Banco russo Gazprombank congela contas da petroleira venezuelana PDVSA

Publicado em 16/02/2019 09:27 e atualizado em 18/02/2019 13:35
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MOSCOU (Reuters) - O banco russo Gazprombank decidiu congelar contas da petroleira venezuelana PDVSA e suspender transações com a companhia para reduzir o risco de que a instituição financeira seja alvo de sanções pelos Estados Unidos, disse uma fonte do banco à Reuters neste domingo.

Embora muitas empresas estrangeiras estejam cortando sua exposição à PDVSA desde que os EUA impuseram sanções, o fato de que um banco fortemente alinhado com o governo russo esteja fazendo o mesmo é significativo, uma vez que o Kremlin tem sido um dos mais firmes apoiadores do presidente venezuelano Nicolas Maduro.

"As contas da PDVSA estão atualmente congeladas. Como você verá, as operações não podem ser realizadas", disse a fonte.

O Gazprombank não respondeu a um pedido da Reuters para comentários.

A Reuters publicou neste mês que a PDVSA tem dito a clientes de suas joint ventures para que depositem os recursos provenientes de vendas de petróleo em contas no Gazprombank, segundo fontes e um documento interno, em um movimento que buscava evitar as novas sanções dos EUA à petroleira.

Washington disse que as sanções, impostas em 28 de janeiro, visam bloquear o acesso de Maduro às receitas do país com petróleo após o líder da oposição Juan Guaidó ter se autoproclamado presidente interino e recebido amplo apoio no Ocidente.

O Gazprombank é o terceiro maior da Rússia em ativos e tem entre seus acionistas a empresa estatal de gás russa Gazprom.

Governo de Maduro pode cair de uma hora para outra como castelo de cartas, diz Mourão

BRASÍLIA (Reuters) - É difícil estimar um prazo para mudanças na situação da Venezuela, mas o presidente Nicolás Maduro pode cair de uma hora para outra, "como um castelo de cartas", disse o vice-presidente Hamilton Mourão, à Reuters, em entrevista exclusiva.

"É difícil você dar prazo numa situação como essa, porque é igual a um castelo de cartas. Às vezes dá um ventinho e ele cai da noite para o dia. Vamos lembrar do Muro de Berlim, que ninguém acreditou que caísse, como caiu da noite para o dia. Quando foi, foi. Acho que na Venezuela vai ser mais ou menos assim", previu.

Desde que o governo de Jair Bolsonaro tomou posse, o Brasil aumentou a pressão diplomática sobre a Venezuela, inclusive com a decisão de aceitar o autoproclamado presidente interino do país, Juan Guaidó, como o presidente legítimo.

Esta semana, o governo brasileiro autorizou o grupo de Guaidó a abrir um ponto de estoque de ajuda humanitária em Roraima.

Mourão, que já foi adido militar na Venezuela e conhece bem o país, afirma, no entanto, que o Brasil não corre o risco de se envolver demais na situação do país vizinho.

"O envolvimento que a gente deve e podia ter já está colocado, que são as pressões diplomáticas, em termos de sanções econômicas nós temos muito pouca coisa para ser aplicada na Venezuela. O ponto lógico que poderíamos ir, já fomos", afirmou.

O governo brasileiro crê em um movimento das Forças Armadas venezuelanas para retirar o apoio a Maduro e levar à queda do presidente do país, mas Mourão admite que o Brasil não tem mais hoje relações diretas com as Forças Armadas do país.

"Nós perdemos muito desses contatos, porque com os expurgos sucessivos das Forças Armadasvenezuelanas aqueles contatos que nós tínhamos ficaram limitados ao pessoal mais jovem, então com os militares de nível mais alto nós perdemos o contato", disse.

Admite, no entanto, que ainda existem informações de inteligência, e elas dão conta de uma insatisfação cada vez maior da base.

"O que a gente imagina dos dados disponíveis é que os postos mais baixos eles estão extremamente insatisfeitos, porque a crise os atinge", disse. "Quem se beneficia nessa crise são os escalões mais elevados que estão metidos aí no narcotráfico, corrupção, próprio controle da pouca atividade econômica que ainda existe no país está na mão deles."

