Dilma aprova subvenção e fala sobre inclusão da cana na PGPM

Publicado em 15/06/2012 16:53 738 exibições
A presidente Dilma Rousseff sancionou o Projeto de Lei de Convenção (PLV 11/2012) que garante subvenção de R$ 5 por tonelada de cana fornecida pelos produtores nordestinos, cariocas e do norte do Espírito Santo e Minas Gerais. Além da sanção, que aconteceu nesta quinta-feira (14), a chefe da nação também reforçou a intenção de incluir a cana de açúcar na Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM). A informação é da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida).

A subvenção econômica é voltada aos produtores dessas localidades que forneceram cana exclusivamente na safra 2010-2011. A medida não se aplica para as safras posteriores. Assim, a subvenção é um grande benefício, mas não é uma política permanente para o setor. Portanto, o anúncio da presidente ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL) sobre a intenção de incluir a cana na PGPM, foi bastante comemorada pelos produtores.

“Este programa garante uma política permanente de preços de produtos agropecuários”, informa Alexandre Andrade Lima, presidente da Unida. A PGPM estabelece preço mínimo à comercialização da cultura e, em caso de ficar abaixo do preço pelo mercado, o governo federal garante um bônus para compensar o valor. No entanto, a cana de açúcar ainda não integra o grupo de culturas na PGPM e cabe ao governo defini-los.

A inclusão da cana de açúcar na política de preços mínimos é um pleito antigo da classe. Segundo Andrade Lima, a solicitação foi feita inclusive, a própria presidente ainda quando ela era ministra da Casa Civil. “A presidente disse que iria analisar a inclusão da cana na PGPM durante visita à Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco em 2008”, diz. O dirigente aproveita para agradecer a sensibilidade de Dilma com o pleito do setor e ao senador Renan Calheiros pelo total empenho para alcançá-los.

Subvenção – O PLV 11/2012 foi um pleito da Unida. O projeto é originário da Medida Provisória 554, proposta pelo relator, deputado federal Heleno Silva (PRB-SE). Aprovada na Câmara seguiu para o Senado onde também contou com o apoio dos parlamentares, inclusive com a bancada governista. O relator foi o senador Waldemir Moka (PMDB-MS).

Fonte:
Unida

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