Aprovação de Biden sobe para 42%, a maior desde junho, mostra Reuters/Ipsos

Publicado em 08/03/2023 11:18

Por Jason Lange

WASHINGTON (Reuters) - O índice de aprovação popular do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, subiu para 42%, o nível mais alto desde junho, com a redução da inflação e a continuidade da força do crescimento do emprego, mostrou uma nova pesquisa Reuters/Ipsos.

A popularidade de Biden tem sofrido desde os primeiros dias de sua Presidência no início de 2021, caindo quase de forma contínua até o período de maio a julho do ano passado, quando chegou a 36%.

Desde então, seu nível de aprovação aumentou gradualmente, com a aprovação em 42% nesta semana, acima dos 41% registrados no mês anterior. A pesquisa Reuters/Ipsos tem uma margem de erro de 3 pontos percentuais.

A aprovação de Biden também permanece bastante baixa pelos padrões históricos. Nas últimas décadas, os presidentes apenas ocasionalmente passaram por longos períodos com aprovação tão baixa quanto a de Biden, embora Donald Trump tenha passado grande parte de sua Presidência de 2017 a 2021 com níveis semelhantes de aprovação e em certos momentos ainda mais baixos, atingindo 33% em dezembro de 2017.

Biden, agora com 80 anos, deve anunciar sua candidatura à reeleição nas próximas semanas. A pequena alta em sua popularidade ocorre em meio à redução do ritmo do aumento dos preços ao consumidor, de 6,4% nos 12 meses até janeiro, ante 9,1% em junho.

Ele deve revelar uma proposta de orçamento nesta semana que pode destacar metas para um segundo mandato, que devem incluir esforços para proteger e possivelmente expandir a rede de segurança social, ao mesmo tempo em que reduz o déficit federal, tributando mais os norte-americanos ricos.

Cerca de 81% dos entrevistados democratas disseram que aprovam o desempenho de Biden, embora apenas 10% dos republicanos tenham dito o mesmo.

A pesquisa Reuters/Ipsos, realizada nos Estados Unidos, reuniu respostas de 1.023 adultos, usando uma amostra nacionalmente representativa.

(Por Jason Lange)

Fonte: Reuters

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