Soja: Operando com volatilidade, mercado volta a recuar

Publicado em 08/06/2012 14:48 e atualizado em 08/06/2012 15:44
A soja recuperou o fôlego e depois das fortes baixas registradas na manhã desta sexta-feira (8), passou a operar em campo misto, com as posições de curto prazo trabalhando do lado positivo da tabela. As oscilações, no entanto, são pouco expressivas. Às 14h40 (horário de Brasília), o contrato julho subia 4,25 pontos enquanto o março/13 registrava baixa de 10,50 pontos. Porém, logo o mercado voltou a recuar. 

Os vencimentos mais próximos encontraram suporte no anúncio da venda de 420 mil toneladas de soja dos Estados Unidos para a China e mais 120 mil para o Egito e conseguiram trabalhar em território positivo,enquanto os mais distantes recuam  com a pressão vinda do mau humor do financeiro e da melhora climática nos EUA. 

Segundo analistas, essas baixas também refletem os movimentos de realização de lucros por parte dos traders após os signficativos ganhos da oleaginosa durante a semana. Só nesta quinta-feira, os preços subiram mais de 40 pontos na Bolsa de Chicago. 

Milho - Enquanto os futuros da soja operam no misto, as cotações do milho continuam subindo na CBOT nesta sexta-feira. Analistas afirmam que o mercado do cereal segue focando as preocupações com o clima nos Estados Unidos. Caso se confirmem as altas temperaturas e a falta de chuvas, o bom desempenho das lavouras poderá ser comprometido e isso já dá sustentação aos negócios. 

Tags:

Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Mercado da soja encerra semana sob pressão sazonal em Chicago e cautela com eleições e câmbio no Brasil
Plantio de soja de MT atinge 10,23% e mantém atraso inicial, diz Imea
Soja recua em Chicago nesta 6ª feira com farelo caindo mais de 1% e demanda chinesa ainda no radar
Soja sente tombo de Chicago nos portos, mas dólar e demanda chinesa amortecem pressão no Brasil
Soja 26/27: chuva aperta janela no RS e exige precisão no plantio; especialista aponta estratégias para proteger produtividade
Soja despenca mais de 15 pontos em Chicago com pressão dos derivados; dólar limita impacto no Brasil