Em realização de lucros, açúcar passa a cair na manhã desta 2ª feira na Bolsa de NY

Publicado em 14/08/2023 08:02
Depois de acumular alta de mais de 2% na última semana em meio temores com oferta e financeiro, mercado se ajusta

As cotações futuras do açúcar operam com queda leve na Bolsa de Nova York nesta manhã de segunda-feira (14), mas ainda sobem em Londres. O mercado sente pressão de um movimento de realização de lucros, mas segue atento para os temores com a oferta. 

Por volta das 07h58 (horário de Brasília), o vencimento mais negociado do açúcar bruto na Bolsa de Nova York tinha queda de 0,29%, cotado a 24,26 cents/lb. Em Londres, o primeiro contrato tinha valorização de 0,13%, a US$ 698,00 a tonelada.

Na semana passada, a Organização Internacional do Açúcar (ISO, em inglês) projetou um declínio na produção global de açúcar em 2023/24 de 1,2% em comparação ao ciclo anterior, para 174,80 milhões de toneladas, e um déficit de 2,12 milhões de t.

Apesar de expectativas de boa safra 2023/24 no Centro-Sul do Brasil, outras origens produtoras enfrentaram impactos do clima.

O financeiro também exerce pressão às cotações do adoçante neste início de semana. O petróleo opera com leve queda. As oscilações do óleo bruto tendem a impactar a produção das usinas com base no produto mais rentável: açúcar ou etanol.

Veja como fechou o mercado na última sessão:

» Açúcar: Com temores com oferta e financeiro, NY fecha semana com alta acumulada de 2,49%

» Clique e veja as cotações completas de sucroenergético

Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Açúcar encerra semana em baixa com perspectiva de excesso global de oferta
Vendas no Centro-Sul atingem 1,33 bilhão de litros nos primeiros quinze dias de janeiro
Exportações de açúcar fecham janeiro com queda de 27,2% no faturamento frente a 2025
Fixação de preço do açúcar do Brasil em NY atinge 38%, abaixo do ano anterior, diz Archer
Açúcar amplia perdas em NY e Londres com expectativa de excesso de oferta global
Centro-Sul deve impulsionar novo ciclo de excesso de oferta no mercado global de açúcar, avalia Hedgepoint