O Antagonista denuncia: Dez anos de BNDES na Venezuela e… onde está o estaleiro?

Publicado em 22/01/2019 05:19 e atualizado em 22/01/2019 09:54
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por Claudio Dantas, do site O Antagonista

O BNDES injetou mais de R$ 2,2 bilhões na construção, pela Andrade Gutierrez, do Estaleiro Del Alba (Astialba), na Península de Araya, em Sucre (Venezuela).
O Antagonista tentou repetir o #10yearschallenge, mas não encontrou grandes mudanças na paisagem local, segundo o Google Earth.

 

Dez anos do BNDES em Moçambique

Em Moçambique, o BNDES investiu mais de R$ 1,5 bilhão – parte do investimento foi para construir o moderno aeroporto de Nacala, além de uma barragem. Como em Cuba e Angola, as obras mudaram a geografia local. #10yearschallenge

Dez anos do BNDES em Cuba

Duas imagens do Google Earth mostram o desenvolvimento da região do Porto de Mariel, Cuba, em dez anos.

O BNDES destinou à obra, realizada pela Odebrecht, quase R$ 2,4 bilhões. Isso que é mudança. #10yearschallenge

Dez anos do BNDES em Angola

Destino de R$ 14 bilhões do BNDES, Angola obteve nos últimos dez anos importante desenvolvimento de sua infraestrutura.

Foram dezenas de obras de rodovias, hidrelétricas, saneamento básico, habitação, linhas de transmissão de energia, infraestrutura urbana, além de aeroporto, entre outros.

Abaixo, as áreas da Hidrelétrica de Capanda e do Aeroporto Internacional de Catumbela: #10yearschallenge

Cuba e Venezuela protegem terroristas colombianos

O ELN (Exército de Libertação Nacional) assumiu a autoria do atentado com carro-bomba que matou 21 pessoas e feriu 68 em Bogotá, na última quinta-feira (17).

As tentativas da Colômbia de punir os responsáveis e fazer justiça têm esbarrado na proteção dada por Cuba e Venezuela aos terroristas.

Leia a reportagem de Duda Teixeira em Crusoé:

PROPINA DE 1 MILHÃO PARA RENAN FOI ENTREGUE A MOTORISTA DE MILTON LYRA, DIZ PGR

A Odebrecht pagou R$ 1 milhão para Renan Calheiros em 2012 por intermédio de um motorista do empresário Milton Lyra, considerado o operador do senador em esquemas de corrupção, segundo a Procuradoria Geral da República.

De acordo com procuradores responsáveis pelo caso, o valor foi entregue em espécie no dia 31 de maio daquele ano, como pagamento pela contribuição de Renan à aprovação no Senado de um projeto de interesse da Brasken, para pôr fim a incentivos fiscais a produtos importados.

Num pedido de busca e apreensão da Operação Armistício, realizada no final do ano passado, a PGR identificou Fabio Brito Matos como responsável pelo recebimento do dinheiro na sede de empresas de Milton Lyra em São Paulo.

“Milton Lyra atuava como um verdadeiro intermediário do parlamentar, e assim era reconhecido pelas pessoas que buscavam entrar em contato com o senador”, diz o documento, obtido por O Antagonista.

Na delação premiada, os executivos da Odebrecht mostraram que a entrega para “Justiça” (codinome de Renan Calheiros) só seria efetivada mediante a senha “justo”. O dinheiro foi disponibilizado por meio de doleiros que mantinham contratos fictícios com a construtora.

Na semana passada, O Antagonista revelou que Milton Lyra vendeu um apartamento de luxo em Miami que, segundo o MPF, teria sido adquirido com recursos desviados dos fundos de pensão.

Renan promete barrar os planos de Sergio Moro. Confira agora

Fonte: O Antagonista

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