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Comissão cria três grupos para resolver questão indígena em MS

Publicado em 28/06/2013 10:00 e atualizado em 28/06/2013 15:25 699 exibições
Trabalhos terão frentes específicas e começam na próxima semana. Grupo tem até 5 de agosto para encaminhar soluções ao conflito em MS.

G1 MS

Após se reunirem durante a última quinta-feira (27) na governadoria, em Campo Grande, integrantes da comissão, criada no dia 20 de junho para tentar dar fim ao conflito agrário em Mato Grosso do Sul, definiu a criação de três grupos. O encontro, que começou pela manhã, terminou por volta das 16h (de MS) e reuniu cerca de 40 pessoas.
A secretária-executiva do Ministério da Justiça, Márcia Pelegrini, participou da reunião, mas deixou a governadoria sem falar com a imprensa. A presidente interina da Fundação Nacional do Índio (Funai), Maria Augusta Assirati, explicou a forma de atuação dos grupos.
Segundo ela, um vai discutir a questão jurídica e as formas concretas para viabilizar soluções. O segundo vai ficar responsável pela avaliação e titulação de áreas como compra de terras e desapropriação, enquanto o terceiro grupo vai fazer o mapa da situação fundiária no estado.

Leia a reportagem na íntegra no site G1 MS:

 

Reunião cria grupos para avaliar áreas que podem ser compradas em MS

Campo Grande News

Ao contrário do que se esperava pela manhã, o resultado da reunião realizada nessa quinta-feira (27) entre autoridades, ruralistas, lideranças indígenas e poder público não terminou com a decisão da saída imediata dos cerca de 1 mil índios que ocupam a fazenda Esperança, em Aquidauana.

Mas o resultado foi a criação de três grupos que a partir da próxima segunda-feira (01) irão trabalhar para encontrar uma solução para o impasse. 

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Na avaliação da presidente interina da Fundação Nacional do Índio (Funai), Maria Augusta Assirati, a reunião foi positiva para ambos os lados.

Ela explica que o primeiro grupo vai analisar as questões jurídicas, como as possíveis indenizações, compras de terras ou permutas.

O segundo deve avaliar 53 áreas e identificar no mapa de Mato Grosso do Sul quais são os pontos mais críticos em relação aos conflitos. Já o terceiro, foi criado para fazer um mapa da regularização fundiária do Estado. O objetivo é identificar terras onde existe disputa e propriedades que estão em processo de regularização.

 

Leia a reportagem na íntegra no site Campo Grande News: 

 

 

Fonte:
G1 MS + Campo Grande News

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