Trump fala em seu Twitter sobre ligação a Bolsonaro: "Tivemos boa conversa"

Publicado em 29/10/2018 10:53 e atualizado em 29/10/2018 15:18
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Em seu Twitter, na manhã desta segunda-feira (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump comentou sobre sua conversa com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. "Tive uma boa conversa com o presidente eleito  do Brasil Jair Bolsonaro". 

Tweet Trump Bolsonaro

"Tive uma boa conversa com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que ganhou a disputa com margem substancial de votos. Concordamos que o Brasil e os EUA trabalharão em estreita colaboração No comércio, defesa e tudo mais! Desejei a ele meus parabéns!"

Sobre a ligação, Bolsonaro também colocou suas considerações no Twitter:

Tweet Bolsonaro sobre Trump

Mais cedo, a Casa Branca já havia confirmado a ligação do presidente americano para parabenizá-lo e uma nota da Reuters afirma ainda que ambos concordaram em "trabalhar lado a lado para melhorar as vidas das populações dos Estados Unidos e do Brasil e, como líderes regionais, das Américas". 

O Antagonista

Trump: “Tive uma boa conversa com Bolsonaro”

O presidente Donald Trump disse nesta manhã em sua conta no Twitter que conversou com o presidente eleito Jair Bolsonaro:

“Tive uma boa conversa com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que ganhou a disputa com margem substancial de votos. Concordamos que o Brasil e os EUA trabalharão em estreita colaboração em temas como comércio, defesa e tudo mais! Desejei a ele meus parabéns!”

Trump para Bolsonaro: “Vamos ser grandes parceiros”

Jair Bolsonaro acaba de falar com Donald Trump por telefone. “Vamos ser grandes parceiros”, disse o presidente americano.

Bolsonaro agradeceu.

O Dia: Youtuber traduziu conversa entre Trump e Bolsonaro, diz presidente do PSL

Rio - O presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, comentou o telefonema do presidente americano Donald Trump ao presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. Quem traduziu a conversa,segundo ele, foi o youtuber André Marinho, filho do empresário Paulo Marinho. Segundo Bebianno, o presidente Michel Temer também telefonou para Bolsonaro. 

"Teve a ligação dele para dar os parabéns. Foi só uma mensagem de cortesia e de parabéns. Ficamos muito satisfeitos com a deferência. Isso mostra que o país entra agora em uma nova era, um novo patamar e um novo momento”, declarou.

Bebianno acrescentou que a vitória foi incontestável, com uma margem de diferença acima do que eles esperavam. Ele irá se licenciar da presidência do PSL, e afirmou que sua missão foi cumprida.

Leia a notícia na íntegra no site O Dia.

Mídia japonesa diz que "Trump do Brasil" venceu eleição marcada por "guerra de calúnias"

A NHK disse que o presidente eleito "expandiu sua base de apoio entre as pessoas da classe média e alta".

O segundo turno da eleição brasileira foi amplamente divulgado nesta segunda-feira (29) pela mídia no Japão, com alguns jornais e emissoras de TV chamando o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) de "Trump do Brasil".

A TV estatal NHK disse que Bolsonaro, capitão da reserva do Exército, "expandiu sua base de apoio entre as pessoas da classe média e alta, insatisfeitas com a atual situação do país".

Ainda segundo a NHK, Bolsonaro "é considerado 'Trump do Brasil' por causa de seus comentários discriminatórios contra negros e mulheres, os quais vêm desencadeando protestos em todo o Brasil, principalmente entre os pobres".

Leia a notícia na íntegra no site Alternativa.

No Estadão: Empresários e mercados esperam confirmação da agenda liberal na economia, por Cida Damasco

erminou neste domingo um dos períodos mais conturbados da história recente do País, que uniu a explosão das jornadas de 2013, o trauma do impeachment de Dilma Rousseff, a crise renitente do governo Temer e a cruenta campanha eleitoral de 2018. E, se esse fecho é motivo de alívio, não se pode dizer que seja também garantia de tranquilidade. Começa agora outra etapa, até o momento cercada de dúvidas e temores, mesmo para quem embarcou na novidade Jair Bolsonaro (PSL), eleito Presidente da República com uma plataforma que alia liberalismo e conservadorismo, mas apoiada principalmente na força do antipetismo. 

Os próximos dois meses até a posse do presidente, em 1º de janeiro, serão cruciais, portanto, para clarear esse cenário e demonstrar se o novo presidente está disposto a honrar compromissos permanentes, conviver com os diferentes e governar para todos. E se será “novo” de fato, inclusive nas relações com o Congresso. Quanto às oposições, depois da tentativa frustrada de reagrupamento de forças no segundo turno, terão de provar se estão empenhadas em atuar com responsabilidade e contribuir para solucionar os problemas reais do País – não apenas em torpedear as iniciativas do Planalto. 

Na economia, há uma expectativa adicional sobre essa fase de transição. Empresários e mercados estão ansiosos para que, já nos próximos dias, o novo governo finalmente “feche” um programa consistente, sem as idas e vindas das últimas semanas. Em relação a vários pontos importantes, como unificação de ministérios, privatizações, política de meio ambiente e especialmente reformas da Previdência e tributária. 

