Bovespa valoriza 0,47% na abertura; dólar marca R$ 1,80

Publicado em 31/05/2010 10:54 131 exibições

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) tem valorização nos primeiros negócios desta segunda-feira, primeiro pregão de uma semana mais curta. As Bolsas americanas não operam hoje devido ao feriado local (Memorial Day) o que, usualmente, tende a esvaziar os negócios no mercado brasileiro, onde cerca de um terço das operações é feito por investidores estrangeiros. <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, sobe 0,47%, aos 62.239 pontos. Na sexta, a Bovespa fechou em queda de 0,23%.

O dólar comercial é vendido por R$ 1,807, em um decréscimo de 0,16% sobre o fechamento da semana passada.

As principais Bolsas asiáticas encerraram os negócios com resultados mistos. Em Tóquio, o índice de ações Nikkei teve alta de 0,06%; em Hong Kong, o índice Hang Seng teve perda de 0,01%.

Na Europa, a Bolsa de Paris opera estável%; em Frankfurt, a Bolsa local avança 0,69%. A Bolsa de Londres não opera hoje.

Entre as primeiras notícias do dia, o boletim Focus mostrou que a maioria dos economistas do setor financeiro manteve sua projeção para o IPCA deste ano. A mediana dessas estimativas apontou uma inflação de 5,67% para este ano, segundo o Banco Central. Trata-se da primeira vez em 18 semanas que essa mediana das projeções não se altera entre uma semana e outra.

O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, declarou temer que a economia mundial continua vulnerável, inclusive a uma segunda recessão, e afirmou acreditar que ainda é muito cedo para que os países comecem a retirar as medidas de estímulo ao crescimento, decididas no auge da crise mundial de 2008.

Na Europa, a agência de estatísticas Eurostat revelou que os preços da zona do euro subiram 1,6% (taxa anualizada) em maio ante 1,5% em abril, abaixo da meta de 2% do BCE (Banco Central Europeu). E a Comissão Europeia apontou uma queda no nível de confiança na economia da região, tanto entre consumidores quanto empresários.

 

Fonte:
Folha de São Paulo

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