Recentemente, dois militares de posto mais alto denunciaram o governo de Maduro e declararam lealdade a Guaidó. Foi a primeira, na sequência de crises que atinge a Venezuela há vários anos, que o chavismo viu um racha entre militares de mais alto escalão.

Mourão avalia que se começou a "puxa uma pontinha", mas mantém a posição --defendida por outros militares do governo brasileiro-- de que a única maneira de Maduro deixar o poder é ter uma saída pelo aeroporto.

"Se nós queremos evitar um conflito interno na Venezuela, a gente tem que abrir um caminho para o Maduro sair. Dizer 'você e teu povo aqui, vocês pegam o ouro que tem, o dinheiro que tem e algum país aí disposto a recebê-los, vocês pegam um avião e vão embora'", defendeu.

Trump fará discurso sobre Venezuela em Miami nesta segunda-feira

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fará um discurso sobre aVenezuela em Miami nesta segunda-feira e manifestará apoio a Juan Guaidó, a quem os EUA consideram presidente legítimo do país sul-americano, disse uma autoridade da Casa Branca na quarta-feira.

Trump, que  passa o fim de semana em seu retiro em Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida, deve fazer declarações sobre a Venezuela e "os perigos do socialismo", na Florida International University, em Miami.

Trump e outras autoridades de alto escalão dos EUA têm buscado pressionar o presidentevenezuelano, Nicolás Maduro, a renunciar e entregar o poder a Guaidó, que é o presidente da Assembleia Nacional do país.

Guaidó recorreu a uma provisão constitucional para se autoproclamar presidente interino há três semanas, argumentando que a reeleição de Maduro no ano passado foi uma farsa.

"O governo e o povo venezuelanos estão vivendo um momento fundamental de sua história e apoiamos a posição deles por liberdade e independência", disse Trump na semana passada durante seu discurso sobre o Estado da União.

A maioria dos países ocidentais, incluindo os EUA, reconheceram Guaidó como chefe de Estado legítimo, mas o governo Maduro mantém o apoio da Rússia e da China, assim como o controle de instituições como as Forças Armadas.

EUA dizem que União Europeia deveria reconhecer Guaidó como presidente da Venezuela

MUNIQUE (Reuters) - A União Europeia deveria reconhecer o líder do congresso venezuelano, Juan Guaidó, como presidente do país, disse neste sábado o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, pressionando não apenas os governos europeus, mas todo o bloco.

Em discurso na Conferência de Segurança de Munique, Pence disse que Guaido, que se declarou líder interino e ganhou apoio internacional e dos EUA para substituir Nicolas Maduro, merece que "o resto do mundo" o reconheça, e disse que o presidente Nicolás Maduro, a quem chamou de ditador, deve renunciar.

 -- "Chegou a hora de o resto do mundo dar um passo à frente. Mais uma vez o velho mundo pode tomar uma posição em defesa da liberdade no novo mundo ... Hoje pedimos à União Europeia que dê um passo à frente pela liberdade e reconheça Juan Guaidó como o único presidente legítimo da Venezuela", disse Pence.

Mais ajuda humanitária para Venezuela chega à Colômbia

CUCUTA, Colômbia (Reuters) - Aviões de transporte militar dos EUA transportando ajuda humanitária para os venezuelanos desembarcaram na cidade de Cucuta, na fronteira colombiana, neste sábado, onde alimentos e medicamentos estão sendo armazenados em meio a incertezas sobre como e onde a ajuda será distribuída.

    O carregamento será a segunda maior ajuda internacional e norte-americana para os venezuelanos, muitos dos quais têm acesso escasso a alimentos e remédios, desde que o líder da oposição, Juan Guaidó, declarou-se presidente interino, desafiando o presidente socialista Nicolas Maduro.

    Guaidó, que invocou a Constituição para se declarar líder do país no mês passado, argumentou que a reeleição de Maduro em 2018 era uma farsa, disse que a ajuda entrará na Venezuela em 23 de fevereiro.

