No Estadão: Insatisfeitos, sindicatos acertam greves em reunião com Guaidó

Publicado em 06/03/2019 09:14
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CARACAS - Um dia após voltar à Venezuela, o líder opositor Juan Guaidó iniciou nesta terça-feira, 5, uma nova fase nos esforços para retirar o presidente Nicolás Maduro do poder ao se reunir com sindicatos do setor público e definir uma agenda de greves na administração pública. “Faremos uma greve escalonada, proposta dos trabalhadores para nunca mais trabalharem pela ditadura”, disse Guaidó, autoproclamado presidente interino do país em janeiro. 

Segundo o opositor, além das greves, está sendo preparada uma lei para proteger os funcionários públicos que sejam demitidos. Os sindicatos não anunciaram quando e em que setores vão ocorrer as paralisações. “Nas prefeituras, por exemplo, vamos trabalhar apenas três vezes por semana”, explicou Ana Yánez, do sindicato Unete (União Nacional de Trabalhadores da Venezuela).

A partir de hoje, o Parlamento – único órgão controlado pela oposição – realizará reuniões com as grandes centrais trabalhistas, que agrupam mais de 600 sindicatos, para coordenar as ações que resultarão em greves por etapas na administração pública. 

Leia a notícia na íntegra no site do Estadão.

Fonte: Estadão

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