Questão Indígena: “Leilão da Resistência” prevê arrecadar R$ 3 milhões

Publicado em 04/12/2013 10:50 630 exibições
Pregão é para coletar recursos contra invasões indígenas

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) dará o apoio necessário para que as entidades representativas dos produtores rurais do Mato Grosso do Sul promovam no próximo dia 7/12, a partir das 14h, em Campo Grande, um leilão para arrecadar recursos para ações contra as invasões indígenas. No pregão, serão ofertados animais, cereais, máquinas e produtos doados pelos próprios agricultores e pecuaristas do estado. Os promotores do leilão estimam uma arrecadação de R$ 3 milhões.
 
 Hoje, (3) o vice- presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), Almir Dalpasquale, participou da reunião-almoço da FPA quando convidou os seus membros a participar do evento denominado “Leilão da Resistência”. Os recursos arrecadados serão utilizados na mobilização dos produtores, em logística,  pagamento de honorários de advogados,  divulgação e até mesmo para segurança das fazendas uma vez que o Estado tem sido omisso em garantir o direito de propriedade.
 
Enrolação - O presidente da FPA, deputado Luís Carlos Heinze (PP-RS) ressaltou que esse leilão mostra  o que todo o setor produtivo rural já sabe: o descaso do governo federal com as demarcações das terras indígenas e essa omissão está trazendo insegurança jurídica no campo. Ele criticou com veemência a minuta da portaria do Ministério da Justiça, em consulta pública, sobre as demarcações promovidas pela Funai. “Esse documento é uma total enrolação, não dá para aceitá-la”.
 
 O deputado Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), membro da FPA, informou que desde a abertura oficial, dia 18 de novembro passado,   a campanha  do “Leilão da Resistência”, já recebeu cerca de  mil cabeças de gado, além de toneladas de soja, milho, algodão, etc. “Esses animais e esses produtos foram doados pelos próprios pecuaristas  e agricultores. O movimento conta com a adesão e apoio de várias entidades, de empresas do setor e de instituições de outros segmentos produtivos do estado”, destacou.

Fonte:
Frente Parl. da Agropecuária

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1 comentário

  • roberto carlos maurer Almirante Tamandaré do Sul - RS

    SERÁ QUE BLAIRO, OU A FAMILIA MAGGI ESTARÁ PRESENTE OU VAI COLABORA? O GRUPO SLC ESTA ISENTO DE INVASÕES?GRANDES GRUPOS PLANTADORES DE CANA ESTÃO LIVRES DE INVASÕES?ACHO QUE PRECISAMOS DE UMA TRAGÉDIA PARA OS OLHOS DO GOVERNO FICAR MAIS SENSÍVEL,OS AGRICULTORES TEM QUE FICAR UNIDOS E ONDE HOUVER INVASÃO SE REUNIR E NOS MESMOS FAZER A REINTEGRAÇÃO, NEM QUE FOR DE TRATOR ESTEIRA.

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