No Estadão: Tropa do PSL, com general, coronel, major e delegado, deixou Guedes na mão, por Eliane Catanhêde

Publicado em 05/04/2019 08:07
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Foram dois movimentos em sentido contrário. Ontem, o presidente Jair Bolsonarofinalmente recebeu em palácio os “velhos políticos” dos “velhos partidos” e da “velha política”. Na véspera, o PSL, sigla do presidente, havia lavado as mãos e abandonado o ministro Paulo Guedes na CCJ, cara a cara com os leões da oposição.

Nas conversas com presidentes e líderes de MDB, DEM, PSDB, PP, PRB e PSD – alguns deles enrolados na Justiça, como Romero Jucá e Gilberto Kassab –, Bolsonaro foi menos presidente e mais ex-colega de Congresso. Nada foi pedido, nada foi prometido, mas foi um marco mesmo assim: o presidente assumiu um firme compromisso com a reforma da Previdência. E decidiu fazer política.

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Fonte: Estadão

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