Financeiro foca mais nas relações China x EUA nesta 6ª feira morna para os mercados

Publicado em 22/02/2019 10:46 e atualizado em 22/02/2019 12:03
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Balanços de empresas terão influência no mercado acionário

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Os mercados se apresentam meio mornos nesta manhã de sexta (22) pelo menos quanto a informações que possam indicar um rumo mais definido. A proverbial atenção com China e Estados Unidos está em linha, hoje alterada para mais otimista, e os desdobramentos da Previdência no Congresso devem começar para valer semana que vem, a menos que venha alguma novidade forte na cena política.

Dessa forma, o dólar devolve parte dos ganho de 1% na véspera e na altura das 10h45 está em R$ 3,74, em menos 0,50%. Na B3, sistuação mista e moderada: o Ibovespa ganha 0,45% e o Futuro encolhe 0,09%. Em dia de muitos balanços corporativos, alguns com projeções favoráveis, a bolsa tende a ficar positiva.

Do impasse entre China e Estados Unidos, os negociantes estão vendo progresso num tal
"memorando" de intenções sobre pontos que estão sendo discutidos, como também no encontro do próprio presidente Donald Trump com o principal negociador chinês, Liu He. Na torcida para que os dois gigantes mundiais firmem um acordo até 1º de março, evitando impostos americanos sobre US$ 200 bilhões de importações da China e arrastando a economia global para baixo, vale tudo.

E ajudou os índices acionários dos Estados Unidos a subirem na quinta, apesar de dados fracos da economia, e os S&P 500 Futuros e o Dow 30 Futuros estão nesta parte da sexta no positivo.

E junto fecharam mais animadas as bolsas da Ásia, com exceção do Nikkei, do Japão.

Há sempre o fator Trump, com alguma declaração de supetão podendo fazer subir ou descer as expectativas.

Do Federal Reserve (FED), os mercados analisam a possibilidade de que venha a acabar coma "redução de seu balanço", além de acentuar um dúbia posição quanto a evitar apertos monetários. Por sinal, esta segunda expectativa tirou força do dólar na semana frente a várias divisas, mas que hoje está levemente acima.

O agravamento do caos na Venezuela, agora com as fronteiras fechadas, também está no tempero.

Na cena nacional, o dia ficará por conta de novas opiniões sobre os aspectos da reforma, certamente com os analistas esperando movimentações mais intensas dos parlamentares nos próximos dias, quando ficará mais claro a força e coesão da base de apoio do Governo.

Salvo surja alguma "crise" nova ou na ressaca da questão dos candidatos-laranjas do PSL, além da retemperada situação do senador Flávio Bolsonaro com seus ex-assessores.

 

Por Giovanni Lorenzon
Fonte Notícias Agrícolas

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