Após iniciar a sessão com ganhos, soja passa a trabalhar com perdas nesta 3ª feira em Chicago

Publicado em 26/09/2023 11:53
Contratos trabalham com baixas de 6,25 a 4,75 pontos

Após iniciar a sessão desta terça-feira (26) com avanços na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja passaram a trabalhar com quedas. A ampla oferta global continuou a limitar os preços dos grãos, enquanto os participantes também aguardavam os dados trimestrais das bolsas dos EUA na próxima sexta-feira.

Por volta das 11h38 (Horário de Brasília), o vencimento Novembro/23 registrava baixa de 6,25 pontos e está precificado em US$ 12,91 por bushel. Já a referência Janeiro/24 estava precificado em US$ 13,10 por bushel com desvalorização de 5,50 pontos. O Março/24 operava com queda de 5,25 pontos e cotado em US$ 13,21 por bushel e o Maio/24 trabalhava com recuo de 4,75 pontos e cotado em US$ 13,30 por bushel.

O mercado também está na espera da divulgação dos dados trimestrais de estoques que serão divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)  nesta sexta-feira, 29.

O mercado também segue acompanhando a colheita americana, a Farm Futures destacou que o ritmo da colheita está mais lento do que o esperado. “As culturas de soja continuam a amadurecer rapidamente, embora provavelmente não estejam em tão boa forma como as do milho à medida que a colheita avança em todo o país”, destacou a Farm Futures.

 

Por: Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Soja sobe mais de 1% em Chicago impulsionada por disparada do trigo e escalada entre Rússia e Ucrânia
Soja volta a disparar em Chicago nesta 4ª feira na esteira do trigo e jan/27 vai a US$ 12,50
Soja ensaia reação e opera com leves altas em Chicago nesta 4ª feira após realização de lucros
Soja se mantém no patamar dos R$ 150 nos portos do BR, apesar de realização de lucros em Chicago
Soja recua em Chicago nesta 3ª feira após altas expressivas e melhora nas lavouras dos EUA
Mesmo mais cara, soja dos EUA atrai China por 'política' e logística, mas Brasil garante janela firme e prêmios altos