    Mas ainda não está claro se Maduro, que chamou a ajuda de um show orquestrado pelos Estados Unidos e nega qualquer crise, permitirá que os suprimentos cheguem à Venezuela.

    Um funcionário dos EUA disse à Reuters que a ajuda entregue no sábado foi de mais de 200 toneladas, mas um representante da embaixada dos EUA disse que não há medições do carregamento.

    A Colômbia, cujo presidente Ivan Duque se refere a Maduro como ditador, afirmou repetidamente que a ajuda não será distribuída em seu território.

    A maioria dos países ocidentais e muitos dos vizinhos da Venezuela reconheceram Guaidó como o legítimo chefe de Estado, enquanto Maduro mantém o apoio da Rússia e da China e o controle de estatais venezuelanas e das forças armadas.

    A ajuda "proporcionará alívio a dezenas de milhares de venezuelanos que sofrem com a escassez severa de alimentos e remédios causada pela má administração do regime ilegítimo de Maduro", disse a embaixada dos Estados Unidos em comunicado.

    Os suprimentos, incluindo kits de higiene e produtos especiais destinados a crianças que sofrem de desnutrição, chegarão de uma base da força aérea na Flórida a bordo de aviões de carga C-17.

    Voos de ajuda adicionais acontecerão nos próximos dias, acrescentou o comunicado, e os suprimentos médicos e farmacêuticos destinados aos hospitais chegarão no início da próxima semana.

    A remessa de primeiros socorros, que incluía alimentos básicos e suprimentos médicos, chegou em 8 de fevereiro e está sendo armazenada em um depósito de Cucuta.

    Duas pontes fora de Cucuta, que marcam a fronteira entre os dois países, estavam abertas normalmente no sábado. Uma ponte rodoviária nos arredores de Tienditas, na Venezuela, que nunca foi usada, segue bloqueada no lado venezuelano por contêineres.

    Espera-se que os pacientes médicos façam um protesto em Tienditas pedindo a permissão de ajuda, enquanto partidários do governo da Venezuela nas proximidades planejavam um bloqueio em protesto contra o "intervencionismo americano".

EUA aumentam pressão contra Maduro com sanções e auxílio humanitário

WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos intensificaram a pressão contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, nesta sexta-feira, impondo sanções contra as principais autoridades de segurança, o chefe de sua petrolífera estatal e revelando planos para transportar mais de 200 toneladas de auxílio humanitário à fronteira da Colômbia.

O Tesouro dos EUA impôs sanções contra o presidente da PDVSA, Manuel Quevedo, contra três graduadas autoridades de inteligência e Rafael Bastardo, identificado por autoridades norte-americanas como chefe de uma unidade de polícia nacional responsável por dezenas de assassinatos extrajudiciais conduzidos durante operações noturnas em nome de Maduro.

Separadamente, uma autoridade dos EUA disse que aeronaves militares norte-americanas devem levar mais de 200 toneladas de auxílio humanitário à fronteira da Venezuela com a Colômbia e que a operação deve acontecer no sábado.

As medidas fazem parte de um esforço mais amplo dos EUA para enfraquecer Maduro, cuja reeleição em 2018 é considerada ilegítima por Washington, e para fortalecer o líder da oposição e autodeclarado presidente Juan Guaidó.

Aeronaves militares dos EUA devem deixar o auxílio no lado colombiano da fronteira com a Venezuela no sábado, disse uma autoridade norte-americana que falou sob condição de anonimato.

Uma segunda fonte do governo dos EUA que pediu para não ser identificada disse que os alimentos e medicamentos serão levados à cidade fronteiriça de Cúcuta, na Colômbia.

Mas não está claro se qualquer parte do auxílio chegará aos venezuelanos.  

Maduro, à frente do país durante um colapso econômico que tem deixado milhões dificuldades para comprar comida e remédios, aumentando uma crise migratória sem precedentes na região, tem se recusado a autorizar a entrada dos carregamentos.

