Aprovação do governo Trump chega a 46% nos EUA, diz Wall Street Journal

Publicado em 05/03/2019 11:11 e atualizado em 05/03/2019 12:13
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Índice similar a Obama e Clinton; ligeira alta em 1 mês

A aprovação do presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a 46% em fevereiro de 2019. A desaprovação fechou em 52%. Os dados são de pesquisa do Wall Street Journal e NBC News.

Faltando 20 meses para as eleições presidenciais, o republicano tem 1 índice de aprovação similar aos ex-presidentes Obama e Clinton no mesmo período de seus mandatos.

O levantamento entrevistou 900 americanos entre os dias 24 e 27 de fevereiro. Os dados mostram alta de 3 pontos percentuais entre dezembro e janeiro em relação à aprovação do atual mandatário.

Segundo o jornal, o índice de avaliação de Trump tem sido estático desde quando assumiu o cargo em janeiro de 2017. Desde junho de 2018, a pesquisa encontrou entre 43% e 47% norte-americanos aprovando o trabalho do presidente.

Para os comentaristas da NBC News, Trump vem sendo mais apoiado devido ao “apoio de homens brancos sem diploma universitário”. O analista Fred Yang diz que “os eleitores do Trump de 2016 estão voltando para ele”.

SINAIS DE ALERTA PARA TRUMP

Os dados também indicam que eleitores pretendem votar em democratas nas primárias, em busca de “1 candidato com ideias políticas agressivas”.

55% dos entrevistados indicam que votarão em 1 candidato que proponha políticas de maior escala –mesmo que despendam maiores gastos. Do outro lado, 42% preferem 1 candidato com agenda de menor escala e menos dispendiosa.

O levantamento também mostra que o esforço de Trump para declarar emergência nacional em busca do muro fronteiriço com o México tem oposição de 60% dos entrevistados. A medida é apoiada por 39% dos norte-americanos.

A pesquisa também apontou que a maioria dos estadunidenses –sem explicitar a porcentagem– acredita que a posição democrata acerca das mudanças climáticas, direitos de imigração e aborto fazem parte do “mainstream político”.

Cerca de 53% dos norte-americanos acreditam que não haverá uma recessão econômica nos próximos anos, enquanto 33% acreditam que pode ser que a crise se torne uma realidade.

Vendas de novas moradias nos EUA atingem máxima de 7 meses em dezembro

WASHINGTON (Reuters) - As vendas de novas moradias para uma única família nos Estados Unidos subiram para a máxima de sete meses em dezembro, mas o salto de novembro foi revisado para baixo, indicando contínua fraqueza no mercado imobiliário.

O Departamento do Comércio informou nesta terça-feira que as vendas de novas moradias subiram 3,7 por cento, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 621 mil unidades, nível mais alto desde maio de 2018.

O ritmo de vendas de novembro foi revisado para baixo a 599 mil unidades, de 657 mil informadas anteriormente.

Economistas consultados pela Reuters esperavam que as vendas de novas moradias caíssem 8,7 por cento, para 600 mil unidades em dezembro.

Fonte: Poder360/Reuters

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