Bovespa oscila sem tendência firme; dólar vale R$ 1,70

Publicado em 08/11/2010 14:09
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A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) oscila sem firmar tendência. Para analistas, o investidor deve manter uma postura cautela nos próximos dias, sob expectativa dos números fundamentais da economia chinesa, e da reunião do G20.

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O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, tem leve alta de 0,04%, aos 72.638 pontos. O giro financeiro é de R$ 1,82 bilhão. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, cai 0,49%.

O dólar comercial é cotado por R$ 1,701, em alta de 1,25%. A taxa de risco-país marca 180 pontos, número 4,04% acima da pontuação anterior.

Entre as primeiras notícias do dia, o boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, revelou que a maioria dos economistas do setor financeiro revisou para cima suas projeções para a inflação desde ano --de 5,29% para 5,31% (IPCA projetado). A expectativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) foi mantida em 7,60% para este ano e 4,5% em 2011. A taxa Selic deve encerrar 2010 em 10,75%, subir para 11,75% no ano que vem.

A balança comercial brasileira teve superavit de US$ 429 milhões na primeira semana de novembro. No acumulado deste ano, o saldo comercial está positivo em US$ 15,050 bilhões. A média por dia útil deste período é de US$ 71 milhões, uma cifra 32,7% abaixo da média diária registrada para o mesmo período em 2009.

A Anfavea (associação das montadoras) reportou que a produção de veículos no país cresceu 15,3% no acumulado dos dez primeiros meses do ano na comparação com o mesmo período em 2009, atingindo a fabricação de 3,043 milhões de unidades e batendo mais um recorde.

No front externo, o governo alemão informou que a produção industrial desse país encolheu 0,8% em setembro, em seu maior declínio desde outubro de 2009. Economistas ouvidos pelas agências internacionais contavam com uma expansão em torno de 0,5%.

Investidores e analistas devem nesta monitorar nesta semana a reunião de cúpula do G20 (grupo dos países mais ricos), na quinta e na sexta-feira, à espera de uma solução conjunta para a chamada 'guerra cambial'. E na madrugada de quinta-feira, o governo chinês revela os números da produção industrial, vendas do varejo e inflação, na madrugada de quinta.

Fonte: Folha Online

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