Cuba acusa EUA de mobilizarem forças especiais visando intervenção na Venezuela

HAVANA (Reuters) - Cuba acusou os Estados Unidos nesta quinta-feira de estarem posicionando forças especiais mais perto da Venezuela em segredo como parte de um plano para intervir no país sul-americano com o pretexto de uma crise humanitária.

Uma "Declaração do Governo Revolucionário" argumentou que eventos recentes no país equivalem a uma tentativa de golpe que falhou até agora.

O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, vem tentando pressionar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, para que renuncie e ceda o poder a Juan Guaidó, líder da Assembleia Nacional daVenezuela.

Guaidó invocou uma cláusula constitucional para se autoproclamar presidente interino três semanas atrás, argumentando que a eleição que reelegeu Maduro no ano passado foi uma farsa.

Estes acontecimentos, disse a declaração cubana, levaram Washington a impor sanções drásticas, causando danos "mil vezes maiores" do que a ajuda que está tentando impor à Venezuela.

"Entre 6 e 10 de fevereiro, aeronaves militares de transporte voaram para o Aeroporto Rafael Miranda de Porto Rico, para a Base Aérea de San Isidro, na República Dominicana, e para outras ilhas caribenhas localizadas estrategicamente, provavelmente sem o conhecimento dos governos destas nações", afirmou a declaração.

"Estes voos decolaram de instalações militares americanas a partir das quais unidades de Operações Especiais e do Corpo de Fuzileiros Navais operam, que são usadas para ações sigilosas."

A Venezuela, uma grande produtora de petróleo, está sendo assolada por uma crise econômica grave. A queda dramática na produção e uma inflação de seis dígitos estão erodindo os meios de vida da população, e cerca de três milhões de pessoas já partiram para países vizinhos em busca de sustento.

Cuba é uma das maiores apoiadoras do governo venezuelano desde o início da chamada Revolução Bolivariana sob o comando do falecido líder Hugo Chávez em 1998.

A maioria dos países ocidentais, incluindo os EUA, e latino-americanos reconheceram Guaidó como chefe de Estado legítimo da Venezuela e prometeram milhões de dólares em ajuda humanitária, que começou a chegar à fronteira com a Colômbia e o Brasil.

O governo Maduro ainda conta com o apoio de Rússia, China entre outras nações e controla instituições estatais, inclusive as Forças Armadas.

Na terça-feira Guaidó disse que a ajuda humanitária entraria pela fronteira apesar das objeções de Caracas, armando um confronto em potencial.

Nesta quinta-feira Cuba disse estar claro que os EUA querem "estabelecer um corredor humanitário à força sob proteção internacional, invocando a obrigação de proteger civis e adotando todas as medidas necessárias".

Estatal de petróleo da Venezuela transferiu milhões para contas búlgaras, diz autoridade

SOFIA (Reuters) - A Bulgária bloqueou transferências feitas de várias contas bancárias que receberam milhões de euros da estatal petroleira da Venezuela, PDVSA (Petroleos de Venezuela), disseram autoridades de segurança nesta quarta-feira.

O líder opositor venezuelano Juan Guaidó, autoproclamado presidente do país, argumentou que a eleição que reelegeu Maduro no ano passado foi uma fraude.

Os Estados Unidos e a maioria dos países ocidentais, incluindo a Bulgária, reconheceram Guaidó como chefe de Estado legítimo, mas Maduro ainda conta com o apoio de Rússia e China e controla instituições estatais.

Reagindo a um aviso dos EUA, os serviços de segurança búlgaros estão verificando contas de um homem que tem várias cidadanias, inclusive búlgara, em um banco local, informou o procurador-chefe da Bulgária, Sotir Tsatsarov.

O dinheiro que entrou nas contas estava sendo enviado para contas no exterior, disse Tsatsarov aos repórteres depois de se encontrar com o embaixador dos EUA em Sófia na sede do governo.

"Verificamos que houve transferências de dinheiro da Venezuela, a saber, da estatal petroleira daVenezuela, para estas contas", explicou ele aos repórteres.

