URGENTE: "Viemos do Paraguai": Ìndio Guarani denuncia esquema da Funai para criar Terra Indígena em Santa Catarina

Publicado em 21/07/2014 18:13 e atualizado em 07/03/2020 12:25 1407 exibições

Milton Moreira é índio guarani, filho de paraguaio e um dos primeiros a se instalar na região que fica às margens da BR-101. Aos 57 anos, afastado da aldeia e sobrevivendo de doações, Moreira afirma: "A Funai trouxe esses índios por causa da BR 101. Ela pagou um ônibus para esse índios, botaram dentro do ônibus e jogaram no Morro dos Cavalos". "Usaram esse processo demarcatório através da antropologia dizendo que essa é uma terra tradicional", diz Milton Moreira. 

Assista ao  vídeo denúncia , clique aqui 

 

 

URGENTE: Marãiwatsédé (Suiá-Missu) está em chamas

 

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Imagem do satélite LandSat-8, da Agência Espacial Norte Americana, mostra diversos focos de incêndio no entorno da aldeia Xavante de Marãiwatsédé, no nordeste do Mato Grosso. A imagem foi capturada por volta das 13:30 horas de hoje (21), no horário de Brasília. Até o momento, o sistema de monitoramento de queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostra 615 focos de calor no interior da Terra Indígena. O número é quase 10 vezes superior ao registrado no mesmo período do ano passado quando quase 80% da área foi calcinada por incêndios.

A Terra Indígena Marãiwatsédé foi demarcada pela Funai sobre a área remanescente da antiga Fazenda Suiá-Missu como área de ocupação tradicional de índios xavante. Até o final de 2011 a área era ocupada por milhares de produtores rurais não indígenas. Todos foram expulsos pelo Governo numa grande operação de limpeza étnica que culminou com a entrega da área aos índios xavantes em abril de 2012.

No ano passado a área foi quase totalmente calcinada por incêndios que começaram no entorno da aldeia onde vivem os índios. Muito embora os índios xavante tenham o hábito de queimar seu território em atividades de caça como um traço inerente a sua cultura, na ocasião o Governo e o Ibama se apressaram em inocentá-los culpando os não indígenas de atear fogo criminosamente à área. O episódio foi reportado e acompanhado por imagens de satélite aqui no Questão Indígena desde o primeiro incêndio ocorrido no dia 02 de julho de 2013 e chegou a ser destaque no Jornal Nacional da rede Globo. 

 

Neste ano a tragédia se repete.
Mostramos aqui na semana passada que os incêndios estavam prestes a sair do controle na região. Relembre: Marãiwatsédé (Suiá-Missu) em chamas novamente. O número de focos de calor capturados pelos sistema de monitoramento de queimadas já era muito superior ao registrado no mesmo período do ano passado.
Logo em seguia um conglomerado do ONGs indigenistas apresentou uma matéria tentando novamente inocentar os indígenas culpando os não indígenas. Também mostramos isso aqui no #Qi: Incêndios em Marãiwatsédé (Suiá-Missu) são criminosos. A imagem de hoje do LandSat-8 mostrando os incêndios no entorno da aldeia onde vive os índios é uma evidência de que, ao contrário do que afirmam os indigenistas e as ONGs, os xavante são culpados por pelo menos parte das queimadas na Terra Indígenas.
Mas, conforme dissemos no post anterior, os incêndios na Suiá-Missu são criminosos sejam quem forem os responsáveis. Veja também: 

Fogo tem etnia? Protociência afirma que fogo de índio faz bem ao meio ambiente

Fonte:
Blog Questão Indígena

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1 comentário

  • Edison tarcisio holz Terra Roxa - PR

    isso é montagem indio não poe fogo indio protege meio ambiente hahaha

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