Bovespa ganha 2,11% na abertura; dólar bate R$ 1,83

Publicado em 27/05/2010 11:05
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A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera com ganhos nos primeiros negócios desta quinta-feira. Os mercados tiveram um momento de estresse logo pela manhã, com a notícia, já desmentida, de que a China planejava reduzir suas reservas em euros. O clima externo melhora, dando continuidade à recuperação vista ontem. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, sobe 2,11%, aos 61.456 pontos. Ontem, a Bovespa fechou em queda de 1,70%.

O dólar comercial é cotado por R$ 1,838, em um decréscimo de 1,07%. A taxa de risco-país marca 229 pontos, número 7,28% abaixo da pontuação anterior.

As principais Bolsas asiáticas valorizaram no expediente desta quinta, a exemplo de Tóquio (alta de 1,23%) e Hong Kong (ganho de 1,22%).

Na Europa, a Bolsa de Londres sobe 1,77%; Em Frankfurt, a Bolsa local avança 2,12%.

Entre as primeiras notícias do dia, o Departamento de Comércio dos EUA apontou um crescimento de 3% para o PIB americano neste primeiro trimestre (ante o trimestre passado), abaixo da estimativa anterior (3,2%). Economistas do setor financeiro esperam um crescimento em torno de 3,4%.

Ainda nos EUA, o Departamento de Trabalho divulgou um recuo na demanda pelos benefícios do auxílio-desemprego. Os pedidos iniciais atingiram a cifra de 460 mil até a semana passada, abaixo da estimativa anteriormente divulgada. Analistas de Wall Street projetavam um número em torno de 455 mil.

Já na Europa, o parlamento espanhol aprovou a proposta do governo de cortar 15 bilhões de euros em gastos até 2011.

O instituto privado Conference Board estimou uma recuperação tímida porém estável para a zona do euro em abril.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que a taxa de desemprego no país atingiu 7,3% em abril ante 7,6% em março. Esse é o menor resultado para o mês de abril dentro da série histórica, iniciada em março de 2002.

Fonte Folha de São Paulo

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