G20 deve dizer que perspectiva econômica está menos negativa e prometer manter ou elevar auxílio

Publicado em 13/10/2020 14:40

Os líderes financeiros mundiais dirão na quarta-feira que as perspectivas para a economia global devastada pela pandemia estão menos negativas, uma vez que medidas já tomadas estão dando resultados, e prometerão fazer mais, se necessário, para apoiar uma recuperação, mostrou o esboço de sua declaração.

Ministros das finanças e chefes de bancos centrais das 20 maiores economias do mundo realizarão uma reunião virtual na quarta-feira para discutir os principais desafios econômicos globais diante da contração causada pela pandemia de Covid-19 este ano.

"A perspectiva está menos negativa, com a atividade econômica global mostrando sinais de recuperação conforme nossas economias foram gradualmente reabrindo e os impactos positivos de nossas singnificativas ações de política monetária começaram a se materializar", afirmou o esboço da declaração dos líderes financeiros do G20, visto pela Reuters.

"Vamos sustentar e fortalecer conforme necessário a nossa resposta de política monetária, considerando os diferentes estágios da crise, para garantir uma recuperação estável e sustentável", afirmou o documento.

Os líderes financeiros do G20, que entraram em confronto no passado sobre o comércio internacional --considerado motor do crescimento global-- disseram que não criariam novas barreiras a ele.

"Continuaremos a facilitar o comércio internacional, o investimento e a elevar a resiliência das cadeias de abastecimento para apoiar o crescimento, a produtividade, a inovação, a criação de empregos e o desenvolvimento", afirmou o esboço.

Fonte: Reuters

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Dólar fecha em alta ante real após dados de emprego nos EUA
Ibovespa fecha com declínio modesto, mas tem 2ª melhor semana do ano com estrangeiro e cena eleitoral
Setor chinês de terras raras suspende algumas remessas aos EUA, dizem fontes
CNN: Fachin retira pedido para investigar Mendonça do inquérito das fake news
Datafolha: Lula tem 46% contra 44% de Flávio em eventual 2º turno
Trump diz que se Fed não reduzir juros, deixará de fazer negócios com alguns países