Hong Kong retira obrigatoriedade de máscaras contra Covid a partir de 1º de março

Publicado em 28/02/2023 11:07

Por Farah Master

HONG KONG (Reuters) - Hong Kong abandonará a exigência de máscaras contra a Covid-19, disse o chefe do Executivo da ilha, John Lee, nesta terça-feira, em um movimento para atrair de volta visitantes e negócios e restaurar a vida normal mais de três anos após a adoção de regras rígidas no pólo financeiro.

A medida entrará em vigor a partir de quarta-feira, afirmou Lee em coletiva de imprensa. A região administrativa especial de Hong Kong é um dos últimos lugares do mundo que ainda impõe obrigatoriedade de máscara.

Hong Kong e Macau seguiram a política de Covid-zero da China durante grande parte dos últimos três anos. Hong Kong começou a relaxar suas rígidas regras no ano passado, mas o uso de máscaras permaneceu constante desde 2020.

"Achamos que este é o melhor momento para tomar essa decisão. É uma mensagem clara para mostrar que Hong Kong está retomando a normalidade", disse Lee.

Em locais de alto risco, como hospitais, os administradores podem decidir se exigem que funcionários e visitantes usem máscaras, segundo ele.

A região administrativa especial de Macau disse em 26 de fevereiro que retiraria a exigência de máscara relacionada à Covid para a maioria dos locais, exceto para transporte público, hospitais e algumas outras áreas.

Na China continental, os moradores não são obrigados a usar máscaras ao ar livre, embora as autoridades os incentivem a fazê-lo em áreas internas públicas, como aeroportos e estações de trem.

Fonte: Reuters

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Dólar fecha em alta ante real após dados de emprego nos EUA
Ibovespa fecha com declínio modesto, mas tem 2ª melhor semana do ano com estrangeiro e cena eleitoral
Setor chinês de terras raras suspende algumas remessas aos EUA, dizem fontes
CNN: Fachin retira pedido para investigar Mendonça do inquérito das fake news
Datafolha: Lula tem 46% contra 44% de Flávio em eventual 2º turno
Trump diz que se Fed não reduzir juros, deixará de fazer negócios com alguns países