"Todas as medidas foram tomadas para que os fundos que ainda estão nas contas, que não são quantias pequenas, fiquem totalmente sob nosso controle e não deixem o país sob falsos pretextos".

Há milhões de euros nas contas, segundo o chefe da Agência Nacional de Segurança Estatal, Dimitar Georgiev, que disse que o Banco Central búlgaro está ajudando com o processo.

Os procuradores analisarão todas as transferências de e para estas contas antes de decidirem se apresentam acusações de lavagem de dinheiro, explicou Tsatsarov, acrescentando que o banco em questão não está sob suspeita.

"Nosso governo está trabalhando muito de perto com a Bulgária e outros membros da União Europeia para que a riqueza do povo da Venezuela não seja roubada", disse o embaixador norte-americano em Sófia, Eric Rubin, após a reunião.

A PDVSA está tentando aumentar as exportações para lugares como a Índia agora que as sanções de Washington, concebidas para interromper o fluxo de moeda estrangeira para o governo Maduro, atingiram suas remessas para os EUA e a Europa.   

Ministro russo diz que Venezuela deve honrar obrigações de dívida com a Rússia

SOCHI, Rússia (Reuters) - A Venezuela deve honrar suas obrigações de dívida com a Rússia, apesar da situação política em Caracas, disse o ministro das Finanças russo, Anton Siluanov, nesta quinta-feira.

Em entrevista a jornalistas em Sochi, Siluanov acrescentou que a Venezuela não pediu nenhuma nova ajuda financeira à Rússia.

Oposição da Venezuela toma medidas para assumir controle das receitas de petróleo

CARACAS (Reuters) - O Congresso da Venezuela, controlado pela oposição, nomeou novas diretorias temporárias para a petroleira estatal PDVSA nesta quarta-feira, em um esforço para retirar as receitas de petróleo do país membro da Opep das mãos do presidente Nicolás Maduro.

Embora muitos países do Ocidente tenham reconhecido Guaidó como legítimo chefe de Estado daVenezuela, Maduro mantém o controle das instituições estatais e Guaidó precisa de recursos para montar um governo interino.

Controlar a refinaria da PDVSA nos Estados Unidos, a Citgo Petroleum, o ativo externo mais valioso da Venezuela, ajudaria muito neste sentido, embora a apropriação do controle da própria PDVSA pareça improvável enquanto Maduro estiver no poder.

"Demos um passo adiante com a reconstrução da PDVSA", disse Guaidó no Twitter, logo depois que o Congresso nomeou a diretoria. "Com esta decisão, nós estamos não apenas protegendo os nossos bens, mas evitando a contínua destruição".

A produção de petróleo da PDVSA caiu paro o menor nível em 70 anos devido a dívidas esmagadoras, ampla corrupção e pouca manutenção de sua infraestrutura. O governo do presidente norte-americano Donald Trump, que apoia Guaidó, impôs sanções contra o setor petrolífero daVenezuela em 28 de janeiro, visando cortar exportações para os EUA e intensificar a pressão sobre Maduro.

A diretoria proposta para a Citgo seria composta pelos venezuelanos Luisa Palacios, Angel Olmeta, Luis Urdaneta e Edgar Rincon, que moram nos EUA, e por um diretor norte-americano.

As nomeações alimentam um crescente confronto entre Guaidó e Maduro, que tem dito que não permitirá que a Citgo seja "roubada". Como a nova diretoria assumirá a empresa é incerta e sua autoridade provavelmente será questionada legalmente, disseram fontes com conhecimento das deliberações.

Venezolanos caminan hasta cinco horas por un plato de comida en Cúcuta 

En Colombia, una legión de voluntarios trata de mitigar el impacto de la crisis que agobia a millones de venezolanos. En la ciudad fronteriza de Cúcuta, la Casa de Paso Divina Providencia ayuda a que 5.000 de ellos ganen la batalla diaria contra el hambre. Muchos tienen que caminar hasta cinco horas para llegar a ese lugar.3:

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Fonte Reuters

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