Venezuela: Guaidó pede que manifestantes continuem nas ruas

Publicado em 25/01/2019 17:34 e atualizado em 26/01/2019 12:41
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Juan Guaidó fez hoje um comício em Caracas, ao qual teve dificuldade de chegar se esquivando das forças de segurança da ditadura, relata a repórter Sylvia Colombo, da Folha.

No seu discurso, o líder oposicionista e autodeclarado presidente interino da Venezuela pediu um minuto de silêncio em respeito aos mortos durante a repressão nos últimos dias.

Depois, conclamou os manifestantes a continuar nas ruas, sem provocações que gerassem repressão.

Em dado momento, Guaidó falou em construir uma democracia “madura”, e o público vaiou. Ele riu: “OK, escolhi mal a palavra, mas vocês entenderam”.

No Estadão: Guaidó apresenta plano para obter apoio das Forças Armadas

CARACAS - O presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, que se declarou presidente interino da Venezuela, fez declarações nesta sexta-feira a uma multidão na Praça Bolívar, no bairro de Chacao, Caracas, e apresentou várias medidas que seu governo pretende adotar nos próximos dias. 

Entre elas, Guaidó apresentou um plano para convencer as Forças Armadas a juntar-se a seu projeto. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, manifestou na quinta-feira o apoio das Forças Armadas ao governo de Nicolás Maduro, que no dia 10 assumiu um segundo mandato considerado ilegítimo pela comunidade internacional. Guaidó pediu à população que saia às ruas amanhã e distribua a lei de anistia entre os militares.

Ao começar o discurso, Guaidó pediu um minuto de silêncio pela brutal repressão dos últimos dias, que deixou ao menos 26 mortos e dezenas de feridos.

Leia a notícia na íntegra no site do Estadão

Fonte O Antagonsita + Estadão

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