No Estadão: Investidores veem risco de reforma da Previdência travar no Congresso

Publicado em 22/01/2019 08:14
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DAVOS - No discurso de abertura do Fórum Econômico Mundial, o presidente Jair Bolsonaro vai falar da importância da reforma da Previdência para o País, mas investidores internacionais têm dúvidas se o novo governo conseguirá apoio do Congresso Nacional para aprová-la.

Essa desconfiança foi expressa ontem pelo diretor adjunto do Departamento de Pesquisa do Fundo Monetário Internacional (FMI), Gian Maria Milesi-Ferretti, a jornalistas brasileiros, em Davos. “Na área fiscal, a reforma da Previdência é importante, mas pode não passar pelo Congresso”, disse Milesi-Ferreti.

O executivo de um banco suíço de investimentos diz que não vê mudanças no Congresso brasileiro a ponto de garantir a aprovação da reforma. Ele lembrou da dificuldade que Michel Temer teve quando tentou, sem sucesso, mudar as regras de aposentadoria no País.

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Europa quer saber se Brasil quer acordo com bloco

DAVOS - O governo brasileiro vai retomar o diálogo comercial com a Europa. Nesta semana, em Davos, o chanceler Ernesto Araújo vai aproveitar a presença da Comissária de Comércio da UE, Cecilia Malstrom, para debater a agenda bilateral. Na pauta, porém, não estará apenas a ideia de expandir o comércio, mas também o potencial de crise aberto diante da decisão de Bruxelas de impor sobretaxas ao aço brasileiro.

O encontro vai ser realizado à pedido dos europeus, que querem conhecer o novo interlocutor brasileiro e, acima de tudo, saber se ainda existe interesse em um acordo entre Mercosul e UE. 

Bruxelas não disfarçou a preocupação com a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições brasileiras e tentou acelerar a conclusão de um acordo entre Mercosul e UE antes do final do governo de Michel Temer. Mas o projeto fracassou, inclusive diante da resistência da França.

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Fonte: Estadão

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