Ministério de Minas e Energia prevê 28 leilões do setor elétrico no triênio 2022-2024

Publicado em 20/12/2021 13:02

O Ministério de Minas e Energia prevê realizar 28 leilões ligados ao setor elétrico entre 2022 e 2024, sendo 22 de geração de energia e seis de linhas de transmissão, segundo portarias publicadas nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.

No próximo ano, o calendário da pasta inclui oito certames. Estão previstos leilões para compra de energia elétrica de novos empreendimentos nos meses de maio (A-4) e agosto (A-5 e A-6), e leilões de energia existente em dezembro (A-1 e A-2).

Ainda em 2022, o governo pretende organizar duas licitações para contratação de reserva de capacidade -- modalidade nova que será testada pela primeira vez no país na terça-feira, quando acontece o último leilão do ano organizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e ministério.

A pasta marcou para setembro de 2022 um leilão de reserva de capacidade, voltado à energia de reserva. Em novembro, fará uma licitação semelhante, mas destinada à contratação de potência.

Também está previsto um leilão para suprimento de energia aos Sistemas Isolados --não conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN)--, a ser realizado em outubro de 2022.

Para 2023 e 2024, o calendário também projeta leilões de energia nova (menos A-5) e existente, de reserva de capacidade e de suprimento aos sistemas isolados, mas em meses diferentes.

TRANSMISSÃO

Em outra portaria publicada nesta segunda-feira, o ministério definiu datas para realização de seis leilões de transmissão de energia. Estão programados dois certames por ano até 2024, nos meses de junho e dezembro.

Fonte: Reuters

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Gerp: Flávio Bolsonaro tem 47% contra 40% de Lula em eventual 2º turno
CNN: Decisão de Dino atropela Fachin e Mendonça e escala crise no STF
Jovem Pan: Fachin cancela sessão no plenário do STF após decisão que reintegrou Andrei à PF
Wall Street recua enquanto petróleo oscila perto de US$ 100 em meio a tensões no Oriente Médio
Ibovespa cai com cenário externo sem tirar Brasília do radar
Brasil vê China como potencial compradora de créditos de carbono e mira acordo até a COP31