Açúcar cai forte nas bolsas de NY e Londres nesta tarde de 6ª feira

Publicado em 23/06/2023 12:35 e atualizado em 23/06/2023 14:21
Financeiro, além do otimismo com a safra 23/24 do Centro-Sul, seguem impactando preços do adoçante

As cotações futuras do açúcar operam com queda expressiva nas bolsas de Nova York e Londres nesta tarde de sexta-feira (23). O mercado sente pressão do financeiro e também segue impactado com otimismo com a safra 2023/24 do Centro-Sul do Brasil.

Por volta das 12h25 (horário de Brasília), o vencimento mais negociado do açúcar bruto na Bolsa de Nova York tinha queda de 2,24%, cotado a 24,41 cents/lb. Em Londres, o primeiro contrato operava com baixa de 1,96%, a US$ 660,70 a tonelada.

O mercado amplia perdas nas bolsas internacionais nesta sexta-feira com um financeiro negativo. O petróleo recua cerca de 1% no cenário internacional e contribui para as perdas no adoçante, já que há impacto na decisão das usinas de produção.

Além disso, segue o foco dos operadores com a safra 2023/24 do Centro-Sul do Brasil, que está em andamento neste momento. O otimismo com os resultados da colheita da nova temporada segue sendo renovado, apesar de chuvas recentes na colheita.

"Não há previsão de chuvas no maior cinturão açucareiro do maior produtor brasileiro até pelo menos 5 de julho, o que significa que a colheita deve progredir bem", destaca a agência de notícias Reuters.

» Clique e veja as cotações completas de sucroenergético

Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Açúcar encerra semana em baixa com perspectiva de excesso global de oferta
Vendas no Centro-Sul atingem 1,33 bilhão de litros nos primeiros quinze dias de janeiro
Exportações de açúcar fecham janeiro com queda de 27,2% no faturamento frente a 2025
Fixação de preço do açúcar do Brasil em NY atinge 38%, abaixo do ano anterior, diz Archer
Açúcar amplia perdas em NY e Londres com expectativa de excesso de oferta global
Centro-Sul deve impulsionar novo ciclo de excesso de oferta no mercado global de açúcar, avalia Hedgepoint