Chanceler chinês pede moderação dos EUA sobre comércio e Irã

Publicado em 18/05/2019 18:05
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XANGAI (Reuters) - O chanceler chinês, Wang Yi, disse ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, neste sábado, que as palavras e atitudes recentes dos EUA prejudicaram os interesses e empreendimentos da China, e que os norte-americanos deveriam demonstrar moderação.

Numa conversa por telefone com Pompeo, Wang disse que os EUA não deveriam ir “longe demais” na atual disputa comercial entre os dois países, acrescentando que a China ainda está disposta a resolver as diferenças através da negociação, mas que ambos os lados devem estar no mesmo patamar.

Sobre o Irã, o chanceler chinês disse ainda esperar que todas as partes demonstrem moderação e ajam com cautela para evitar uma escalada nas tensões.

Huawei e produtores de insumos fazem planos para enfrentam lista negra dos EUA, diz jornal

(Reuters) - A Huawei está pedindo a seus maiores fabricantes asiáticos de chips para manter as entregas após Washington restringir o acesso da gigante de telecomunicações à tecnologia americana, informou o Nikkei, citando fontes familiarizadas com o assunto.   

A empresa de fabricação de semicondutores de Taiwan disse que vai manter suprimentos por enquanto mesmo que fosseavaliando o impacto da decisão de Washington, disse o relatório.   

Innolux, que produz telas para a Huawei, disse que vai ter um impacto, mas é difícil determinar a dimensão e que a sua programação de envio para a Huawei seguiu inalterada, de acordo com o relatório.   

Fabricantes de chips dos EUA, como Qualcomm e Qorvo suspenderam remessas na sexta-feira, segundo o relatório, enquanto outras empresas dos EUA devem seguir o mesmo caminho que as restrições surtir efeito.

Huawei, Taiwan Semiconductor, Innolux, Qualcomm e Qorvo não responderam imediatamente ao pedido para comentários.    

A administração Trump na quinta-feira incluiu a Huawei numa lista negra, imediatamente aprovar restrições que irão tornar extremamente difícil para a empresa comprar peças e componentes de empresas americanas sem aprovação do governo dos EUA.

Fonte: Reuters

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