Ações de Xangai têm maior queda em 6 semanas em meio a surtos de Covid

Publicado em 06/07/2022 08:03

As ações de Xangai tiveram nesta quarta-feira a maior queda em seis semanas enquanto o índice referencial de Hong Kong caiu mais de 1%, uma vez que a China continua a lutar com uma explosão de Covid-19 enquanto que as ações de energia registraram vendas no mercado mundial de petróleo.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com queda de 1,46%, enquanto o índice de Xangai teve perda de 1,43%. O índice de Hong Kong Hang Seng caiu 1,22%.

A China está lutando contra um ressurgimento da Covid-19 em várias frentes em todo o país, incluindo Xangai, provocando a realização de testes de massa e novas restrições.

Xangai, que levantou seu lockdown de dois meses no início de junho, está testando todos os residentes em nove de seus 16 distritos até quinta-feira, bem como aqueles em partes de outros três distritos.

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 1,20%, a 26.107 pontos.

. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,22%, a 21.586 pontos.

. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,43%, a 3.355 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,46%, a 4.423 pontos.

. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 2,13%, a 2.292 pontos.

. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 2,53%, a 13.985 pontos.

. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,01%, a 3.103 pontos.

. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,52%, a 6.594 pontos.

Fonte: Reuters

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Trump diz que EUA deveriam controlar Estreito de Ormuz e ser pago por isso
Analistas reduzem projeção para inflação este ano no Focus a 5,16%
China pretende estimular consumo em seu primeiro plano quinquenal
Irã intensifica ataques a bases dos EUA no Golfo; tensões por Estreito de Ormuz elevam preços do petróleo
Ações chinesas caem para mínima de três meses com tensões no Golfo e realização de lucros
EUA insistem que Irã se comprometa a interromper ataques no Estreito de Ormuz, dizem autoridades