UE aprova novas sanções contra Belarus por invasão da Ucrânia

Publicado em 02/03/2022 09:40

BRUXELAS (Reuters) - Diplomatas da União Europeia aprovaram novas sanções contra Belarus por seu apoio na invasão da Ucrânia pela Rússia, disse a presidência francesa da UE nesta quarta-feira.

Diplomatas da UE aprovaram novas sanções contra a população bielorrussa que está desempenhando um papel nos ataques à Ucrânia, afirmou a presidência no Twitter.

As sanções também atingirão "alguns setores econômicos, em particular madeira, aço e potássio", segundo o comunicado.

Uma autoridade da UE disse nesta semana que um dos objetivos das novas sanções a Minsk é interromper as exportações de quaisquer outros produtos bielorussos para a UE, além daqueles já sujeitos às sanções da UE impostas depois que o presidente Alexander Lukashenko reprimiu protestos após as eleições em agosto de 2020.

"Estas medidas serão publicadas no Diário Oficial da UE para entrada em vigor", disse a presidência em seu comunicado, sem indicar o momento exato da publicação.

Espera-se que algumas das sanções fechem lacunas das medidas restritivas existentes.

A UE já está proibindo as exportações de potássio de Belarus, um fertilizante feito de potássio, e derivados de petróleo. Mas diplomatas disseram que Belarus ainda exporta potássio à UE via Ucrânia e também aumentou suas exportações para a UE de derivados de petróleo obtidos a partir do carvão.

(Reportagem de John Chalmers)

Fonte: Reuters

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Ibovespa fecha acima de 190 mil pela 1ª vez após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifas de Trump
Fim das tarifas recíprocas nos EUA redesenha o cenário para commodities e comércio
Dólar cai para R$5,1766 após Suprema Corte dos EUA derrubar tarifas de Trump
Derrubada de tarifas dos EUA é "muito importante" para o Brasil e nova taxação de 10% não afeta competitividade, diz Alckmin
Ao mencionar escolha do chair do Fed, Trump diz que juros deveriam cair substancialmente
Trump anuncia tarifa global temporária de 10% para substituir taxas derrubadas pela Suprema Corte