Leia a análise na íntegra no site do Estadão

Análise: No mano a mano, presidente eleito supera Lula, por Vera Magalhães

Luiz Inácio Lula da Silva foi suplantado por Jair Bolsonaro neste domingo. Esta é a grande fotografia que fica do resultado do segundo turno. Fernando Haddad sempre foi um dublê de corpo numa eleição que desde cedo se tornou plebiscitária entre o lulismo e o antilulismo.

Condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro, preso desde abril, Lula achou que ditaria, da carceragem da Polícia Federal em Curitiba, o resultado da eleição. Seu peso na política brasileira foi suficiente para levar Haddad ao segundo turno, contra o adversário que ele escolheu lá atrás e que achou que era inelegível, dada a alta rejeição que tinha.

Bolsonaro fez aposta semelhante, com sinal trocado. Enxergou o fastio com o PT ainda antes do impeachment de Dilma Rousseff, e soube semear este campo com discurso radical que escanteou o PSDB e tirou do partido o papel de polo opositor ao petismo, que ocupava havia mais de duas décadas.

Leia a notícia na íntegra no site do Estadão.

G1: Brasil e Chile concluem negociação sobre acordo de livre comércio

Brasil e Chile concluíram nesta sexta-feira (19) discussões para um acordo de livre comércio, informou o Ministério das Relações Exteriores, encerrando as negociações iniciadas em abril do ano passado após quatro rodadas.

"O novo acordo contribuirá para impulsionar os fluxos de comércio e investimentos entre o Brasil e o Chile, nos setores tanto de bens quanto de serviços. Constituirá, ao mesmo tempo, um vetor de aproximação entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico e de reforço da integração regional", afirmou o ministério em nota enviada à imprensa no sábado.

O Chile é o segundo principal parceiro comercial do Brasil na América do Sul. Em 2017, o intercâmbio comercial bilateral alcançou US$ 8,5 bilhões, alta de 22%. De janeiro a setembro deste ano, o comércio entre os dois países somou US$ 7,21 bilhões, expansão de mais de 13% em relação ao mesmo período de 2017.

Leia a notícia na íntegra no site do G1.

Macron felicita, mas com ressalva ambiental (FOLHA)

Depois que seu partido divulgou em rede social que o Brasil escolheu um “presidente orgulhosamente homofóbico, cético em relação ao aquecimento global, sexista e racista”, o presidente francês, Emmanuel Macron, felicitou o presidente eleito Jair Bolsonaro com ressalva para que o Brasil mantenha compromissos com o Acordo de Paris, informa a Folha.

“A França e o Brasil mantêm uma parceria estratégica em torno de valores comuns de respeito e de promoção dos princípios democráticos (…) É no respeito a esses valores que a França deseja levar adiante sua cooperação com o Brasil, para enfrentar os grandes desafios contemporâneos do nosso planeta, tanto no campo da paz e da segurança internacionais quanto no da diplomacia ambiental e dos compromissos com o Acordo de Paris sobre o clima”, escreve.

Após cirurgia, carimbar o passaporte (ESTADÃO)

Chile, Estados Unidos e Israel serão os destinos das primeiras viagens do presidente eleito Jair Bolsonaro, segundo o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cotado para ser o novo ministro da Casa Civil, informa o Estadão. Segundo ele, Bolsonaro foi convidado para visitar Donald Trump, mas não adiantou se também foram feitos convites de visita dos chefes de Estado dos dois outros países. Antes de viajar, porém, Bolsonaro deverá ser submetido a uma cirurgia para análise de sua colostomia, que será feita em dezembro.

União Europeia cita o Mercosul

O presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Junker, declarou em nota que o bloco está preparado para continuar as negociações com o Mercosul, informa o Estadão. “A UE está pronta para continuar a fortalecer sua parceria com o novo governo (…) Estamos prontos para continuar a trabalhar de forma conjunta com o novo governo para fazer avançar nossos interesses comuns”, afirma.

Cotado para ser ministro da Fazenda, Paulo Guedes, no entanto, já declarou que o Mercosul não será prioridade do governo, tendo classificado o bloco de “ideológico”.

Paulo Guedes diz que Mercosul não será prioridade

Paulo Guedes, anunciado como ministro da Economia por Jair Bolsonaro, disse à Folha que pretende rever a política comercial brasileira e que o Mercosul não será prioridade.

“O Brasil ficou prisioneiro de alianças ideológicas, e isso é ruim para a economia. Não seremos prisioneiros de relações ideológicas. Nós faremos comércio com o mundo todo.”

O economista classificou como “malfeita” a pergunta de uma repórter do jornal Clarín sobre a hipótese de rompimento com o bloco.

“De novo, pergunta malfeita. A pergunta é a seguinte: eu só vou comercializar com Venezuelana, Bolívia e Argentina? Não.”

“A OMC está pronta para aprofundar o diálogo com o governo brasileiro”

O brasileiro Roberto Azevêdo, presidente da Organização Mundial do Comércio (OMC), usou o Twitter para dar os parabéns a Jair Bolsonaro.

Por: Carla Mendes
Fonte: O Dia/Estadão/Alternativa-Japão

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