, o cultivo de café e a produção florestal (plantio de florestas).

Durante as operações, realizadas em 159 estabelecimentos, foram formalizados 651 trabalhadores, emitidas 601 guias de seguro-desemprego e pagos R$ 1,7 milhão em verbas rescisórias aos resgatados.

O meio urbano foi onde os fiscais mais encontraram situações de trabalhadores em situações degradantes (869); no rural foram 377 casos registrados.

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Fonte: Estadão

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