Bovespa tem dia instável; dólar marca R$ 1,68

Publicado em 04/10/2010 13:23
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A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) oscila de maneira instável, sem firmar tendência, durante a jornada desta segunda-feira. As Bolsas americanas desvalorizam, após um reporte desfavorável do setor manufatureiro. A taxa de câmbio doméstica permanece abaixo de R$ 1,70, enquanto o Banco Central já entrou no mercado para comprar moeda.

O índice Ibovespa, que reflete os preços das ações mais negociadas, tem leve alta de 0,02%, aos 70.242 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,68 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, cede 0,97%.

O dólar comercial é cotado por R$ 1,689, em um avanço de 0,47%. A taxa de risco-país marca 205 pontos, número 1,48% acima da pontuação anterior.

Entre as primeiras notícias do dia, o Departamento de Comércio dos EUA reportou que o volume de pedidos ao setor industrial contraiu 0,5% em agosto, após um aumento de 1,2% em julho. Economistas do setor financeiro estimavam uma retração menor, da ordem de 0,3%.

Ainda nos EUA, a entidade privada National Association of Realtors (associação de corretores) apontou que as vendas preliminares de casas tiveram um aumento de 4,3% em agosto, contrariando as expectativas do setor financeiro: analistas esperavam uma queda no período, em torno de 3%.

Na manhã de hoje, foi divulgado que o número de desempregados na Espanha superou de novo em setembro os quatro milhões de pessoas, ao aumentar 1,2% (48.102 pessoas) em relação ao mês de agosto.

Assim, o número de desempregados registrados nos serviços públicos de emprego chegou a 4.017.763, segundo dados do Ministério do Trabalho e Imigração da Espanha. Em um ano o desemprego aumentou em 308.316 pessoas (8,3%).

No front doméstico, o boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, apontou alta na projeção para o crescimento da economia brasileira neste ano, 7,53% para 7,55%. Já para 2011, a estimativa ficou estável em 4,50%.

O relatório mostra ainda que o mercado elevou a expectativa para a inflação deste ano medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 5,05% para 5,07%. Para 2011, a previsão foi levemente reduzida, de 4,94% para 4,92%.

Fonte: Folha Online

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